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Gravidade: Ação ou Reação?

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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Robson Z. Conti em 26th Agosto 2013, 00:51

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Mas os aceleradores de partículas continuam dividindo as partículas em frações cada vez menores, numa tarefa previsivelmente sem fim.
Em algum momento os pesquisadores terão de encontrar algo efetivamente indivisível, mesmo que demore muito mais do que seria desejável. Atualmente chamamos de indivisível (átomo) às partículas de matéria bariônica de determinado elemento químico, subvertendo o conceito de “indivisível” com uma notação química, a qual foi adotada também na Física. As partículas que eu tenho chamado de “préon” em outras postagens, caso existam, seriam partículas indivisíveis de extrema rigidez, ou seja, elas seriam, em termos conceituais, os verdadeiros átomos.
Jonas Paulo Negreiros escreveu:Como explicar o possível "infinitamente pequeno" em bases da matéria bariônica?
O infinito não existe e nem poderá existir, tanto para o muito grande, quanto para o muito pequeno ou para as quantidades. É uma construção mental humana das mais perniciosas, levando a paradoxos insolúveis (vide Parmênides/Zenão) sempre que teimamos em usar tal abstração. A simples atitude de evitar usar esta abstração (o infinito) já elimina os famosos paradoxos e nos permite usar as nossas observações como evidências e não raciocínios capciosos que só nos tem atrasado.

[]s

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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 26th Agosto 2013, 08:57

O infinito não existe e nem poderá existir, tanto para o muito grande, quanto para o muito pequeno ou para as quantidades. É uma construção mental humana das mais perniciosas, levando a paradoxos insolúveis (vide Parmênides/Zenão) sempre que teimamos em usar tal abstração. A simples atitude de evitar usar esta abstração (o infinito) já elimina os famosos paradoxos e nos permite usar as nossas observações como evidências e não raciocínios capciosos que só nos tem atrasado.
Robson,

O seu ponto de vista é pragmático e muito bem fundamentado.
Enquanto na física a idéia do infinito é absurda, ela é completamente operacionalizada pela matemática.
Minhas idéias são baseadas na possibilidade da existência do infinito e de você estar  errado Razz !

Sem querer fazer uso da falácia da autoridade, recorro ao pensamento de duas personalidades para ilustrar o meu ponto de vista:

"A Matemática é o alfabeto com o qual Deus escreveu o Universo."
Galileu


"A física não é matemática, não por que sabemos muito do mundo físico, mas porque dele sabemos muito pouco."
B. Russell
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Jonas Paulo Negreiros
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 1st Setembro 2013, 19:01

Passo agora, uma longa postagem sobre a Expansão Fantástica.

Vale à pena acompanhar cada passo dessa aventura. O resultado da especulação é atordoante Shocked .

Quem acompanha nossa série, sabe que as fórmulas que descrevem a expansão fantástica não são nada claras.

Resolvi resgatar partes de postagens passadas para elucidar o problema.

Há algum tempo, apresentei uma variação da experiência de mental de Einstein sobre um foguete acelerado no espaço sideral.



Notem bem a trajetória da bolinha, avistada pelo astronauta da nave "A" . Da figura acima, desenvolvi um novo problema:



Imagine uma torre de 10.000 m sobre a Terra.
Em sua ponta há uma bolinha verde. Na base da torre há uma bolinha vermelha. Ambas bolinhas têm raio desprezível. As proporções da figura estão distorcidas para melhor compreensão do problema.

De acordo com Newton, ao soltar a bolinha verde da ponta da torre, esta bolinha vai realizar um movimento de queda livre.

Fazendo uso das fórmulas newtonianas de queda livre, saberemos em quanto tempo a bolinha verde encontrará a bolinha vermelha.

S = 1/2 de gt^2

10.000 m =  1/2 * 10 m/s^2 * t^2

t^2 = 2.000 s^2

t = 44,721 s  (I)

Nota:
Para a simplificação de cálculos, adotamos valor de g = 10 m/s^2

Bem, agora vem a complicação...

O fator de expansão fantástica é derivado da seguinte fórmula:

fert = fator de expansão radial terrestre =

(6,366 * 10^6 m + 10 m) / 6,366 * 10^6 m =

fert = 1,000 001 570x  (II)

Esse fator é "universal". Pode ser aplicado em partes ou na totalidade dos elementos do Cosmos.

