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Sr. Einstein, onde está meu erro?

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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 29th Março 2015, 11:52



Até agora, os nobres colegas agiram como se fossem membros da tropa de choque einsteniana.

Ninguém analisou o problema proposto desde a primeira postagem, nem criticou o artigo recomendado.



A Simple Refutation of Special Relativity
Gerd Termathe, Dipl.-Ing.

enlace do documento:
http://gsjournal.net/Science-Journals/Research%20Papers-Relativity%20Theory/Download/5917


Última edição por Jonas Paulo Negreiros em 29th Março 2015, 15:19, editado 1 vez(es)
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Bosco em 29th Março 2015, 15:12

Jonas, pelo que estou entendendo, você quer dizer que o seu esquema mostrado acima, é a sua melhor forma de refutar a Relatividade?
Você quer dizer que as duas frentes de onda luminosa, emitidas pelos faróis, e mostradas na figura, se aproximam com uma velocidade de 2C, é isto?

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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 29th Março 2015, 15:21

Bosco escreveu:Jonas, pelo que estou entendendo, você quer dizer que o seu esquema mostrado acima, é a sua melhor forma de refutar a Relatividade?
Você quer dizer que as duas frentes de onda luminosa, emitidas pelos faróis, e mostradas na figura, se aproximam com uma velocidade de 2C, é isto?

O espaço entre as fontes de ondas se reduz à velocidade de 2 C.

Você leu o artigo sugerido?

http://gsjournal.net/Science-Journals/Research%20Papers-Relativity%20Theory/Download/5917

- Por que os aceleradores de partículas são como dois canhões que apontam seus projéteis um contra o outro?

- Não bastaria apenas um canhão e um alvo?  

- Afinal, um próton nunca ultrapassará a velocidade C?
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Bosco em 30th Março 2015, 01:22

Jonas, eu já havia mostrado aqui no fórum, que este é um problema simples de adição de velocidades relativas, que você pode ver aqui

Jonas Paulo Negreiros escreveu:- Por que os aceleradores de partículas são como dois canhões que apontam seus projéteis um contra o outro?
É só um recurso técnico para aproximar de C a velocidade, e com isso aumentar o impacto.

Jonas Paulo Negreiros escreveu:- Não bastaria apenas um canhão e um alvo?
Bastaria, mas se tecnicamente e na prática isto fica mais fácil, qual o problema? Considere sobretudo. que um mínimo aumento de velocidade, próximo de C, exige um aumento descomunal de energia.
 

Jonas Paulo Negreiros escreveu:- Afinal, um próton nunca ultrapassará a velocidade C?
Segundo 100 anos de TR, não.


Einstein teria sido estúpido, e um ilustre desconhecido, se não houvesse se debruçado sobre o problema da adição de velocidades relativas.

Jonas, Einstein foi muito mais sábio, genial, e astuto, do que você sempre considera.

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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 30th Março 2015, 10:01

Oi, Bosco!

Obrigado pelas indicações. Vou analisar, depois responderei.

Enquanto isso, analise e refute o texto que eu recomendei:

http://gsjournal.net/Science-Journals/Research%20Papers-Relativity%20Theory/Download/5917

O autor usa, disfarçadamente, da linguagem matemática para fazer um discurso filosófico?
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 30th Março 2015, 10:19

Posição dos anti-relativistas:

"A descoberta genial de Einstein é que ele olhou para os experimentos e assumiu que os resultados eram verdadeiros. Este era o exato oposto do que outros físicos pareciam estar fazendo. Em vez de assumir a teoria estava correta e que os experimentos fracassaram, ele assumiu que os experimentos estavam corretos e a teoria tinha falhado."

fonte:
http://www.network54.com/Forum/304711/thread/1427642136/last-1427706980/TR+Questions
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Carlos Costa em 30th Março 2015, 23:57

A Teoria da Relatividade é uma teoria científica muito bem sucedida. Não entendo porque não a aceita Jonas...

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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 31st Março 2015, 10:03

Carlos Costa escreveu:A Teoria da Relatividade é uma teoria científica muito bem sucedida. Não entendo porque não a aceita Jonas...

A física newtoniana também, sem o recurso de "experiências mentais" ou testes questionáveis...

