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Gravidade: Ação ou Reação?

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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 2nd Março 2014, 05:55



Ao rever esta figura de uma antiga postagem, sob título "satélite fantástico" :

http://fisica2100.forumeiros.com/t1237p10-gravidade-acao-ou-reacao#6851

Nota-se claramente que a situação do pistão dentro do túnel "experimenta" uma condição muito parecida com o "Paradoxo de Aquiles", proposto por Zenon:



O pistão está cada vez mais próximo do centro da Terra, como Aquiles está da tartaruga, mas, em ambos os casos, nenhum dos dois é capaz de ultrapassar seu "objetivo".

Acho que os filósofos gregos sabiam muito mais do que presume nossa vã filosofia  Razz !


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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Xevious em 2nd Março 2014, 16:43

Sei é que existem dois fenômenos que sabemos que existem.. mas teimam em fugir da nossa compreensão
podemos medi-los, mas não compreende-los..

O tempo e a gravidade..

e talvez eles tenham uma relação bem maior doq a evidente até agora..

tanto que a gravidade, é uma atração gravitacional, que provoca um deslocamento..
portanto uma mudança de ponto geográfico, em determinado tempo..

se o tempo 'parasse' não ocorreria esta mudança geográfica..
assim como se não houvesse influência gravitacional.. não haveria mudança geográfica também..

não chego a concluir nada, só estou querendo introduzir uma nova abordagem..

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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 3rd Março 2014, 11:11

Xevious escreveu:Sei é que existem dois fenômenos que sabemos que existem.. mas teimam em fugir da nossa compreensão
podemos medi-los, mas não compreende-los..

O tempo e a gravidade..

e talvez eles tenham uma relação bem maior doq a evidente até agora..

tanto que a gravidade, é uma atração gravitacional, que provoca um deslocamento..
portanto uma mudança de ponto geográfico, em determinado tempo..

se o tempo 'parasse' não ocorreria esta mudança geográfica..
assim como se não houvesse influência gravitacional.. não haveria mudança geográfica também..

não chego a concluir nada, só estou querendo introduzir uma nova abordagem..

Muito boa divagação, Xevious  lol! !
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por casasanta em 3rd Março 2014, 15:26

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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 12th Março 2014, 22:25

A notícia é meio antiga, mas dificulta a generalização do conceito de expansão radial espiral como justificativa para a origem da gravidade:

11 de Maio de 2011•17h06 • atualizado às 17h47

Pesquisa aponta que alguns planetas giram em sentido contrário

Um estudo publicado nesta quarta-feira na revista científica britânica Nature aponta que alguns planetas fora do Sistema Solar giram no sentido contrário das suas estrelas, o que invalida teorias em vigor até então sobre o assunto.

No Sistema Solar, no qual o Sol faz uma rotação completa em 26 dias a partir do seu equador, os planetas orbitam no mesmo sentido que o astro central. Há um ano atrás, uma equipe de astrônomos do Observatório de Genebra já tinha lançado "uma bomba no campo dos exoplanetas", ao apresentar numa palestra em Glasgow (Grã-Bretanha) seis planetas que orbitam em sentido contrário em relação à rotação de sua estrela.

"Pensávamos que o nosso sistema solar fosse parecido com os demais do universo, mas desde o início observamos coisas estranhas nos sistemas extra-solares", explica o astrofísico Frederic Rasio, da Universidade americana de Northwestern, coautor do estudo publicado nesta quarta-feira na revista britânica Nature.

Os astrônomos chegaram a essas conclusões ao observar grandes planetas gasosos, que podem ser comparados a Júpiter no nosso sistema solar, que se encontravam muito perto do seu astro, o que levou eles a batizá-los de "Júpiteres quentes".

Segundo eles, cerca de um quarto destes planetas girariam no sentido contrário. "Achamos isso mais estranho ainda por este planeta estar tão perto da estrela. Por que uma giraria num sentido e a outra orbitaria exatamente no sentido contrário?", se pergunta o professor Rasio.