No caso da corrida das bolinhas verde e vermelha, a bolinha verde tem, no ponto de partida, a soma do raio da Terra mais a altura da torre:

S(zero da bolinha verde) = R(zero) + h(zero)=

S(zero da bolinha verde) = 6,366 * 10^6 m  + 10.000 m = 6,376 * 10^6 m

S(zero da bolinha verde) = 6,376 * 10^6 m  (III)

A velocidade da bolinha verde [v(bv)], em direção e sentido ao centro da Terra, após um segundo de queda livre é:

v(bv) = (6,376 * 10^6 m * fert^1) - (6,376 * 10^6 m * fert^0)
v(bv) = 10,015 m/s  (IV)

Podemos estimar que, em 44,721 s (I), a bolinha verde vai estar na seguinte altura, em relação ao centro da Terra:

S (final de bv) = S (zero bv) + v(bv) * t (V)

S (final de bv) = (6,376 * 10^6 m) + (10,015 m/s * 44,721 s (fórmulas IV, V e VI)

S (final de bv) = (6,376 * 10^6 m) + 447,88 m =

S (final de bv) = 6.376.447,88 m (VII)


Agora, basta aplicar a fórmula fantástica na bolinha vermelha. Para a comprovação da utilidade do cálculo fantástico, a bolinha vermelha deverá estar, após 44,721 s do início da contagem da queda livre newtoniana, no mesmo marco alcançado pela bola verde em relação ao centro da Terra (VII).

S(zero da bolinha vermelha) = raio da Terra em tempo zero = 6,366 * 10^6 m (VIII)

S(zero de bv) =  6,366 * 10^6 m (VIII)

S(final de bv) = 6,366 * 10^6 m * fert ^ 44,721 s

S(final de bv) = 6.366.447,225 m (VIII)

Comparando-se a diferença da equação do marco final da bolinha vermelha (VIII)  e do marco final da bolinha verde (VII), chegamos ao seguinte resultado:

6.376.447,88 m - 6.366.447,225 =  10.000,655 m

Ou seja, a diferença entre os marcos da bolinha verde e vermelha é quase exatamente a altura da torre !

Teria a expansão fantástica caído em desgraça?

Talvez...

Vamos recorrer novamente as figuras dos foguetinhos de Einstein.

Toda a cadeia de cálculos acima foi baseada nessa suposição:

A bolinha fosforescente atirada para fora do foguete em aceleração continua subindo em velocidade linear, de acordo com a lei de conservação de energia cinética.


Mas se a trajetória da bolinha atirada para fora do foguete for esta:



Nova visão do astronauta da nave "A".

SE a bolinha verde da torre PARAR DE SUBIR, tal qual a bolinha fosforescente observada pelo astronauta da nave "A", no momento em que a bolinha verde é abandonada no pico da torre, a bolinha vermelha vai caminhar os 10.000 metros da altura da torre num tempo diferente de 44,721 segundos em emparelhar-se à bolinha verde.

Fim do Jogo?

Chegamos à mesma conclusão de Einstein:


Visão do astronauta da nave "C".


A bolinha segue reta, mas seu espaço tempo encurva-se com a gravidade (ou aceleração) de um corpo.

Coisa de louco, senhores ...

P.S.:
Acho que fui vitimado pelo Paradoxo de Zenon Razz !
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Robson Z. Conti em 3rd Setembro 2013, 14:53

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Enquanto na física a idéia do infinito é absurda, ela é completamente operacionalizada pela matemática.
Oi Jonas,

A matemática, apesar de seu sucesso em sistematizar o funcionamento de algumas coisas, em essência não passa uma linguagem* e, como tal, permite abstrações que a realidade não pode se permitir, pois ela segue rigorosamente as leis naturais. Um detalhe interessante é que cada um puxa a sardinha para o próprio prato e não é de estranhar que matemáticos (que tomaram conta da Física nos últimos séculos) também o façam.
Jonas Paulo Negreiros escreveu:Acho que fui vitimado pelo Paradoxo de Zenon   !
O paradoxo de Zenon é fruto de uma construção mental nossa, na qual tentamos sistematizar a realidade de forma a compreendê-la para, em seguida, tomar a realidade pela representação dela, o que a TORNARIA (se fosse) subjetiva (o que não é). É uma maneira muito sutil de sofismo (o qual se define exatamente por considerar como real a representação que fazemos do real) que vitima o próprio sofista (o que acabamos todos sendo, em maior ou menor grau). A realidade, sendo objetiva e totalmente independente do que achamos dela, é clara e cristalina, tanto que podemos observar o movimento, que o famoso paradoxo diz ser uma ilusão.
A conclusão (equivocada) de que todo movimento é ilusório funda-se em uma premissa (também equivocada) de que podemos dividir infinitamente o espaço, o que jamais foi ou poderá ser observado, ao passo que o movimento dos corpos pode e é observado por qualquer pessoa em idênticas condições, o que define o conhecimento tido como válido e confiável na física atual.

[]s

* A Matemática é um conjunto de operações de lógica usando de simbologia (linguagem) dedicada para representar entidades consideradas ideais.

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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 4th Setembro 2013, 07:37

Uma imagem vale mais que mil palavras ou mil equações?



