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Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

Mensagem por jocax em 8th Agosto 2013, 20:03

Wiki:
"..Propriedades[editar]

Os fótons são comumente associados com a luz visível, o que só é verdade para uma parte muito limitada do espectro eletromagnético. Toda a radiação eletromagnética é quantizada em fótons: isto é, a menor porção de radiação eletromagnética que pode existir é um fóton, qualquer que seja seu comprimento de onda, frequência, energia ou momento. Fótons são partículas fundamentais que podem ser criados e destruídos quando interagem com outras partículas, mas é conhecido que decaiam por contra própria. [carece de fontes]
Diferente da maioria das partículas, fótons não tem uma massa intrínseca detectável, ou "massa restante" (que se opõem a massa relativística). Fótons estão sempre se movendo a velocidade da luz (a qual varia de acordo com o meio no qual ela viaja) em relação a todos os observadores. A despeito da sua ausência de massa, fótons têm um momento proporcional a sua frequência (ou inversamente proporcional ao seu comprimento de onda), e seu momento pode ser transferido quando um fóton colide com a matéria (como uma bola de bilhar em movimento transfere seu momento para outra bola). Isto é conhecido como pressão de radiação a qual deve ser algum dia usada como propulsão como um veleiro solar.
Fótons são desviados por um campo gravitacional duas vezes mais que as predições da mecânica Newtoniana predisse para uma massa viajando a velocidade da luz com o mesmo momento de um fóton. .."
-----
Wiki:

FORÇA:
A moderna versão da segunda lei de Newton é uma equação diferencial:
F=dp/dt
Onde F e p , Ambos são grandezas vetoriais.

"...Segunda lei de Newton[editar]
Ver artigo principal: Segunda lei de Newton
A moderna versão da segunda lei de Newton é uma equação diferencial:9
\vec{F} = \frac{\mathrm{d}\vec{p}}{\mathrm{d}t},
sendo \scriptstyle \vec{p} um momento linear do sistema, e \scriptstyle \vec{F} uma força. Ambos são grandezas vetoriais.

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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

Mensagem por Robson Z. Conti em 9th Agosto 2013, 10:27

jocax escreveu:Para o calculo do peso de CORPOS MASSIVOS temosa formula: F = m g
Nesta fórmula está escancarado que o peso depende diretamente da massa. E a unidade de força é o Newton (N, ou Kg.m/s2 em unidades fundamentais), o qual traz dentro de si as grandezas que o compõem, ou seja massa [Kg], espaço [m] e tempo [s]. Aqui está nítido e evidente que sem massa não há peso.

jocax escreveu:Para corpos NAO massivos a forca peso pode ser dada por F= dp/dt onde p eh o momento
e dp a variacao domomento devido a gravidade.
Esta fórmula dá um pouco mais de trabalho, mas é só olhar dentro das unidades para que a realidade fique mais clara. Qual a unidade de momento linear? Newtonsegundo, ou Kg.m/s. Ou seja, também aqui o peso pedende diretamente de massa.

jocax escreveu:Ou seja, mesmo sem massa o foton pode ter peso.
Parece que não. Sem massa, sem peso.

jocax escreveu:Massa é a quantidade de matéria presente em um corpo. Dizemos que a massa de uma pessoa é a mesma em qualquer lugar. ..."
A quantidade de matéria de um corpo tem como unidade de medida o MOL. Massa é a dificuldade que um corpo apresenta em ter o seu estado de movimento alterado, e tem como unidade de medida o quilograma, o famosíssimo Kg, presente nas fórmulas apresentadas.

No último século, como verificamos a existência de partículas (fótons) que movem-se em velocidade “c”, e como elas não poderiam, conforme a teoria da relatividade serem aceleradas até esta velocidade, passamos a considerá-las sem massa. O problema é que sem massa elas não poderiam deslocar elétrons de suas órbitas no efeito fotoelétrico. Então passamos a considerá-las paradoxalmente sem massa, mas com momento linear. Só que as unidades de medida das grandezas nos mostram a intrínseca natureza das mesmas, ou seja, por mais que estejamos tentando torturar a realidade, a unidade de momento linear [Kg.m/s], tendo a unidade de massa como sua componente direta, implica matematicamente na necessidade de massa [Kg] para tudo o que possui momento linear [Kg.m/s] , que é o que os físicos experimentais estão verificando, conforme eu coloquei na minha última postagem neste tópico.

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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

Mensagem por jocax em 9th Agosto 2013, 13:25

Vc disse:
"Esta fórmula dá um pouco mais de trabalho, mas é só olhar dentro das unidades para que a realidade fique mais clara.
Qual a unidade de momento linear? Newtonsegundo, ou Kg.m/s.
Ou seja, também aqui o peso pedende diretamente de massa.
"

Vc esta cometendo um erro crasso : confundir unidades de medidas com entidades fisicas.