Com sua equipe, ele simulou no computador as órbitas de dois grandes planetas, um sendo localizado muito mais perto do que a outra de uma estrela parecida com o sol. Suas perturbações gravitacionais recíprocas os levam a mudar de órbita, o planeta que se encontra mais perto se aproxima progressivamente do astro central, como acontece com os "Júpiteres quentes" observados.

Sofrendo o efeito das marés devido à proximidade da sua estrela, o planeta perde energia, fica mais lento e acaba se aproximando ainda mais. Sua órbita, que continua perturbada pelo outro planeta, pode mudar de direção, ser contorcida ou até dar uma reviravolta completa: neste último caso, ela acaba girando no sentido contrário.

Astrofísicos já tinham imaginado tal cenário num sistema com duas estrelas, no qual uma delas teria deformado a órbita de um planeta que giraria em torno de outro, segundo Didier Queloz, do Observatório de Genebra, ao lembrar uma das explicações apresentadas pela sua equipe na palestra de Glasgow, no ano passado.

O estudo publicado no artigo da revista Nature mostra que "a reviravolta também acontece com um outro planeta interagindo com o primeiro", o que seria "fundamental", já que existem sistemas que não possuem mais de uma estrela.

Referindo-se ao atual debate com outros astrônomos, que continuam procurando "a segunda estrela" para explicar estes casos, Didier Queloz se disse "muito contente" de ter descoberto este "novo cenário possível".

Ele ainda acredita que "a noção de que todos os outros sistemas seriam parecidos com o nosso cai totalmente por terra. Somos apenas parte de um tipo de sistema solar, no meio de uma enorme diversidade de órbitas e de possibilidades", diz o cientista suíço, que, em 1995, junto com o compatriota Michel Mayor, foi o primeiro a descobrir um exoplaneta girando em torno de um planeta parecido com o sol.

http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa-aponta-que-alguns-planetas-giram-em-sentido-contrario,ed98f9d4566ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por casasanta em 13th Março 2014, 13:09

Jonas. Eu ainda não consegui encontrar nenhum artigo que menciona a expansão radial como sendo o argumento do efeito gravitacional.

Você poderia me passar algum link de onde eu possa entender sobre o assunto?
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 13th Março 2014, 15:37

casasanta escreveu:Jonas. Eu ainda não consegui encontrar nenhum artigo que menciona a expansão radial como sendo o argumento do efeito gravitacional.

Você poderia me passar algum link de onde eu possa entender sobre o assunto?

A idéia da expansão radial, como forma de justificar a gravidade, começa com Kelton Gabriel.

enlace:

http://notlek.files.wordpress.com/2011/01/kelton-gabriel.pdf

Quando soube que a gravidade poderia não existir, comecei a construção de um modelo expansão fantástica, próprio para o setor de especulações ou ficção científica.

Atualmente, utilizo o termo expansão radial (usado em programas de videogames), pois nesse modelo a gravidade de um corpo esférico é presumidamente proporcional ao seu raio.

Kelton Gabriel acompanhou algumas de minhas postagens, mas (talvez por polidez) nunca fez uma crítica sequer, ao contrário, somente recebi incentivo de sua parte.

Se você tem algum tempo disponível, convido-o a acompanhar esse tópico desde o princípio:

http://fisica2100.forumeiros.com/t1237-gravidade-acao-ou-reacao

Suas críticas serão muito bem-vindas.
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por casasanta em 14th Março 2014, 00:19

Jonas. Minhas críticas já foram suficientes para banalizar a "expansão radial" como um evento que proporciona uma "pseudo" força atrativa, e que é considerada erroneamente como uma real força atrativa.

Eu me inteirei do conteúdo do tópico na época em que me manifestei com minhas críticas. Desculpe-me, mas me são muito óbvias as contradições de funcionalidades mecânicas deste universo idealizado pela "Expansão Radial" proposta pelo Kelton Gabriel.

Pergunta número 1 - O espaço se expande com mesma proporção, ou ele não se expande, sendo considerado um vazio de "nada"?

Pergunta número 2 - Como um planeta percorre uma curva em torno de uma estrela se a expansão radial não favorece fator algum para movimentos circulares como "efeitos pseudo gravitacionais"?