Queda livre da bolinha verde

A cena acima é o problema que estou tentanto operacionalizar matematicamente..

Posso adiantar aos senhores que o problema é descomunal

Mas posso adiantar também que a cena abaixo está descartada.



Enquanto isso, recomendo um excelente tratado filosófico de Kelton Gabriel, disponível na Rede:

http://notlek.files.wordpress.com/2011/01/kelton-gabriel.pdf


Tratado Matemático:

Gravity as Expansion and Many Worlds

http://www.mathpages.com/home/kmath077/kmath077.htm

Ah, mais uma perguntinha:

Como fica a vida dos múons de Einstein nessa situação Razz ?
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 6th Setembro 2013, 11:35

O Poço do Tempo




Fotomontagem


Cena Fantástica:


Einstein e seu grande e querido mestre Lorentz, à frente de um "elevador antigo".


Um elevador pode alterar o funcionamento de um relógio cuco !







a) Prenda um relógio cuco na cabine de um elevador;


b) Quando o elevador sobe, o pêndulo do relógio cuco anda mais depressa;


c) Quando o elevador desce, o pendúlo do relógio cuco anda mais devagar;


d) Se o cabo de aço que sustenta o elevador romper-se , o pêndulo do relógio cuco ficará parado enquanto o elevador não bater no fundo do poço.


Frase atribuída a Einstein:


"Tempo é aquilo que os relógios medem".

_________________
Gráviton, onde tu estás que não te encontro Razz ?
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Robson Z. Conti em 8th Setembro 2013, 12:57

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Como fica a vida dos múons de Einstein nessa situação   ?
Os múons são partículas negativas (que anteriormente eram consideradas mésons) com massa em torno de 200 vezes a do elétron e que, no caso em análise, são produzidos pelo decaimento de “partículas” chamadas píons, gerados pelos choques entre os prótons dos raios cósmicos e os núcleos dos átomos dos elementos que constituem o ar nas altas camadas da atmosfera terrestre. A vida média destas partículas é pequena demais para que chegassem ao solo após a sua formação e, no entanto, elas são detectadas não só no solo como em minas, centenas de metros abaixo da superfície.

Isto é considerado por boa parte da comunidade científica como evidência objetiva de que, do ponto de vista do múon, houve uma alteração no ritmo da passagem do tempo em função de sua alta velocidade, o que é denominado de dilatação temporal, isto é, o tempo teria passado de maneira mais lenta para o múon devido à sua alta velocidade. Vamos ver então se esta seria a única interpretação possível do fato.

Em primeiro lugar vamos verificar qual é o fato, em essência. De uma maneira imparcial, considero que o que ocorreu foi que o que é considerado uma “partícula” durou mais em alta velocidade do que em baixa velocidade. Este é o fato. E o que se pode afirmar com certeza a partir dele é apenas o que já foi definido acima, isto é, que esta “partícula” dura mais quando desenvolve trajetórias em alta velocidade do que dura a baixas velocidades. Só. O restante será interpretação. Por algumas interpretações o tempo da partícula dilatou, ou seja, passou em ritmo mais lento para ela, devido à alta velocidade.

Mas seria esta a única interpretação possível? Aparenta-me que não. Pois se perguntarmos a opinião de uma pessoa comum, leiga, que não tem determinados paradigmas atualmente aceitos como representação da verdade pelo que penso ser a maioria da comunidade científica (e não contarmos nada a este respeito para o leigo), o que provavelmente obteremos como resposta é que este tipo de partícula dura mais em altas velocidades, “não sei por que, mas dura”. Ou seja, ela usará a navalha de Occam (que não é de uso exclusivo de físicos e filósofos) e simplificará a questão, simplesmente dizendo que nestas condições as tais partículas duram mais. Só. Da mesma maneira que muitas coisas duram mais em temperaturas menores do que em temperaturas maiores e todo mundo acha isto a coisa mais normal do mundo, sem dizer que por causa disto o tempo dilata nos polos ou dentro da geladeira.

Analisando este tipo de evento através do modelo que acabei desenvolvendo, o que teria ocorrido é que uma estrutura* parecida com um elétron, mas bem maior que um, levou muito mais tempo para perder a coesão entre suas partes em alta velocidade do que em média leva em baixa. E o que teria propiciado isto? Como neste modelo todas as estruturas seriam mantidas coesas exatamente por um fluxo de partículas elementares que produziria vórtices atrativos, da mesma maneira que o giro de um furacão mantém a sua estrutura funcionando e coesa, um aumento na velocidade do fluxo produziria maior coesão e esta estrutura se manteria por mais tempo, ou seja, duraria mais.