Veja q a UNIDADE de energia tambem contem massa: E= MC2

1 joule = 1Kg * m2 /s2

mas o foton tem energia mas NAO possui massa!

wiki:
Unidades[editar]
A unidade de energia no sistema internacional de unidades é o joule (J). O joule é uma unidade derivada, equivalente a 1 newton metro (1J=1N.1m ) ou ainda a 1 quilograma metro quadrado por segundo quadrado (1J=1kg \frac {m^2}{s^2} ).

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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

Mensagem por Robson Z. Conti em 10th Agosto 2013, 16:04

jocax escreveu: Vc esta cometendo um erro crasso
Mais uma vez a professoral e crassa sentença sem apresentação de argumentos. Você certamente não pretende que eu simplesmente aceite seus juízos de valor como representação da verdade apenas por você aqui colocá-los, pretende?
jocax escreveu:Vc esta cometendo um erro crasso: confundir unidades de medidas com entidades fisicas.
Eu não disse que unidades de medidas são entidades físicas. O que eu disse foi que “as unidades de medida das grandezas nos mostram a intrínseca natureza das mesmas”, como se a análise das unidades base nos fornecesse dados a respeito do DNA da grandeza, detalhando como e do que ela é produzida. E neste caso, a grandeza que conhecemos como momento linear, para existir, necessita de massa, pois na sua unidade de medida há o Kg, unidade de massa, e de forma que torna esta grandeza diretamente proporcional à massa.
jocax escreveu:mas o foton tem energia mas NAO possui massa!
Conforme eu coloquei já por duas vezes, “The photon is currently understood to be strictly massless, but this is an experimental question...  If Coulomb's law is not exactly valid, then that would cause the presence of an electric field inside a hollow conductor when it is subjected to an external electric field. This thus allows one to test Coulomb's law to very high precision. A null result of such an experiment has set a limit of m ≲ 10−14 eV/c2... The fact that no such effects are seen implies an upper bound on the photon mass of m < 3×10−27 eV/c2. The galactic vector potential can also be probed directly by measuring the torque exerted on a magnetized ring. Such methods were used to obtain the sharper upper limit of 10−18eV/c2 (the equivalent of 1.07×10−27 atomic mass units) given by the Particle Data Group... If the photon mass is generated via the Higgs mechanism then the upper limit of m≲10−14 eV/c2 from the test of Coulomb's law is valid.” [http://en.wikipedia.org/wiki/Photon]”, ou seja, este assunto ainda não está fechado.
jocax escreveu:1 joule = 1Kg * m2 /s2
Apenas para exemplo de como a análise das unidades fundamentais escondidas em uma unidade de medida de uma grandeza são determinadas pela própria natureza, e emblematicamente nos revelam a natureza intrínseca da grandeza, vou usar o nosso querido Joule. Pois bem, Energia (medida em joules) é a capacidade de realizar trabalho. Quando desejamos calcular a energia cinética que um sistema possui em relação a determinado ponto, se verifica inicialmente a sua massa (m), em quilogramas, e a sua velocidade (v), em metros por segundo, a qual é decorrente da massa ter sido acelerada. O valor da energia será proporcional à massa e a esta velocidade e o resultado (em Kg.m² /s², mais conhecido como joule ou newtonmetro) tem como significado prático a quantidade de energia que possui, ou seja, estaremos calculando a capacidade deste sistema de realizar trabalho.
De idêntica maneira, quando desejamos calcular o trabalho produzido em determinado evento (ou a energia que seria necessária para produzi-lo) multiplica-se o valor da força (em Kg.m/s² , ou newton) efetivamente aplicada pela distância (em metros) percorrida no sentido de aplicação da força. O resultado também será em Kg.m²/s² (mais conhecido como joule ou newtonmetro, conforme acima), significando a quantidade de energia que foi ou seria necessária para um sistema mover (ou impedir o movimento) de modo a resultar em uma diferença de velocidade.
Abaixo reproduzo as definições de joule e de força, retiradas diretamente do documento do INMETRO, que por sua vez reproduz a norma internacional que define o Sistema Internacional de Unidades.

“O joule é o trabalho produzido quando o ponto de aplicação de 1 unidade MKS de força
(newton) se desloca de uma distância igual a 1 metro na direção da força”.
“Unidade de força - A unidade de força [no Sistema MKS (Metro, Quilograma, Segundo)] é
a força que comunica a uma massa de 1 quilograma a aceleração de 1 metro por segundo,
por segundo.”

Considero interessante notar, também conforme definição constante no mesmo documento do INMETRO, que “A unidade de quantidade de calor é o joule”.