A criação do mundo pela visão bíblica também foi bem sucedida, por muito tempo.
Sinceramente, Carlos, você entende a TR? Se não, por que a aceita?
Desculpe-me, mas a aceitação da teoria da relatividade é produto de conversão religiosa.



Aventura ou a Velha Coisa. Relatividade ou Sanidade Mental.
Deploro a física relativista, mais pela filosofia que pela matemática.
Prefiro ser passado por um idiota por não entender a TR...






"Eu não acredito em gnomos, pois eles adoram contar histórias fantásticas".


Última edição por Jonas Paulo Negreiros em 21st Novembro 2015, 11:33, editado 3 vez(es) (Razão : Reinserção de foto perdida)
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Carlos Costa em 31st Março 2015, 12:29

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Sinceramente, Carlos, você entende a TR? Se não, por que a aceita?
Eu a entendo, e nunca ouvi falar de nenhum experimento que tivesse resultados inconsistentes com essa teoria. Diga-me uma coisa: o GPS funciona, certo? E está baseado na Teoria da Relatividade, certo? Se a teoria está errada, como diz, então como funciona o GPS?

O que falta é unir a Relatividade com a Mecânica Quântica, mas isso é outra história...

Abraço!

Carlos Costa
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 31st Março 2015, 12:46

Carlos Costa escreveu:
Jonas Paulo Negreiros escreveu:Sinceramente, Carlos, você entende a TR? Se não, por que a aceita?
Eu a entendo, e nunca ouvi falar de nenhum experimento que tivesse resultados inconsistentes com essa teoria. Diga-me uma coisa: o GPS funciona, certo? E está baseado na Teoria da Relatividade, certo? Se a teoria está errada, como diz, então como funciona o GPS?

O que falta é unir a Relatividade com a Mecânica Quântica, mas isso é outra história...

Abraço!

O sistema de localização por satélites pode ser explicado sem desnecessária admissão da absurda relatividade do tempo.
Procure ler algum artigo de Ron Hatch à respeito.

Abaixo, uma conferência disponível no Youtube:



https://www.youtube.com/watch?v=CGZ1GU_HDwY

[s]
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Carlos Costa em 31st Março 2015, 16:46

Mas a relatividade do tempo também foi comprovada em aceleradores de partículas, certo?

Não estou a dizer para você mudar de opinião. No Física2100 gosto de dar total liberdade aos membros, não quero que sigam nenhuma agenda. Mas não entendo qual é a razão para milhões de físicos amadores atacarem a relatividade. A mecânica quântica é muito mais estranha, mas ninguém a tenta refutar. Só o "pobre" Einstein é atacado.

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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 31st Março 2015, 23:01

Carlos Costa escreveu:Mas a relatividade do tempo também foi comprovada em aceleradores de partículas, certo?

Não estou a dizer para você mudar de opinião. No Física2100 gosto de dar total liberdade aos membros, não quero que sigam nenhuma agenda. Mas não entendo qual é a razão para milhões de físicos amadores atacarem a relatividade. A mecânica quântica é muito mais estranha, mas ninguém a tenta refutar. Só o "pobre" Einstein é atacado.

Ainda bem, pois não ?!

Bem, Carlos, sou técnico eletrônico.

A válvula eletrônica foi concebida durante o período da física clássica e seu funcionamento é completamente compreensível.

Num tubo de imagens de televisão [superado pelo cristal líquido], se o fenômeno da dupla fenda atuasse, o tubo simplesmente seria incapaz de reproduzir cores de alta pureza no seu alvo (tela).

O transistor é filho da física quântica. Até hoje não obtive um explicação plausível de como essa coisa funciona.

Quanto aos aceleradores, essas máquinas operam por ondas eletromagnéticas. Não importa a amplitude ou energia contida nessas ondas. Dentro do acelerador, nenhum corpo pode ser impelido acima da velocidade de trânsito dessas ondas. Daí a falsa "conclusão" de que nenhum corpo pode ser levado acima da velocidade da luz.

Quem vai detonar com a física relativista será a velha termodinâmica. A gravidade é um efeito termodinâmico. Através da termodinâmica, chegaremos a uma teoria unificada.