Será que esse Kelton Gabriel é esse referido pelos links abaixo?

http://plsql1.cnpq.br/buscaoperacional/detalheest.jsp?est=3083580164916439

http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/handle/1884/25655/Dissertacao%20-%20KELTON%20UFPR%202011.pdf?sequence=1

Não conheço esse trabalho do link acima. Parece-me muito sério, profundo e profissional. Se esse autor for o mesmo Kelton Gabriel, autor da idéia da "expansão radial como justificativa das atrações entre massas", suspeito que ele seja um bom profissional de uma área que não o da Física, que demonstrou grande fracasso como um Físico.

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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 14th Março 2014, 06:39

Sobre Kelton Gabriel

Não conheço esse trabalho do link acima. Parece-me muito sério, profundo e profissional. Se esse autor for o mesmo Kelton Gabriel, autor da idéia da "expansão radial como justificativa das atrações entre massas", suspeito que ele seja um bom profissional de uma área que não o da Física, que demonstrou grande fracasso como um Físico.

Eu não seria tão cruel em julgamento sobre o trabalho de Kelton Gabriel. O profissional é geografo (arrisco em dizer geofísico). Um dos trabalhos pertinentes aos geofísicos é o levantamento de anomalias gravitacionais na superfície terrestre...  

Note que o trabalho citado está relacionado à filosofia. Para isso, o autor da hipótese tem competência e conhecimento de causa.

Sobre a expansão radial
Pergunta número 1 - O espaço se expande com mesma proporção, ou ele não se expande, sendo considerado um vazio de "nada"?

O espaço entre corpos deve ser "nada".

Na hipótese da expansão radial, crescem o espaço ocupado pela matéria, o espaço intermolecular, o núcleo atômico, os elétrons e o espaço entre o núcleo e a eletrosfera.

O espaço (proporcional) entre corpos MODIFICA-SE apenas se houver diferença de energia cinética entre eles. O aumento (proporcional) da diferença de energia cinética entre os corpos é abastecida pela energia negra.

Toda a matéria cósmica cresce em harmonia, ou seja, pelo mesmo fator de expansão radial (fert).

Cresce também a velocidade de expansão cósmica, ou distância entre os astros (o próprio big-bang, impulsionado pela energia negra).

O espaço delimitado pelos astros mais distantes e o centro do big-bang continua crescendo e segue para o infinito. O espaço infinito está sendo "construído".

Pergunta número 2 - Como um planeta percorre uma curva em torno de uma estrela se a expansão radial não favorece fator algum para movimentos circulares como "efeitos pseudo gravitacionais"

Esta pergunta (que fiz a mim mesmo) respondi na página três dessa série.

O caso de um satélite (bolinha inicial verde, final vermelha) que "orbita" a Terra:



Existe uma velocidade, distância e ângulo críticos para um satélite "orbitar" a Terra. Newton já sabia disso no seu tempo.

Acredite se quiser, o satélite em relação ao espaço absoluto está realizando um movimento retilíneo e acelerado pelo fator de expansão radial.

Fora do ângulo crítico (em azul), o satélite cai (em vermelho) ou escapa (em verde) da "gravidade"
terrestre.

Se a velocidade (energia cinética) do foguete (em vermelho, verde ou azul) for suficientemente alta, a velocidade de crescimento do raio da Terra jamais tocará o satélite outra vez.

Preciso exercitar um modelo no qual o foguete é lançado contra a rotação terrestre. Aliás, nenhuma agência espacial faz isso.

Outro pontos interessantes da hipótese da expansão radial:

- Se vista da forma de Newton, a "velocidade da gravidade" pode ser interpretada como infinita;

- Se vista da forma de Einstein, a "gravidade" terrestre "curva" a trajetória retilíena do satélite. O próprio fenômeno "espaço-tempo".

- A velocidade da luz (ou fótons) deixa de ser absoluta, ela cresce com o abastecimento de energia negra, e réguas que medem essa velocidade são materiais e também crescem com o tempo.


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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por casasanta em 14th Março 2014, 13:25

À minha primeira pergunta - "O espaço se expande com mesma proporção, ou ele não se expande, sendo considerado um vazio de "nada"?" - você respondeu que o espaço se expande com mesmo fator de expansão das massas. Sendo assim, vejo que o universo sempre teria a "mesma cara", pois seria absolutamente tudo o que cresceria de forma proporcionalmente igual.