Ou seja, há uma equivalência entre unidades (joule) e conceitos, de maneira que o cálculo da energia nos permite verificar de quanta energia o sistema dispõe naquelas condições e o cálculo de trabalho nos diz quanta energia seria ou foi necessária para que um determinado efeito seja produzido (além de informar sobre a quantidade de calor produzida ou necessária em diversos eventos ou processos).
Pode-se também observar que duas condições são absolutamente necessárias em ambos os casos: a existência de massa e de velocidade para se produzir energia (que é a capacidade de realizar trabalho) e para que um trabalho seja realizado (que é a medida da energia transformada para se produzir movimento). Como a velocidade de uma massa é sempre decorrente da aceleração dela, temos sempre massa e aceleração, produzindo uma força. Mas como a força passa a proporcionar energia cinética a uma massa e como se mede isto?
Inicialmente podemos notar uma grande similaridade entre as maneiras utilizadas para se calcular força e energia de corpos em movimento. Assim, a energia cinética é proporcional à massa e à velocidade ao quadrado do corpo (Ec= m.v²/2), o mesmo ocorrendo com a força centrífuga (Fc= m.v²/r). Conceitualmente estamos falando das mesmas grandezas, massa e da quantidade de aceleração a que esta foi submetida, isto é, a sua velocidade (se verificarmos a maneira de calcular a energia contida na matéria - E=m.c² - a situação será idêntica, pois a letra “c” também é uma velocidade, a da luz). Entre força e energia aparenta-me existir uma linha muito tênue na definição.
A força é a capacidade de um sistema produzir o movimento de uma quantidade de massa por uma quantidade de metros. Já a energia é a quantidade de metros que um sistema tem capacidade de fazer isto. Ou seja, da medida da força acumulada pelo sistema. Isto fica evidente quando se verifica que a unidade de força é o newton e que a quantidade de energia é o newtonmetro, ou seja, representativa da quantidade de metros que uma força consegue deslocar uma massa.
Note-se que a unidade de força (newton, ou Kgm/s²) traz dentro de si massa (Kg), distância (m) e tempo(s), ela tem dentro de si as três grandezas fundamentais (LMT, lembra?) deste universo e isto deve sempre, na minha humilde opinião, ser levado em consideração em todas as análises que se faça. Pois o que existir haverá de ter pelo menos uma destas grandezas, no caso do próprio tempo, e pelo menos duas delas, em todos os demais casos, sendo que uma delas será obrigatoriamente o tempo, ou será algo totalmente abstrato.
Vamos então tentar verificar a maneira como uma determinada quantidade de matéria adquire condição de produzir trabalho. Inicialmente imaginemos um objeto, uma pequena esfera de aço por exemplo, em um local sem a influência significativa de campos de força de qualquer natureza. Esta esfera estaria no espaço intergaláctico e vamos desprezar os campos gravitacionais que produzem o próprio espaço, conforme a relatividade einsteiniana, para não complicar demais. Se uma pessoa se aproximasse desta esfera e equiparasse a sua velocidade à dela, a quantidade de energia cinética que a esfera teria em relação à pessoa seria zero (apesar de ter massa, não teria velocidade).
Se esta pessoa (muito bem apoiada em um objeto de massa muito maior, para não adquirir também movimento pela força de reação) empurrasse a esfera de modo que esta passasse a desenvolver alguma velocidade em relação à própria pessoa, a esfera passaria a dispor de energia e capacidade de realizar trabalho em relação à pessoa pois, em relação a ela, teria agora alguma velocidade.
Da mesma maneira esta esfera teria idêntica energia (capacidade de realizar trabalho) em relação a qualquer outro corpo que tivesse a mesma velocidade que a pessoa tinha ao terminar de empurrar a esfera, e seria proporcionalmente tão maior ou menor quanto fosse esta diferença de velocidade em relação a todos os demais corpos deste universo.
O que ocorreu neste exemplo foi que a pessoa transferiu energia de seus músculos para a esfera e acelerou-a, ou seja, produziu alteração na velocidade da esfera. Nesta operação a pessoa passou a ter menos energia armazenada (“queimou” algumas calorias, ou joules) e a transferiu para a esfera. A energia que esta esfera passou a dispor é função da sua quantidade de matéria (a sua massa, portanto) e da velocidade que passou a possuir.
E em um ambiente sem atrito como o interplanetário ela não mais perderá esta energia. Caso a esfera defronte-se, mesmo um milhão de anos mais tarde, com outro objeto qualquer que tenha a mesma velocidade que a pessoa tinha, e choque-se com ele, toda a energia que a esfera de aço armazenou com o empurrão que levou será transferida para o objeto. Se o objeto for indeformável e imovível (em uma condição ideal) esta energia haverá de transformar-se em calor e aquecê-los, mesmo um milhão de anos depois do empurrão.
Se a velocidade da esfera em relação a este objeto for maior ou menor que a velocidade que tinha em relação à pessoa que o empurrou, a energia transformada será também maior ou menor,conforme o caso. Considero interessante observar que a energia que a esfera passou a dispor é rigorosamente proporcional à sua massa e velocidade e que a sua velocidade é decorrente da quantidade de energia que foi transmitida pela pessoa através da força que fez.
Posso estar sendo repetitivo mas este ponto é fundamental e dele depende muita coisa. Se a esfera foi empurrada com uma força constante por um metro, ela terá a sua velocidade aumentada de maneira que passará a acumular a força (em newtons) que lhe foi transferida por um metro, o que a dotará da energia cinética (em newtonmetro, ou joule) acumulada correspondente.
Se a pessoa conseguir empurrá-la com força constante por dois metros ela acumulará a força (em newtons) que lhe foi transferida por dois metros e passará agora a ter o dobro de newtonsmetro. O que resultará em velocidade maior (mas não dobrada), e dotará a esfera de maior condição de realizar trabalho, ou seja, de maior energia. Sem nenhum truque, mágica ou milagre.
Ou seja, para serem produzidos efeitos, há a necessidade de causas adequadas e proporcionais a eles, de modo que se não houvesse o empurrão (transferência de energia), não haveria armazenamento de energia, não haveria movimento, não haveria choque, não haveria aquecimento. Não haveria efeito, portanto. Não haveria força, pois quando a pessoa transferiu energia para uma massa (esfera) e a acelerou, isto é, alterou a sua velocidade, esta passou a ser dotada de condição capaz de também comunicar a uma massa uma aceleração (ou calor), ou seja, de devolver a energia que recebeu através de aceleração.
Outro detalhe é que quando a pessoa empurrou a esfera, esta última passou a ser possuidora de capacidade de produzir aceleração de um objeto e de realizar trabalho por ter massa. Pois um empurrão em uma região do espaço sem a presença de massa não teria produzido transferência de nenhuma capacidade de produzir aceleração ou realizar trabalho, principalmente um milhão de anos depois.
Desta maneira, por princípio, o que quer que tenha capacidade de comunicar aceleração, realizar trabalho ou aquecer corpos, há de ter massa e velocidade (aceleração armazenada), a qual haverá de ter-lhe sido transferida de maneira adequada e proporcional à capacidade demonstrada, pois um empurrão com mais força produziria armazenamento de mais energia, assim como, se a esfera tivesse massa maior ou menor, a energia de que seria portadora seria proporcionalmente maior ou menor. Mas o fundamental seria que a esfera existisse, pois apenas o que existe é capaz de produzir efeitos. E para existir, há de possuir certa quantidade de material, mesmo que apenas momentaneamente atuando em conjunto, como uma onda sonora ou um transiente em um sistema elétrico, por exemplo.