Só isto e mais nada. Havendo mais de uma explicação possível não podemos mais afirmar que o tempo inequivocamente dilatou. Mesmo que não tivéssemos a explicação alternativa, a simples constatação de que este mesmo tipo de fenômeno ocorre quando se variam outras condições (tais como temperatura) já nos levaria a desconfiar pesadamente da obrigatoriedade de ocorrer nestes casos a dilatação do tempo. A não ser que passemos a dizer que o tempo também dilata na geladeira e mais ainda no freezer.

[]s

*No meu modelo preferido, as únicas partículas singelas seriam as partículas elementares de matéria, de modo que, em geral me refiro como “estruturas” a todas as “partículas” que não sejam as tais partículas elementares de matéria. Pois as demais seriam, neste modelo, sistemas complexos e compostos das referidas partículas elementares, algo como conglomerados e conjuntos destas.

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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 8th Setembro 2013, 17:24

Obrigado, Robson!

Vou ler com muita calma a sua resposta sobre os múons, dos quais não entendo nada Embarassed ...

Mas no momento estou eufórico!

(Dê uma olhada na postagem abaixo e saberá porquê!)

[s]
Jonas


P.S.:

Só isto e mais nada. Havendo mais de uma explicação possível não podemos mais afirmar que o tempo inequivocamente dilatou. Mesmo que não tivéssemos a explicação alternativa, a simples constatação de que este mesmo tipo de fenômeno ocorre quando se variam outras condições (tais como temperatura) já nos levaria a desconfiar pesadamente da obrigatoriedade de ocorrer nestes casos a dilatação do tempo. A não ser que passemos a dizer que o tempo também dilata na geladeira e mais ainda no freezer.
Robson,

De acordo com suas explicações é plausível imaginar que os múons chegam "vivos" aqui na Terra por que
a Terra "se aproxima" deles e o percurso final torna-se menor.

Lógico, pelas teorias do "Bom Velhinho" e pelas velocidades envolvidas no problema, teríamos de fazer cálculos preservando-se a velocidade máxima da luz No  ...


Última edição por Jonas Paulo Negreiros em 8th Setembro 2013, 21:57, editado 8 vez(es)
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 8th Setembro 2013, 17:24

Missão comprida, porém CUMPRIDA.



Finalmente, podemos apresentar aos colegas o equacionamento final da expansão fantástica, sem nenhum "recurso de mágico".

Faremos três comparações de soluções de problemas de queda livre, pelo método newtoniano e pelo método fantástico.

Mãos à obra!

1 - Tempo necessário para a queda livre da bolinha verde em uma torre de 5 metros:

a) Solução pelo método newtoniano:

h = 5 m

S(bolinha verde) = 1/2 g t^2

5 m = 1/2 * 10 m/s^2 * t^2

t = 1 segundo


b) Solução pela expansão fantástica em 1 segundo:

Tempo necessário para o solo tocar a bolinha verde, quando abandonada de uma torre de 5 metros:

S = [R(t0 * fert^t] - [ R(t0) + h(0) + V(0)t]

onde:

R(t0) = raio da Terra em tempo zero = 6,366 * 10^6 m ;

fert = fator de expansão radial terrestre = [(6,366 * 10^6 m + 10 m) / 6,366 * 10^6 m]

fert = 1,000 001 1571 x

Em outras palavras, fert é um simples fator de ampliação fotográfica;

h = altura da torre;

v(o)t = espaço linear percorrido pela bolinha verde, PARA CIMA, durante o tempo necessário para o chão tocar esta bolinha fugitiva;


Sem mais delongas, vamos saber o resultado da equação proposta:

b)Tempo necessário para o solo tocar a  bolinha verde, quando abandonada de uma torre de 5 metros:

S = [R(t0 * fert^t] - [ R(t0) + h(0) + V(0)t]

S = [6.366.000 m * (1,000 001 1571)^1 s] -[6.366.000 m + 5 m + 10 m]

S = 6.366.010 m - 6.366.015 m = -5 m

Resumindo o problema 1:

Método newtoniano = 5 metros em um segundo;

Método fantástico = -5 metros em um segundo.

Pergunta: A Terra está encolhendo?


2 - Tempo necessário para a queda livre da bolinha verde em uma torre de 45 metros:

a) Solução pelo método newtoniano:

h= 45 m

S(bolinha verde) = 1/2 g t^2

45 m = 1/2 * 10 m/s^2 * t^2

t = 3 segundos


b) Solução pela expansão fantástica em 3 segundos:

Tempo necessário para o solo tocar a  bolinha verde, quando abandonada de uma torre de 45 metros:

S = [R(t0 * fert^t] -[ R(t0) + h(0) + V(0)t]

S = [6.366.000 m * (1,000 001 1571)^3 s] - [6.366.000 m + 45 m + 30 m]

S =  6.366.030 m - 6.366.075 m = -45 m

Resumindo o problema 2:

Método newtoniano = 45 metros em três segundos;

Método fantástico = -45 metros em três segundos.