Mas você diz, depois, que o espaço só expande quando existe interação entre partículas. Você afirma claramente isso no citado abaixo:

Jonas Paulo Negreiros escreveu:O espaço (proporcional) entre corpos MODIFICA-SE apenas se houver diferença de energia cinética entre eles. O aumento (proporcional) da diferença de energia cinética entre os corpos é abastecida pela energia negra.

Essa "Energia Negra", segundo você, não está no espaço, mas entre os espaços das partículas, sendo que cada partícula possui uma "redondeza" de espaço. E que só haveria interação quando um espaço de uma partícula se unir com o espaço de outra, alterando o movimento de ambas as partículas em questão.

Mas, as partículas que estão nas longínquas galáxias vistas pelos telescópios interagem com as partículas que estão em seu corpo, pois seu corpo recebe as luzes delas. O espaço que rodeia uma dessas partículas de uma dessas galáxias longínquas se une com o espaço que rodeia uma das partículas da superfície de sua pele?

Não encontrei uma resposta à minha segunda pergunta. Por isso a farei novamente:

Como um planeta percorre uma curva em torno de uma estrela se a expansão radial não favorece fator algum para movimentos circulares como "efeitos pseudo gravitacional?

De acordo com os princípios da expansão radial o foguete “sempre” realizaria um movimento retilíneo, salvo pela ação de seus propulsores.

Você disse que os satélites orbitam a Terra, mas, sem propulsão não há órbita (melhor dizendo, pseudo órbita, pois não existem órbitas para os princípios da expansão radial em questão).

Com o desenho exposto você comenta que o movimento do satélite “indo” para uma órbita ainda não definida é retilíneo, mas você sabe que não é retilíneo. O desenho está parado, mas ele representa um giro de rotação que você evitou esclarecer. Assim ficou “meio” escondido que o satélite realiza um trajeto curvo.
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 14th Março 2014, 20:57

Casassanta:
A minha primeira pergunta - "O espaço se expande com mesma proporção, ou ele não se expande, sendo considerado um vazio de "nada"?" - você respondeu que o espaço se expande com mesmo fator de expansão das massas. Sendo assim, vejo que o universo sempre teria a "mesma cara", pois seria absolutamente tudo o que cresceria de forma proporcionalmente igual.

Mas você diz, depois, que o espaço só expande quando existe interação entre partículas. Você afirma claramente isso no citado abaixo:

O espaço (proporcional) entre corpos MODIFICA-SE apenas se houver diferença de energia cinética entre eles. O aumento (proporcional) da diferença de energia cinética entre os corpos é abastecida pela energia negra.

Jonas

Precisamos separar as coisas:

a) O espaço sideral, que podemos definí-lo "imaterial" ou "nada". Se esse espaço fosse alguma coisa, seria possível "interagir" com ele. Uma aplicação ambiciosa de interação com espaço seria construir astronaves que funcionariam sem o par ação-reação material.

Haveria apenas uma "interação de campos" entre a nave e o espaço. Como isso ainda não é possível (talvez nunca será), as naves espaciais reais interagem com particúlas ejetadas, como os foguetes químicos ou iônicos.

b) O espaço que delimita um corpo. E ésse espaço que expande-se pelo "fert" - fator de expansão radial terrestre.

c) A energia (cinética ou potencial) é "alguma coisa". Ela também expande-se pelo mesmo "fert". Esta energia se relaciona, ao menos, com dois corpos

Casasanta

Essa "Energia Negra", segundo você, não está no espaço, mas entre os espaços das partículas, sendo que cada partícula possui uma "redondeza" de espaço. E que só haveria interação quando um espaço de uma partícula se unir com o espaço de outra, alterando o movimento de ambas as partículas em questão.