Acredito que isto já seja suficiente para nos propiciar uma ideia do motivo pelo qual considero que as unidades fundamentais de que são compostas as unidades de medida das grandezas são determinadas pela própria natureza e reveladoras da sua essência, em termos físicos.

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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 11th Agosto 2013, 16:11

O que ocorreu neste exemplo foi que a pessoa transferiu energia de seus músculos para a esfera e acelerou-a, ou seja, produziu alteração na velocidade da esfera. Nesta operação a pessoa passou a ter menos energia armazenada (“queimou” algumas calorias, ou joules) e a transferiu para a esfera. A energia que esta esfera passou a dispor é função da sua quantidade de matéria (a sua massa, portanto) e da velocidade que passou a possuir.
E em um ambiente sem atrito como o interplanetário ela não mais perderá esta energia. Caso a esfera defronte-se, mesmo um milhão de anos mais tarde, com outro objeto qualquer que tenha a mesma velocidade que a pessoa tinha, e choque-se com ele, toda a energia que a esfera de aço armazenou com o empurrão que levou será transferida para o objeto. Se o objeto for indeformável e imovível (em uma condição ideal) esta energia haverá de transformar-se em calor e aquecê-los, mesmo um milhão de anos depois do empurrão.
Pelo princípio de ação e reação, parte da energia dos músculos do astronauta volta para ele mesmo ou foi enviada para o éter?

Um corpo não "guarda" energia cinética ou potencial. Ela deve estar relacionada com o corpo e o éter.

Desse modo que a interação de energia cinética deveria ser entre o éter, a esfera de aço e o astronauta.
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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

Mensagem por jocax em 12th Agosto 2013, 01:48

O Foton NAO Pode ter massa pois se tivesse massa contariaria a relatividade
pois corpos com massa nao podem atingir a velocidade da luz.