Para a TR, uma partícula não pode passar de uma certa velocidade de agitação (temperatura máxima). Para a termodinâmica, não nenhum motivo para que isso não aconteça.
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Bosco em 2nd Abril 2015, 02:55

Jonas Paulo Negreiros escreveu:
Enquanto isso, analise e refute o texto que eu recomendei:
http://gsjournal.net/Science-Journals/Research%20Papers-Relativity%20Theory/Download/5917
Jonas, neste link que você recomendou, o autor comete o mesmo erro que você cometeu em seu esquema dos faróis.
É um problema simples de soma de velocidades relativas, da qual lhe falei e sugeri a solução.
Onde o seu autor erra:
Ele considera que a frente de onda do farol da esquerda se desloca X+ = ct.
Considera também que a frente de onda do farol da direita se desloca X- = - ct.
Este é o erro, considerar que o observador que viaja junto com uma frente de onda, enxerga a outra se aproximando com 2c. Isto não é verdade pois ambos os observadores que viajam junto com as frentes de onda, enxergam a onda que se aproxima segundo a equação para somas de velocidades da qual lhe falei acima.
Já para um observador em terra, a luz do farol da direita se desloca com velocidade c, e a luz do farol da direita se desloca à velocidade c. embora a diminuição do espaço se faça numa velocidade 2c, a máxima velocidade de cada frente de onda é c.
Quando você acende uma simples lâmpada, parte da luz vai para um lado à velocidade c, e outra parte vai para o lado oposto também com velocidade c, resultando num total de 2c de afastamento, mas isto não fere a relatividade. Iria ferir se os observadores localizados no referencial das frentes de ondas também medissem 2c como resultado, mas isto não acontece.
Jonas, se me pedir para analisar a teoria de cada Mané, que aparece por aí, como foi o caso deste, eu "tô fudido" pois só vou ficar perdendo tempo. É uma obrigação dos Manés, provarem para a comunidade científica que eles são melhores que Einstein, e nem sou o mais competente ou indicado, para julgá-los.
Me incomoda constatar que você, que sempre me pareceu cientificamente bem intencionado, ficar do lado de autores duvidosos, e apedrejar compulsivamente um cientista consagrado, merecedor incondicional, de nosso respeito.
Eu já lhe disse mais de uma vez aqui no fórum, que se você não concorda com a relatividade, então você é contra Galileu, que é o criador deste conceito. Você nunca falou mal de Galileu, mas fala de Einstein, que apenas generalizou este recurso. Você não concorda com a variação do tempo da TR, e se esquece que quem criou o tempo relativo foi Lorentz, não foi Einstein. Eu nunca vi você menosprezando Lorentz. Posto assim, não te parece pura picuinha da sua parte?
Jonas quero lhe dizer também, que eu desisto de tentar lhe mostrar que sua perseguição não vai levar a nada.
Não vou mais comentar seus posts que se dedicarem a menosprezar TR e TRG.

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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 2nd Abril 2015, 11:14

Bosco, muito obrigado pela sua resposta. É uma pena que você fechou questão à respeito. Peço desculpas se minha impertinência o tirou do sério.

Não concordo que algo abstrato como o tempo, definido pela filosofia, possa ser distorcido pela matemática.

A minha posição anti-relativista é filosófica. Você pode perceber que a tarefa dos farois em "preencher o espaço entre as duas fontes de ondas" foi realizada no dobro da velocidade da luz. Galileu, Newton e Einstein cometeram um pecado comum: consideram a luz como partícula, daí toda a confusão.

Einstein foi corajoso (ou imprudente) ao admitir que a experiência de Michelson e Morley não falhou  e inferiu que velocidade da luz é constante, independentemente do ponto de observação ser estático ou sem aceleração. Hoje os relativistas enfrentam uma situação análoga com respeito à detecção de ondas gravitacionais. Se elas não podem ser detetadas, então elas não existem.