Jonas

É isso. A expansão aconteceria entre as relações de massa e energia. Mas há um detalhe. A expansão cósmica tem origem no big-bang. Deve existir uma relação de energia escura entre esse ponto e todo o cosmos, mas esse ponto seria apenas um referencial. A energia negra teria de estar relacionada (em forma de campo de repulsão) com todos os corpos que distanciam-se entre si. Em nosso modelo a expansão é uma combinação de força radial e tangencial. O resultado dessa imagem (projetada em um único plano) seria uma espiral, válida para todos os corpos, microscópicos ou macroscópicos.

Casasanta

Mas, as partículas que estão nas longínquas galáxias vistas pelos telescópios interagem com as partículas que estão em seu corpo, pois seu corpo recebe as luzes delas. O espaço que rodeia uma dessas partículas de uma dessas galáxias longínquas se une com o espaço que rodeia uma das partículas da superfície de sua pele?

Jonas
O vento solar derrubou a estação espacial Skylab. Pode haver uma débil pressão de fótons que vem de estrelas distantes que tocam o meu corpo.

Casasanta
Não encontrei uma resposta à minha segunda pergunta. Por isso a farei novamente:

Como um planeta percorre uma curva em torno de uma estrela se a expansão radial não favorece fator algum para movimentos circulares como "efeitos pseudo gravitacional?

De acordo com os princípios da expansão radial o foguete “sempre” realizaria um movimento retilíneo, salvo pela ação de seus propulsores.

Você disse que os satélites orbitam a Terra, mas, sem propulsão não há órbita (melhor dizendo, pseudo órbita, pois não existem órbitas para os princípios da expansão radial em questão).

Com o desenho exposto você comenta que o movimento do satélite “indo” para uma órbita ainda não definida é retilíneo, mas você sabe que não é retilíneo. O desenho está parado, mas ele representa um giro de rotação que você evitou esclarecer. Assim ficou “meio” escondido que o satélite realiza um trajeto curvo.

Jonas, respondendo pelo fim:

P - Como a expansão pode "encurvar" uma reta?

R - Partindo-se da hipótese de que não há gravidade e sim apenas a expansão radial derivada da Terra (fert - um fator "universal), ao arremessar uma bolinha de gude para frente, esta deve percorrer um caminho retilíneo.  Quando a bolinha deixa a mão do arremessador, ela perde a parte de movimento que "acelera para cima". No entanto, a bolinha continua a subir com uma componente inercial linear, ou seja, a última velocidade "memorizada" pela bolinha antes de ser abandonada pelo arremessador. Aplique o mesmo fator de expansão radial na bolinha e na Terra. Fica "fácil" entender a resultante:

A superfície terrestre continuará subindo numa relação exponencial. O arremessador também.
Do ponto de vista do arremessador, ele virá a bolinha cair em curva de queda livre. Mas a bolinha, em referencial absoluto "sobe" uma rampa linear. A bolinha e o arremessador também crescem durante o tempo de observação do fenômeno. Mas esse crescimento é na ordem de milímetros. O crescimento radial da Terra é na ordem de metros.


Satélite em Órbita



O desenho do satélite e a Terra não ficou muito bom. Talvez um desenho animado ajudaria.
A Terra deve crescer e girar ao mesmo tempo, pela sua própria rotação mais a rotação total do cosmos, impossível de ser detetada. O satélite deve ter uma situação análoga a bolinha da explicação anterior.

Mas é necessário que a relação de energia entre o foguete (que lançou o satélite) e seu jato material amplie-se pelo "fert", caso contrário a velocidade angular aparente do satélite irá diminuir e a superfície terrestre "alcançará" o artefato.


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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 15th Março 2014, 01:26

A gravidade, interpretada como reação,  é a resposta inercial à expansão cósmica:



Notar que as galaxias giram. Isso pode ser uma resposta inercial à componente tangencial da expansão radial, isto é, aquela de origem ao big-bang.

A expansão radial terrestre daria origem à gravidade terrestre:



A Terra também gira...

A expansão radial cósmica (e particularmente terrestre)  é um modelo de "gravidade por impulsão" (há vários outros) e é baseado no princípio de que a entropia sempre aumenta. A expansão é uma "válvula de escape" para a entropia. Caso contrário, à esta altura, tudo estaria derretido.

Um ponto curioso é que os polos da Terra (mais frios) são achatados.
As explicações para este detalhe são várias. A expansão radial terrestre, decorrente da entropia é mais uma entre várias explicações.