E assim pela sua logica a luz nao poderia atingir a velocidade da luz !!


Portanto sua pseudo-logica de utilizar a unidade de medida para CONCLUIR que op foton tem massa
nao eh utilizada nem por alunos do primeiro grau. rsrsr

Vamos utilizar sua logica e deduzir a unidade do tempo:


Joule = J = 1Kg *m2/s2

Daqui podemos extrair o segundo:

1 s = Raiz( 1Kg * m2 / J ) = m * Raiz ( Kg /J )

Ou seja de acordo com sua "logica",

o segundo Possui espaco !!.



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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 12th Agosto 2013, 09:50



Joule = J = 1Kg *m2/s2

Daqui podemos extrair o segundo:

1 s = Raiz( 1Kg * m2 / J ) = m * Raiz ( Kg /J )

Ou seja de acordo com sua "logica",

o segundo Possui espaco !!.
Muito Bom! Espaço e Tempo podem ser uma coisa só!
Aliás, o "Bom Velhinho" chegou a esta conclusão no começo do século XX.
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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

Mensagem por jocax em 12th Agosto 2013, 13:15

Entao o velhinho esqueceu da raiz( Kg/ J )

Ou seja o tempo apresentaria uma RAIZ DE PESO !!!! kkkkk

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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

Mensagem por Robson Z. Conti em 12th Agosto 2013, 18:23

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Pelo princípio de ação e reação, parte da energia dos músculos do astronauta volta para ele mesmo ou foi enviada para o éter?
Volta para ele mesmo (tanto que eu tive o cuidado de salientar que a pessoa deveria estar apoiada em algo de massa muito maior) transformando-se principalmente em radiação (fótons, calor).

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Um corpo não "guarda" energia cinética ou potencial.
Aparenta-me que guarda sim. É exatamente o que ocorre com a esfera após receber o empurrão na postagem anterior.

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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 12th Agosto 2013, 23:23

Robson Z. Conti escreveu:
Jonas Paulo Negreiros escreveu:Pelo princípio de ação e reação, parte da energia dos músculos do astronauta volta para ele mesmo ou foi enviada para o éter?
Volta para ele mesmo (tanto que eu tive o cuidado de salientar que a pessoa deveria estar apoiada em algo de massa muito maior) transformando-se principalmente em radiação (fótons, calor).

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Um corpo não "guarda" energia cinética ou potencial.
Aparenta-me que guarda sim. É exatamente o que ocorre com a esfera após receber o empurrão na postagem anterior.

[]s
Pois é Robson,
Nestas condições fica difícil encontrar a equivalência entre massa e energia.
Onde a massa de uma esfera "guarda" a energia?
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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

Mensagem por Robson Z. Conti em 13th Agosto 2013, 01:04

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Onde a massa de uma esfera "guarda" a energia?
Na quantidade de matéria que nela existe e na velocidade que passa a ter após ter sido acelerada da forma citada na postagem.

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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

Mensagem por Robson Z. Conti em 13th Agosto 2013, 05:45

jocax escreveu:O Foton NAO Pode ter massa pois se tivesse massa contariaria a relatividade
pois corpos com massa nao podem atingir a velocidade da luz.

E assim pela sua logica a luz nao poderia atingir a velocidade da luz !!
Desde o começo tenho aqui dito que você possivelmente não lê o que eu escrevo e esta impressão está cada vez mais forte. O texto “The photon is currently understood to be strictly massless, but this is an experimental question. If the photon is not a strictly massless particle, it would not move at the exact speed of light in vacuum, c” NÃO É DE MINHA AUTORIA, conforme já coloquei em várias postagens, ele é encontrado em http://en.wikipedia.org/wiki/Photon. Em português bem claro, no artigo encontrado no link informado, temos que “O fóton é atualmente entendido como estritamente sem massa, mas esta é uma questão experimental. Se o fóton não é uma partícula estritamente sem massa, ele não poderia se mover na exata velocidade da luz no vácuo, c” [tradução livre e grifos meus].