Conclusão: A Terra continua encolhendo ?


3 - Tempo necessário para a queda livre da bolinha verde em uma torre de 500 metros:

a) Solução pelo método newtoniano:

h= 500 m

S(bolinha verde) = 1/2 g t^2

500 m = 1/2 * 10 m/s^2 * t^2

t = 10 segundos


b) Solução pela expansão fantástica em 10 segundos:

Tempo necessário para o solo tocar a  bolinha verde, quando abandonada de uma torre de 500 metros:

S = [R(t0 * fert^t] -[ R(t0) + h(0) + V(0)t]

S = [6.366.000 m * (1,000 001 1571)^10 s] - [6.366.000 m + 500 m + 100 m]

S =  6.366.100 m - 6.366.600 m = -499,989 m

Resumindo o problema 3:

Método newtoniano = 500 metros em dez segundos;

Método fantástico = -499,989 metros em dez segundos.

A Terra continuará encolhendo ?

Conclusões Finais

Conclusões finais.

Não, a Terra não está encolhendo. A fórmula apresentada dá apenas o espaço percorrido pela bolinha verde, de acordo com a visão fantástica. Ao adicionar a altura da torre, o resultado da equação devolve a altura da torre com sinal negativo.

Por enquanto, envio a vocês uma "fórmula tampão":



fert = fator de expansão do raio terrestre
fert = [r(0) + 9,8] / r(0)] = 1,000 001 538 x

fert ^t = variação do fator de expansão do raio terrestre em função do tempo

t(0) = 1,000 001 538 ^0
t(1) = 1,000 001 538 ^1
t(2) = 1,000 001 538 ^2
t(3) = 1,000 001 538 ^3
t(4) = 1,000 001 538 ^4
t(5) = 1,000 001 538 ^5
t(6) = 1,000 001 538 ^6
t(7) = 1,000 001 538 ^7

r(n) = Raio Terrestre Inicial = espaço total

r(i) = 6.371.000 m
r(0) = 6.371.000 m
r(1) = 6.371.009,799 m
r(2) = 6.371.029,396 m
r(3) = 6.371.058,792 m
r(4) = 6.371.097,987 m
(r5) = 6.371.146,988 m
(r6) = 6.371.205,79 m

rf = Raio Terrestre Final
r(n+1) = r(n) x fert ^t = rf
r(0) = 6.371.000 m
(r1) = 6.371.009,799 m
(r2) = 6.371.029,396 m
(r3) = 6.371.058,792 m
(r4) = 6.371.097,987 m
(r5) = 6.371.146,988 m
(r6) = 6.371.205,79 m
(r7) = 6.371.274,393 m

Velocidade Final
v = r(n+1) - r(n)
0 m/s
9,79 m/s
19,59 m/s
29,39 m/s
39,19 m/s
49,00 m/s
58,80 m/s
68,60 m/s

Espaço Total Percorrido
S = {sqr [r (n+1) x r (n)]} - r(0)
S(0)= m
S(1) = 4,89 m
S(2) = 19,59 m
S(3) = 44,09 m
S(4) = 78,48 m
S(5) = 122,48 m
S(6) = 176,38 m
S(7) = 240,09 m
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 11th Setembro 2013, 07:59

Missão COMPRIDA, CORRIGIDA, mas CUMPRIDA

Texto Corrigido e Simplificado



Finalmente, podemos apresentar aos colegas o equacionamento final da expansão fantástica, sem nenhum "recurso de mágico".

Tabela da Somatória de Tempos = "Fantastical"



Tabela de Fatores de Expansão Radial Terrestre Corrigidas



Tabela dos Resultados Finais com correção disléxica (odeio números!)



Não se esqueçam que as réguas não param de se expandirem também...
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Xevious em 13th Setembro 2013, 04:29

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Minhas idéias são baseadas na possibilidade da existência do infinito e de você estar  errado Razz !
Mas eu me coloco no time do Jocax

O infinito matemático pode confortavelmente existir
mas o físico, em termos de medida distância, em certo ponto (ainda não alcançado) deixaria de ter sentido de existir.

Ou seja, uma certa distância mínima, seria tão pequeno que não conteria nada.
E uma certa distância máxima, seria tão grande que conteria tudo..

Xevious
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 13th Setembro 2013, 10:35

Arremates Fantásticos

O embroglio da gravidade Lunar.