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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por casasanta em 15th Março 2014, 05:28

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Um ponto curioso é que os polos da Terra (mais frios) são achatados.
As explicações para este detalhe são várias. A expansão radial terrestre, decorrente da entropia é mais uma entre várias explicações.

Eu gostaria muito de continuar com minhas críticas às suas explanações, sentindo que elas sejam construtivas, mas para isso eu teria que continuar na ilusão de estar sendo "precioso" aos seus ideais. Porém, percebendo a situação do debate, felizmente senti a desilusão.

Com o seu citado acima, que se refere aos fatores que sua "teoria" defende serem as responsáveis às temperaturas dos pólos, enxerguei que estou sendo muito destrutivo nessa intensa busca, inerente a um criticastro, com puros objetivos de derrubar por terra todos os princípios que fundamentam a "teoria da expansão radial".

Peço desculpas por ter sido criteriosamente injusto até então. E, peço desculpas, também, por não mais desejar criticar os enunciados da sua teoria. Pois vejo que isso só causará destruição.

Espero que você seja sábio o bastante (e tenho muitas certezas que sim) para entender as minhas colocações. É bem como diz um famoso ditado: "Se não pode com eles, junte-se a eles".

Eu desejo que você aprimore mais e mais essa "teoria" até que possa escrever um livro à altura de ser lido pelos influentes da área.

Não me sinto preparado o suficiente para lhe ajudar com isso. Mas, sempre que eu puder, darei umas olhadinhas em suas explanações daqui e dali, e, caso encontre algo “construtivo” para lhe passar, o farei com muito prazer.

Um forte abraço de seu amigo Casasanta.
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 15th Março 2014, 22:20

Com o seu citado acima, que se refere aos fatores que sua "teoria" defende serem as responsáveis às temperaturas dos pólos, enxerguei que estou sendo muito destrutivo nessa intensa busca, inerente a um criticastro, com puros objetivos de derrubar por terra todos os princípios que fundamentam a "teoria da expansão radial".

Casasanta,

Não se preocupe com isso. Eu não tenho uma certeza cega sobre as idéias que apresento nesse tópico. Gostaria de ter maior embasamento físico-matemático para defender minhas suspeitas ao relacionar o big-bang com a gravidade.

Como não tenho esse necessário conhecimento, tenho procurado "sinais" que corroborem com essa linha de raciocínio.

Quando apresentei essa hipótese no fórum de física do IFUFF, nem a maré lunar escapou desse crivo. No meu entendimento, se não há gravidade, a maré só pode ser um efeito de excentricidade do eixo de rotação terrestre.

A hipótese da expansão radial pode cair por Terra (ou Lua), quando finalmente fizerem uma medição gravitacional em solo lunar.

A parte matemática que descreve a expansão radial é pueril. No entanto, quase fui à exaustão para organizá-la. No fundo, é uma maneira diferente de expressar as mesmas e célebres equações de queda livre de Newton através da potenciação.

Por enquanto, a expansão radial é apenas produto de imaginação, livre de imposição de conceitos solidificados pela ciência oficial.

Fique à vontade quando quiser dirigir qualquer crítica ou sugestão ao meu trabalho.

Quanto ao seu modelo cósmico, ele me pareceu extremamente complexo para o meu entendimento. De qualquer maneira, fiquei feliz quando o colega Bosco "enxergou" as bases de sua teoria. Espero que o diálogo continue e seja o mais produtivo possível.
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por casasanta em 16th Março 2014, 01:04

Jonas. O universo de minha teoria não é complexo, e dá para entender sem dificuldades. O caso é que o que é focado nas minhas explanações não são as coisas do macrocosmo (planetas, estrelas, galáxias, energia escura, etc.), mas sim as coisas do microcosmo (partícula elementar, sistema mecânico do próton, coesão atômica, etc.).

Quando você fala que uma coisa é assim, assim, assada, você precisa mostrar as coisas funcionando para deixar claro que o que você está falando faz sentido. Senão ninguém vai adivinhar o que faz você acreditar que tal coisa é mesmo assim, assim, assada como você disse.