Ou seja, esta lógica não é minha. E nem de ninguém, ela é decorrente da equação que afirma que seria necessária uma quantidade “infinita”(sic) de energia para acelerar algo até a velocidade da luz no vácuo, conforme prevê a teoria da relatividade. Quem reclamou do absurdo conceitual que esta situação produz fui eu, pois o texto (e a teoria) mostram claramente que, caso o fóton tenha massa (que é o que os experimentos indicam) nem a luz poderia deslocar-se à velocidade da luz no vácuo. Mas parece que você não lê o que eu escrevo.
jocax escreveu: Portanto sua pseudo-logica de utilizar a unidade de medida para CONCLUIR que op foton tem massa
nao eh utilizada nem por alunos do primeiro grau. rsrsr
Pelo que se pôde observar logo acima, talvez não seja ideia tão ruim você voltar então para o primeiro grau...
jocax escreveu: Vamos utilizar sua logica e deduzir a unidade do tempo:

Joule = J = 1Kg *m2/s2

Daqui podemos extrair o segundo:

1 s = Raiz( 1Kg * m2 / J ) = m * Raiz ( Kg /J )

Ou seja de acordo com sua "logica",

o segundo Possui espaco !!.
Talvez a ideia de você voltar ao primeiro grau, além de não ser tão ruim, possa ser realmente uma boa ideia... Veja só, eu JAMAIS disse que se pode tomar a representação matemática de uma grandeza como se fosse a própria grandeza e sim que nestes casos apenas usamos de simbologia adequada e a relação entre elas para nos permitir previsões. E nem que a unidade de medida de uma grandeza seja a própria grandeza.
Além disto, eu já disse em postagens anteriores que devemos diferenciar dados tomados da realidade de variáveis produzidas em cálculos, quando trabalhamos com fórmulas e equações, que é exatamente o contrário do que o nobre colega fez no caso apresentado.

Mas o detalhe principal é que as unidades fundamentais que até então consideramos existir na natureza são as que representam o espaço (extensão, comprimento, ou Lenght), a matéria (neste caso bariônica, ao que damos o nome de massa, ou Mass) e a duração das coisas (passagem do tempo, Time), cuja iniciais formam a conhecida sigla LMT, cujas unidades de medida acabam compondo as unidades de grandezas complexas, de forma que a maneira (direta ou indiretamente proporcional) e a dimensionalidade das unidades básicas mostram a estrutura fundamental das unidades complexas, revelando como e quanta influência as unidades fundamentais exercem nas grandezas complexas.
As unidades de medida de grandezas complexas podem em geral ser decompostas nas unidades básicas daquela grandeza, as quais, no sistema MKS são o metro, o quilograma e o segundo. Afirmar que unidades de medida de grandezas fundamentais são formadas pelas unidades de medição complexas é absurdo.
Se o seu argumento tivesse sido mais bem construído eu diria que ele seria um exemplo de falácia do espantalho, mas nem a isto chegou.

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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 13th Agosto 2013, 10:47

Robson Z. Conti escreveu:
Jonas Paulo Negreiros escreveu:Onde a massa de uma esfera "guarda" a energia?
Na quantidade de matéria que nela existe e na velocidade que passa a ter após ter sido acelerada da forma citada na postagem.

[]s
Nesse caso, pode um corpo dissipar sua própria massa para continuar acelerando?


Veja só, eu JAMAIS disse que se pode tomar a representação matemática de uma grandeza como se fosse a própria grandeza e sim que nestes casos apenas usamos de simbologia adequada e a relação entre elas para nos permitir previsões. E nem que a unidade de medida de uma grandeza seja a própria grandeza.
Engraçado... Cesar Lattes dizia que Einstein confundia unidade de medida com grandeza.

O maior mérito de Einstein deve ter sido este:
A física deve acabado no século dezenove, como profetizou Lord Kelvin.
" O bom velhinho " provocou uma interminável polêmica, para que a mais antiga ciência não caísse no anonimato Razz ...
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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

Mensagem por jocax em 14th Agosto 2013, 22:31

O Photon eh a propria luz e a velocidade da luz no vacuo
seria a velocidade do photon no vacuo.

A posicao da fisica atual eh que o Foton NAO TENHA MASSA

se tivesse massa outras consequencia apareceriam:
WIKI:
"A massive photon would have other effects as well. Coulomb's law would be modified and the electromagnetic field would have an extra physical degree of freedom. These effects yield more sensitive experimental probes of the photon mass than the frequency dependence of the speed of light. If Coulomb's law is not exactly valid, then that would cause the presence of an electric field inside a hollow conductor when it is subjected to an external electric field. This thus allows one to test Coulomb's law to very high precision.[22] A null result of such an experiment has set a limit of m ? 10-14 eV/c2.[23]"

Mas nao eh soh esse o ponto.
VC CONCLUIU A PARTIR DAS UNIDADES DE MEDIDA QUE ALGO DEVERiA TER MASSA !!

Se fosse assim o foton deveria ter massa e toda a fisica deveria ser refeita.

Vc nao ker admitir seu erro crasso e fica ai trolando e enrolando.

Ola bem o que VCE messmo escreveu:
"...Só que as unidades de medida das grandezas nos mostram a intrínseca natureza das mesmas,
ou seja, por mais que estejamos tentando torturar a realidade,
a unidade de momento linear [Kg.m/s],
tendo a unidade de massa como sua componente direta,
**** implica matematicamente na necessidade de massa ****
[Kg] para tudo o que possui momento linear [Kg.m/s] ..."