Raio Equatorial da Terra = 6,378 X 10^6 m

FERT = [R(T) + (g/2)] / R(T)

FERT = [(6,378 X 10^6 m) + (9,80665 m/s^2 / 2)] / (6,378 X 10^6 m)

FERT = 1, 000 000 768 787 237 ... x

Cálculo da gravidade lunar pela aplicação de FERT

Gravidade Superficial Oficial da Lua: 1,67 m/s^2

Raio Oficial da Lua : 1,738 * 10^3 m

g(Lua) = [R(Lua) x FERT]- R(Lua)

g(Lua) = [(1,738 * 10^3 m) * 1, 000 000 768 787 237 x] - 1,738 * 10^3 m

g(Lua) = 1,336 m/s^2



Gravidade Oficial da Lua / Gravidade Radial da Lua:

1,67 m/s^2 / 1,336 m/s^2 = 1,25 x

Velocidade do Padrão de TV NTSC e PAL-M = 30 quadros por segundo

Velocidade do Padrão Internacional de Cinema = 24 quadros por segundo

30 quadros por segundo / 24 quadros por segundo = 1,25 x
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 14th Setembro 2013, 04:57

Diálogos com meus botões.



P - Quem é você?
R - Isso não tem importância.

P - O que levou você a esta interminável série sobre gravidade?
R - A gravidade põe em xeque a física clássica, quântica e relativista. Isso é muito estimulante.

P - Por que você resolveu esmiuçar esse assunto?

R - Como sempre, começou pela relatividade. Nunca me conformei com a relatividade do tempo. Nem com a possibilidade de um corpo estar em dois lugares ao mesmo tempo.

As pessoas ouvem estas coisas e encolhem os ombros, pois acham que tratam-se de assuntos de loucos, especialistas ou ambos. Outras, que se interessam ou são obrigadas a estudá-las, podem ficar enfurecidas.

Lembro-me de uma frase do jornalista Alexandre Kadunk que marcou minha existência:

"As vezes, um gigante é um gigante por que você está ajoelhado".

P- Você não acha a sua especulação  bem ruinzinha em relação à física oficial?

R - Tenho certeza disso. A física oficial é frágil, mas é o melhor que temos à disposição. Trocá-la por alternativas obscuras pode não ser um bom negócio.

P- Por que então combater a física oficial?

R- O que me irrita que a física oficial é "vendida" na mídia como "verdade científica". Isso é inaceitável.

P- Valeu à pena a especulação gravitacional?

R- Penso que sim, e ainda vale. A idéia da gravidade como reação (efeito) e não como ação (causa), vem rendendo excelentes reflexões filosóficas. A hipótese não é original. Ela é debatida desde a Idade Média.

P - Há espaço na mídia para a discussão da física "underground"?

R- Quase nada.
Há excelentes fóruns para a física oficial; ela está presente nas séries de televisão e nas páginas de ciência da imprensa. Mas os fóruns de física oficiais não gostam de tocar no assunto. Parece que os dirigentes temem que a física heterodoxa desencaminhe a juventude estudantil. É como água e óleo.

Há também os fóruns de física "underground". Pena que a TV e imprensa não dá o mínimo de espaço para eles. Nem as emissoras que veiculam documentários tocam no assunto. Será que o tema é tão chato assim ?

P - Parece que você embarcou na polêmica da ida ao homem à lua. Isso não é um desserviço à ciência e tecnologia?

R- Essa polêmica é construtiva. Ela espelha o desconforto de quem gosta de pensar, contra a maioria daqueles que aceitam os fatos passivamente.

P- Seus números gravitacionais lunares mudaram bastante, não?

R - Não só mudaram como melhoraram!  Isso é o resultado da "evolução da óptica gravitacional". Quando abandonei a "porção" linear da fórmula fantástica, cheguei a um resultado maravilhoso!

P - Como foi esta evolução?

R - A coisa começou de uma hipótese "asnática", debatida apenas no campo qualitativo da questão; fomos à busca de provas de que a Terra poderia estar inchando. Quando partimos para a análise quantitativa, chegamos ao grau "fantástico". Hoje, podemos dizer que esse modelo de gravidade impulsiva, derivado dessa longa especulação, pode ser chamado de "Gravidade Radial", pois tem boa consistência matemática.

P - Mas o valor da gravidade radial da Lua difere da gravidade oficial, pois não ?

R - Sim, mas o valor da gravidade obtida nas presumidas filmagens lunares, também...

P - É tão difícil a obtenção da gravidade em solo lunar?

R - Com certeza! As melhores provas de gravidade são feitas em queda livre e pêndulo, que, por acaso, estão no filmete da penúltima postagem.

P - Os gravímetros dinamométricos deixados na Lua não funcionaram?

R - Até onde sei, funcionaram mal. Estes instrumentos funcionam com molas ou cordas de piano. A temperatura da Lua vai de aproximadamente - 100 a + 100 graus celsius. Não há mola que cubra esta faixa sem erro de medição. Molas variam a elasticidade em função da temperatura. Cordas de piano também não mantém a afinação numa faixa de temperatura tão extensa.