Por exemplo, o "como" e o "por que" da dilatação do tempo mencionada na Teoria de Einstein não é esclarecida mostrando as coisas funcionando nas escalas atômicas para se entender e acreditar o que realmente ocorre e que faz com que o tempo se apresenta dilatado sob certas condições.

Outra coisa é o que ocorre com os átomos do objeto que se contrai pelo movimento.

É claro que Einstein não atribuiu mudança alguma no mundo dos átomos de um objeto nas mudanças do tempo e do comprimento deste mesmo objeto, afirmando que a contração do comprimento e a dilatação do tempo deste objeto "são REAIS" para o observador que não se move junto com o objeto, mas "não são REAIS" para o próprio objeto.

Nunca ouvi e nem li sobre como funcionam e como se acomodam os átomos de um objeto se movendo com forte aceleração.

Isso é juntar a Relatividade de Einstein com a Mecânica Quântica de Planck numa mesma estrutura onde a gravidade é surgida pelo surgimento da partícula elementar em um ponto da massa absoluta favorável à ocorrência de um colapso.

Eu reafirmo que não é difícil de entender a estrutura do meu universo. Talvez o Bosco tenha mais jeito para explicar, já que a teoria dele tem muito de semelhança na estrutura da partícula elementar em relação à partícula da minha.

Talvez você esteja com dificuldade de entendê-la por ter receio de ela ser complexa. Mas, se você pensar com simplicidade quando ler o texto da minha teoria, e tiver paciência para reler o que não entendeu, consiga entender o detalhe que lhe falta para perceber do que se trata. Apenas algum detalhe compreendido poderá lhe fazer dominar o entendimento de forma ampla, e verá que essa estrutura de universo é simples.

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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 17th Março 2014, 09:43



Pela hipótese da expansão radial, Terra, Sol e Espaço Interestelar crescem na mesma proporção. Mas, em termos absolutos, isto é, utilizando-se uma régua que não se expande e descontando 8 minutos de atraso, o raio do Sol (esquerdo) cresce (em metros) numa velocidade muito maior que o raio da Terra (direito). No entanto, o ângulo formado entre os astros não muda.

Quando calculei a gravidade da Lua pelo princípio de expansão radial, encontrei uma grande divergência entre a gravidade newtoniana (oficial) e a gravidade radial:

Raio Equatorial da Terra = 6,378 X 10^6 m

FERT = [R(T) + (g/2)] / R(T)

FERT = [(6,378 X 10^6 m) + (9,80665 m/s^2 / 2)] / (6,378 X 10^6 m)

FERT = 1, 000 000 768 787 237 ... x

Cálculo da gravidade lunar pela aplicação de FERT

Gravidade Superficial Oficial da Lua: 1,67 m/s^2

Raio Oficial da Lua : 1,738 * 10^3 m

g(Lua) = [R(Lua) x FERT]- R(Lua)

g(Lua) = [(1,738 * 10^3 m) * 1, 000 000 768 787 237 x] - 1,738 * 10^3 m

gravidade radial da Lua = 1,336 m/s^2

Nesses cálculos, acabei me esquecendo de um um IMPORTANTÍSSIMO DETALHE: a imagem da Lua que vemos foi gerada no passado. Há um atraso de tempo para a luz da Lua chegar à Terra.

Em próxima postagem, vou considerar esse detalhe nos cálculos da expansão radial lunar.
Outro problema é que luz são fótons. A energia cinética dos fótons é baseada na velocidade da luz. Se a energia cinética da luz aumenta em conformidade com a expansão radial universal, esse detalhe também deverá ser considerado nos cálculos.


Última edição por Jonas Paulo Negreiros em 6th Outubro 2018, 12:34, editado 3 vez(es)
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por casasanta em 17th Março 2014, 18:25

Jonas. Se você "dividiu" os 9,80665m/s^2 da Terra por 2, deve "multiplicar" o 1,336m/s^2 da Lua por 2. O resultado correto é 2,672m/s^2.

Veja que a relação entre o raio da Terra (6378000m) e o valor de queda livre (9,80665m/s^2) é 650375.