Entao vc **para de ser mentiroso** que vc que deduziu pela unidade de medida
que TUDO QUE TEM MOMENTO TEM QUE TER MASSA!!!

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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 19th Agosto 2013, 10:53

Jocax,

Como dizem os portugueses, estou a acompanhar esse debate com grande interesse.
Como nem tudo são flores na física, as divergências desabrocham. Para isto exatamente servem os fórums.

Fiquei entristecido com o desfecho de sua última postagem.
Combata as idéias, nunca seus idealizadores.
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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

Mensagem por jocax em 20th Agosto 2013, 14:14

Jonas vc tem razao.
Mas fica dificil manter esta postura qdo dizem coisas do tipo:

"..Talvez a ideia de você voltar ao primeiro grau, além de não ser tão ruim, possa ser realmente uma boa ideia..."

Vc tbem nao ficaria meio ofendido?

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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 20th Agosto 2013, 16:58

jocax escreveu:Jonas vc tem razao.
Mas fica dificil manter esta postura qdo dizem coisas do tipo:

"..Talvez a ideia de você voltar ao primeiro grau, além de não ser tão ruim, possa ser realmente uma boa ideia..."

Vc tbem nao ficaria meio ofendido?
Concordo, Jocax.

Infelizmente, alguns debates geram mais calor que luz No !
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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

Mensagem por Robson Z. Conti em 21st Agosto 2013, 02:37

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Nesse caso, pode um corpo dissipar sua própria massa para continuar acelerando?
Depende do que se considerar “corpo”.

Se esta palavra estiver se referindo a partículas elementares, a resposta é um rotundo e categórico não.

Se “corpo” for um agrupamento coeso de partículas elementares a que em geral denominamos “matéria bariônica”, isto EM TESE poderia ocorrer, DESDE QUE TENHAMOS FORNECIMENTO DE ENERGIA EXTERNA (e particulas elementares) que mantenha o processo (apesar do processo poder ocorrer, EM TESE, por algum tempo em sistemas extremamente eficientes, como os que entraram em estados avançados de ressonância) através da emissão continuada de partículas elementares que, ao se chocarem umas contra as outras, expandiriam o sistema. Aliás, a situação produzida por um mundo no qual todos os átomos irradiam “o tempo todo” (o que É exatamente o que observamos ocorrer em nosso mundo) é de nos levar a pensar nas consequências disto em prazos extremamente dilatados pois, se há equivalência entre massa e energia, e os átomos irradiam sempre, então a massa/energia do sistema estaria aumentando sempre. Ou não? Se não, por que não?
Pode-se dizer que isto contrariaria os princípios de conservação de massa e energia. Mas como podemos dizer que a massa/energia de um sistema que sempre está irradiando energia e se expandindo* se manteria estável? [*a expansão é evidenciada pelo redshift]
Jonas Paulo Negreiros escreveu:Engraçado... Cesar Lattes dizia que Einstein confundia unidade de medida com grandeza.
Eu não sei o motivo pelo qual o Lattes disse isto do meu amigo Einstein. Mas se o Einstein fazia isto, tudo aponta para ele não estar sozinho na “façanha” e, pelo pouco que li a respeito, esta pequena confusão incluiria o próprio Lattes.
jocax escreveu:Mas fica dificil manter esta postura qdo dizem coisas do tipo:
"..Talvez a ideia de você voltar ao primeiro grau, além de não ser tão ruim, possa ser realmente uma boa ideia..."
Vc tbem nao ficaria meio ofendido?
Será que o nobre colega não imaginou que o mesmo poderia ocorrer quando antes disse que...
jocax escreveu:Portanto sua pseudo-logica de utilizar...
nao eh utilizada nem por alunos do primeiro grau. Rsrsr
[saliento também o “Rsrsr” ao final do texto]
...além de coisas do tipo...
jocax escreveu:Entao vc **para de ser mentiroso**
jocax escreveu:Vc nao ker admitir seu erro crasso e fica ai trolando e enrolando.
...em ocasiões diversas neste tópico (fora o que tem dito nos demais), sempre com postura professoral, a qual tem se mantido desde o extinto fórum do UOL, frequentemente atacando a pessoa que não comunga de suas teses e arrogando-se o direito de definir quem está certo (coincidentemente o nobre colega) e quem não entende nada do assunto (quem se opõe à sua iluminada visão).