P - E quanto as sondas orbitais que medem a gravidade à distância?

R - Elas são muito boas, mas medem apenas a variação de uma gravidade presumida como certa.

P - Depois de um longo jejum nas viagens espaciais, os chineses vão enviar uma sonda na Lua, algo parecido com os jipinhos que visitaram Marte, o que podemos esperar disso?


R - Espero que esta missão seja predominantemente científica e tenha  êxito. Muitas sondas foram perdidas nessa odisséia. Quem sabe, teremos novidades sobre a gravidade superficial lunar.

P - Para terminar: você acha que estamos passando por uma encruzilhada científica?

R - O tempo todo. Daí minha irritação pelo termo "verdade científica".

P - Para você, o que é verdade?

R - Parece uma utopia, não? Quanto maior a clareza como vemos as coisas, maior a proximidade da verdade. Mas a luz intensa pode ofuscar-nos... somos limitados.

P - Um pensamento para finalizar?

R - Outro, de Kadunc:

"O homem somente andará de cabeça erguida quando estiver pisando no chão da verdade."
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 17th Setembro 2013, 13:26

Existe mesmo gravidade?

Somente há aceleração de um ponto material quando há variação de velocidade do mesmo, dentro de escala espacial e temporal conhecidas. A gravidade newtoniana não é uma exceção.

Quando daqui na Terra, um elevador que se encontra no ponto mais alto de um prédio tem seu cabo de aço cortado, tudo que está dentro do habitáculo perde seu peso. Para que tudo perca seu peso, é necessário que elevador aproxime-se do raio da Terra num movimento relativamente retilíneo, cuja aceleração é de 9,8 m/s^2.

Se esta experiência for feita com um foguete no espaço sideral, onde não há gravidade, assim que foguete iniciar um movimento acelerado de 9,8 m/s^2 em qualquer direção, tudo que estiver dentro da nave, passará a ter seu peso como se estivesse na Terra.

Isso não é uma contradição?

_________________
Gráviton, onde tu estás que não te encontro Razz ?
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 5th Outubro 2013, 12:08

A Hipótese da Gravidade Radial foi aniquilada?


De acordo com sondagens espaciais, a gravidade máxima do planeta Terra está no polo norte. Se assim for, a hipótese da expansão radial cai em desgraça.

Terra
Raio Equatorial: 6,378 * 10^6 m
Raio Polar: 6,357 * 10^6 m

Pela gravidade radial, a aceleração máxima da Terra deveria estar na região equatorial, não polar.

Mas, se o campo magnético terrestre interferiu nas medições do Satélite Goce?

Holly Shame! Santa Ignorância, Batman ! Para fazer um tira-teima, propomos fazer testes de queda livre nesses locais! Testes relativistas são discutíveis, vamos aos velhos testes de Galileu e Newton. Não nos esqueçamos de considerar a força centípeta, máxima no equador e nula nos polos! E nada de usar bolinhas, dinamômetros, molas ou pêndulos ferromagnéticos!

Terra Dínamo - Uma boa explicação sobre a origem do magnetismo terrestre.



foto derivada do Youtube


(Esta postagem foi feita em 16 de março de 2011 no extinto fórum de física do IFUFF. Talvez este seja o melhor sinal para explicar a gravidade radial.)

A Terra, para se comportar como um dínamo, precisa que seu núcleo gire numa frequência angular diferente de sua superfície. De preferência, numa velocidade angular superior.  

Talvez a hipótese da expansão asnática [hoje, expansão radial] explique o efeito magnético [resultante], pois durante a expansão do raio terrestre, a estabilização do movimento angular sofre um atraso em cada camada do planeta. Essa diferença de movimentos angulares dão origem ao campo magnético terrestre, quase isotopográfico ao eixo de rotação da Terra.



crédito da foto:
http://gabrielquerviajar.com.br/wp-content/uploads/2012/03/12.jpg

Difícil é encontrar outra explicação para a diferença de rotação das camadas terrestres. Indução magnética do Sol? Pelo tempo que a Terra gira, já era hora de todas as camadas estarem em sincronismo angular. Ainda bem que não é assim. Caso contrário, o escudo magnético terrestre teria desaparecido, e, sem ele, a vida na Terra também.


A maquinação continua...

Se o campo magnético da Terra for flutuante, a Terra deixa de ser um dínamo e passa a ser um alternador. As consequências dessa pequena diferença são drásticas: as variações de condutividade na superfície terrestre, quer nos oceanos, pela variação de salinidade ou nos continentes, pela variação da condutividade elétrica do solo, podem interferir na rotação das camadas inferiores da Terra.