6378000/650375=9,80665

Então é só dividir o raio em metros de qualquer astro por 650375 para obter o valor de "g" em "m/s^2"

650375 é uma constante para cálculos gravitacionais da sua teoria de expansão radial.

O raio da Lua é 1738000m.

1738000m/650375=2,672m/s^2

Esses são os cálculos segundo os princípios da teoria da expansão radial.

Mas, e a densidade do arstro?

A densidade não é uma determinante para a intensidade gravitacional?
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 17th Março 2014, 23:46

Casasanta,

Dê um pulo [à partir] na página sete desta série e verifique de onde saem todos os cálculos da gravidade radial.

Na hipótese da gravidade radial, a densidade não entra nos cálculos.

Para "pequenos corpos" talvez possamos aplicar a quantidade de velocidade newtoniana.

Houve alguns erros de transposição de dados do raio da Lua, pois a notação americana usa vírgula em vez de ponto decimal.


GRRR! Odeio números  Mad !


Abaixo, o cálculo prometido na penúltima postagem:

Raio Equatorial da Terra = 6,378 X 10^6 m

FERT = [R(T) + (g/2)] / R(T)

FERT = [(6,378 X 10^6 m) + (9,80665 m/s^2 / 2)] / (6,378 X 10^6 m)

FERT = 1, 000 000 768 787 237 ... x

Cálculo da gravidade lunar pela aplicação de FERT

Gravidade Superficial Oficial da Lua: 1,67 m/s^2

Raio Oficial da Lua : 1,738 * 10^6 m

g(Lua) = [R(Lua) x FERT]- R(Lua)

g(Lua) = [(1,738 * 10^6 m) * 1, 000 000 768 787 237 x] - 1,738 * 10^3 m

gravidade radial da Lua = 1,336 m/s^2


Cálculo da gravidade lunar pela aplicação de FERT compensado

Distancia entre a Terra e a Lua = 384.400 km

Tempo de atraso para a imagem da Lua chegar a Terra: 384.400 km / 300.000 km = 1,281 segundos


a) cálculo da gravidade com dados oficiais

Gravidade Superficial Oficial da Lua: 1,67 m/s^2

Raio Oficial da Lua : 1,738 * 10^6 m

g(Lua) = [R(Lua) * FERT]- R(Lua)

g(Lua) = [(1,738 * 10^6 m) * 1, 000 000 768 787 237 x] - 1,738 * 10^3 m

gravidade radial da Lua = 1,336 m/s^2


b) cálculo da gravidade radial lunar com dados oficiais compensados:

Houve um erro crasso nesses cálculos (vide postagem abaixo).

O resultado correto está nessa postagem:

http://fisica2100.forumeiros.com/t1237p110-gravidade-acao-ou-reacao#7933


Última edição por Jonas Paulo Negreiros em 23rd Março 2014, 17:31, editado 3 vez(es)
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por casasanta em 18th Março 2014, 00:47

(O raio da Lua) X ((a quantidade de vezes que o raio da Terra se torna depois de um segundo com a expansão constante do absoluto) potencializada pelo tempo em segundos que a luz demora para propagar pela distância entre a Lua e a Terra) = a quê?.

(1,738 * 10^6 m) * 1, 000 000 768 787 237^ (1,281!) = 2.005.349 m

Eu não consegui acompanhar isso.

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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 18th Março 2014, 09:44

casasanta escreveu:(O raio da Lua) X ((a quantidade de vezes que o raio da Terra se torna depois de um segundo com a expansão constante do absoluto) potencializada pelo tempo em segundos que a luz demora para propagar pela distância entre a Lua e a Terra) = a quê?.

(1,738 * 10^6 m) * 1, 000 000 768 787 237^ (1,281!) = 2.005.349 m

Eu não consegui acompanhar isso.


Realmente, Casasanta.

Cometi um erro crasso ao obter o raio lunar igual a 2.005.349 m

O cálculo correto está nesta postagem:

http://fisica2100.forumeiros.com/t1237p110-gravidade-acao-ou-reacao#7933


Última edição por Jonas Paulo Negreiros em 18th Março 2014, 22:12, editado 2 vez(es)
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Re: Gravidade: Ação ou Reação?

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