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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

Mensagem por jocax em 21st Agosto 2013, 14:44

O Fato Robson, eh que vc errou ,
e que o foton mesmo nao tendo massa nem por isso deixa de ter momento

(WIKI: "..Diferente da maioria das partículas, fótons não tem uma massa intrínseca detectável, ou "massa restante" (que se opõem a massa relativística). Fótons estão sempre se movendo a velocidade da luz (a qual varia de acordo com o meio no qual ela viaja) em relação a todos os observadores. A despeito da sua ausência de massa, fótons têm um momento proporcional a sua frequência (ou inversamente proporcional ao seu comprimento de onda), e seu momento pode ser transferido quando um fóton colide com a matéria (como uma bola de bilhar em movimento transfere seu momento para outra bola). .."

e peso.

E que se a forca gravitacional atrai o foton

(WIKI:"... Fótons são desviados por um campo gravitacional duas vezes mais que as predições da mecânica Newtoniana predisse para uma massa viajando a velocidade da luz com o mesmo momento de um fóton. ...." )

entao por REACAO
ele tambem atrai a massa que produz a forca gravitacional.

Ou seja mesmo o foton NAO TENDO MASSA ELE DEVE ATRAIR A MASSA como se tivesse massa!

Wiki: ("...Conservação de massa e energia[editar]

O conceito da equivalência massa-energia une os conceitos de conservação da massa e conservação da energia. O inverso também é válido, energia pode ser convertida em partículas com massa de repouso. A quantidade total de massa e energia em um sistema fechado permanece constante. Energia não pode ser criada nem destruída, e em qualquer forma, **** energia acumulada exibe massa *****. Na Teoria da Relatividade, massa e energia são duas formas da mesma coisa, e uma não existe sem a outra."....)


Ou seja, qdo uma particula de antimateria entra num Buraco Negro sua energia e portanto MASSA devem aumentar e nao diminuir.

jocax
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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

Mensagem por Robson Z. Conti em 3rd Setembro 2013, 14:26

jocax escreveu:O Fato Robson, eh que vc errou
O fato Jocax, é que a minha visão das coisas é diferente da sua (e do modelo padrão). Já dizer quem está errado (ou menos errado) é algo que está reservado para os físicos do futuro (lembre-se da historicidade). Você tem o direito de considerar que eu esteja equivocado. E eu de considerar que o modelo padrão é incompleto, cheio de paradoxos e contraditório. A realidade, e o tempo (o senhor da razão), dirão quem está MENOS equivocado (não tenho a menor pretensão de ter opinião 100% correta a respeito do mundo físico, mas também não tenho a menor dúvida de que o modelo padrão não é a resposta final).
jocax escreveu:o foton mesmo nao tendo massa nem por isso deixa de ter momento
E como algo sem massa poderia ter momento? Às vezes me passa pela ideia perguntar se o modelo padrão disser que Papai Noel/Pai Natal existe o senhor passaria a crer nisto também?

Se o distinto cavalheiro vai usar textos da WIKI a respeito do modelo padrão e considerar que tudo o que contraria o modelo padrão está errado, então é melhor fechar o fórum (e uma quantidade nada desprezível de entidades de pesquisa científica). Todos aqui (espero) sabem o que o modelo padrão diz. Só que um modelo que deveria explicar o mundo e que apresenta filas de paradoxos, pode e deve ser questionado e até contestado sem a menor cerimônia.

Em outras postagens minhas (que, aliás, o senhor confessou que não lê) neste mesmo tópico há repetidas vezes textos que tratam de experimentos a respeito da massa do fóton (também são da WIKI). Caso o senhor se dê ao trabalho de lê-los vai verificar detalhes a respeito dos referidos experimentos (os quais aqui não mais repetirei).
jocax escreveu:Ou seja, qdo uma particula de antimateria entra num Buraco Negro sua energia e portanto MASSA devem aumentar e nao diminuir.
A tese da irradiação dos buracos negros, de autoria do S. Hawking, diz o contrário, tanto que, de acordo com a referida tese, os buracos negros evaporariam. Já externei aqui a minha opinião (em essência, que buracos negros aumentam e não diminuem, extranhamente de acordo com sua tese, mas não pelos mesmos motivos propostos por ela) bem como o motivo disto (tente ler, não dói tanto assim), a qual o senhor talvez não tenha lido conforme confessou, de modo que deixo este debate para os valorosos membros da Sagrada Ordem dos Destemidos Defensores do Santíssimo Modelo Padrão (SODDSMP), da qual mesmo o distinto cavalheiro, que não lê o que eu escrevo, deve ter opercebido que não faço parte (pode ser que eu me arrependa muito disto, mas prefiro correr o risco a assinar em baixo de um modelo no qual a única certeza é a incerteza e a única coisa absoluta é a relatividade – se for para isto, para que Ciência?).

[]s

Desejo ao distinto cavalheiro muito sucesso em suas pesquisas.

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Re: Energia Escura como efeito do campo Gravitacional

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