Essas anomalias na condutividade elétrica terrestre podem funcionar como "espiras de um solenóide em curto circuito". Essas flutuações podem dar origem a campos magnéticos opostos ao gerado pelo "rotor" terrestre. Esse fenômeno é explicado pela Lei de Lenz.

Se assim for, o eixo magnético terrestre estará mudando em função das alterações geológicas, como o movimento dos continentes, de acordo com Wegener, pois o "rotor do alternador" sempre buscará uma posição ao eixo de rotação que provoque o mínimo de perdas de energia cinética


Referências:

Earth's Magnetic Field




Mais detalhes em:

Força da gravidade pode não ser constante

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=forca-gravidade-nao-constante&id=010130130917
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 19th Outubro 2013, 13:19

Gravímetro Concha de Sopa



Ponha uma concha de sopa sobre a pia. Dê um impulso lateral na borda da concha. Fique atento ao movimento e ruído produzido. À maneira que o tempo passa, a amplitude da oscilação da concha diminui e a frequência de oscilação aumenta, até a concha parar. Será que esse princípio pode ser levado à extrema precisão à ponto de permitir-se a construção de gravímetros de baixíssima incerteza de medição? Ou o efeito será sempre o mesmo, independente da aceleração da gravidade, desde que maior que zero?
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 3rd Novembro 2013, 11:55

Propriedade Distributiva da Potenciação

Durante as investigações da gravidade radial, no intuito de encontrar uma matemática que permitisse previsões, acabei descobrindo* uma propriedade muito interessante:

3^3 = [3^3 - 3^2] +[3^2 - 3^1] + [3^1 - 3^0] + [3^0]

Demonstração Prática:

27 = [27-9] + [9-3] + [3-1] + 1

27 = 27

A série pode continuar indefinidamente:

3^3 = [3^3 - 3^2] +[3^2 - 3^1] + [3^1 - 3^0] + [3^0 - 3^(-1)] + {[3^(-1) - 3^(-2)]} + {[3^(-2)-3^(-3)]}...

Filosoficamente, podemos caminhar desde o infinitamente grande ao infinitamente pequeno...

* Essa propriedade é conhecida como "Série Telescópica", descoberta há séculos, e é bem ao gosto do propositor da gravidade radial Razz !
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 11th Dezembro 2013, 08:10

Seria o Universo  um Beco sem Saída?



A NPA - Alianaça da Filosofia Natural (Associação dos Velhinhos Transviados, para os íntimos) propala que a Teoria da Relatividade de  Einstein deixou a ciência num beco sem saída.  Mas seria o Universo um beco sem saída?

A solução para este dilema é admitir que o tempo, o espaço e a matéria são infinitos. A matemática resolveu o problema do infinito há séculos. Mas, diriam os físicos: Matemática não é Física!  



"A física não é matemática, não por que sabemos muito do mundo físico, mas porque dele sabemos muito pouco."

- B. Russell
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 20th Dezembro 2013, 03:49

Efeito Doppler invertido.

Numa discussão com o colega Amosilva, chegamos a uma conclusão interessante:
O desvio para o vermelho pode acontecer tanto no  Big-Bang como no Big-Crunch!

http://fisica2100.forumeiros.com/t1333-outra-leitura-da-lei-de-hubble

A segunda postagem dessa série foi feita pelo moderador Carlos Costa:

Nem ação nem reação: a gravidade é uma necessidade, uma fatalidade do Universo. Também não é uma lei nem uma força (esses conceitos só existem na cabeça dos homens). É, como disse, uma necessidade.

Notem os colegas para essas duas equações:

E = m(v^2)/2

E = mc^2

A raiz quadrada de qualquer número elevado ao quadrado dá dois resultados: um positivo e um negativo.
A velocidade newtoniana ou einsteniana podem estar em qualquer sentido em relação ao ponto de observação adotado Shocked !

E se o Big-Bang e o Big-Crunch estiverem acontecendo ao mesmo tempo?

Chegaríamos a esta equação:



E = zero (!)
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Dionísio em 30th Dezembro 2013, 20:59

Jonas Paulo Negreiros escreveu:A raiz quadrada de qualquer número elevado ao quadrado dá dois resultados: um positivo e um negativo.
A velocidade newtoniana ou einsteniana podem estar em qualquer sentido em relação ao ponto de observação adotado  !
qualquer livro didático poderá informá-lo de que , ou seja, a raiz quadrada de um número real é sempre um número positivo.

Outra coisa: "a soma dos momentos lineares de todas as partículas (ou ondas) originadas no Big-Bang é igual a zero." A soma das energias cinéticas é igual ao somatório das energias cinéticas de cada partícula (ou onda) e é gigantesca e diferente de zero.

Essa energia será aproximadamente igual à soma da metade da massa do Universo multiplicada pela velocidade de expansão elevada ao quadrado.

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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

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