Deixo para você um pequeno discurso de Russell:

Não se sinta absolutamente certo de nada;

Não acho que valha a pena proceder escondendo evidências, pois as evidências é a certeza de vir à luz;

Nunca tente desencorajar o pensamento de que você tem certeza de sucesso;

Quando você se encontra com a oposição, mesmo que seja de seu cônjuge ou seus filhos, se esforce para superá-la pelo argumento, e não pela autoridade, pois uma vitória dependente da autoridade é irreal e ilusória;

Não tenha nenhum respeito pela autoridade dos outros, pois há sempre autoridades contrárias a serem encontradas;

Não use o poder para suprimir opiniões que você acha perniciosa, pois, se você fizer as opiniões irão suprimir você;

Não tenha medo de se parecer excêntrico, para cada opinião agora aceita antes era excêntrica;

Encontre mais prazer em desacordo inteligente do que em concordância passiva, pois, se você valoriza a inteligência como deveria, o primeiro implica um acordo mais profundo que a segunda;

Seja escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois é mais inconveniente quando você tenta escondê-la;

Não sinta inveja da felicidade daqueles que vivem num paraíso dos tolos, pois apenas um tolo vai pensar que é a felicidade.

fonte:
http://www.brainpickings.org/index.php/2012/05/02/a-liberal-decalogue-bertrand-russell/
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Bosco em 4th Abril 2015, 02:10

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Deixo para você um pequeno discurso de Russell:

[i]Não se sinta absolutamente certo de nada;

É o que eu disse: você Jonas, está se sentindo absolutamente certo de que Einstein, TR e TRG estão absolutamente errados, sem apresentar argumentos que o corroborem, mesmo após 100 anos de teoria praticamente consolidada.

Especificamente neste caso, vejo você como um clássico, que não aceita as novidades introduzidas por Einstein.

Analise o que Russell disse, reflita melhor sobre suas críticas, e veja se essa carapuça tem ou não tem a sua medida.

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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 4th Abril 2015, 12:39

Bosco escreveu:
Jonas Paulo Negreiros escreveu:Deixo para você um pequeno discurso de Russell:

Não se sinta absolutamente certo de nada;


É o que eu disse: você Jonas, está se sentindo absolutamente certo de que Einstein, TR e TRG estão absolutamente errados, sem apresentar argumentos que o corroborem, mesmo após 100 anos de teoria praticamente consolidada.

Especificamente neste caso, vejo você como um clássico, que não aceita as novidades introduzidas por Einstein.

Analise o que Russell disse, reflita melhor sobre suas críticas, e veja se essa carapuça tem ou não tem a sua medida.

"Encontre mais prazer em desacordo inteligente do que em concordância passiva, pois, se você valoriza a inteligência como deveria, o primeiro implica um acordo mais profundo que a segunda;"

Bosco,

Os anti-relativistas são uns chatos, mas pensam também.

Você acha que suspeito de Einstein por que isso é bonito e que estou sozinho nessa luta?
Você acha justo que as revistas científicas refutem sistematicamente os artigos de cientistas contrários à relatividade?

Não vou recorrer a falácia da autoridade, nem fazer um lista de dissidentes da física moderna.

Os físicos deveriam ter mais afinidade com a filosofia que os matemáticos, deveriam ser capazes de discernir aquilo que é razoável daquilo que é absurdo, e isso você pode admitir.
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Bosco em 4th Abril 2015, 13:43

A Física, apesar do método, pode mesmo assim conter muitas incoerências, e sendo desta forma, porque você dedica todas as pedras, apenas à vidraça de Einstein? Isto é o que me parece pura intolerância ou obsessão.

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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 4th Abril 2015, 15:38

Bosco escreveu:A Física, apesar do método, pode mesmo assim conter muitas incoerências, e sendo desta forma, porque você dedica todas as pedras, apenas à vidraça de Einstein? Isto é o que me parece pura intolerância ou obsessão.

Einstein é mais que um cientista. É um ícone, objeto de idolatria.

A NPA, associação do velhinhos tranviados, produziu um documentário à respeito.
Recusaram a inscrição desse documentário num festival norte-americano.
Você acha isso justo?

Para saber mais:
http://www.network54.com/Forum/304711/thread/1427748099/last-1427799262/Einstein+wrong+Nexus+2015+issue

O filme:
http://einsteinwrong.com/new/

O problema é mais embaixo:
https://translate.google.com.br/translate?sl=en&tl=pt&js=y&prev=_t&hl=pt-BR&ie=UTF-8&u=http%3A%2F%2Feinsteinwrong.com%2Fnew%2Fwhy-mainstream-science-is-stuck%2F&edit-text=&act=url
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 8th Abril 2015, 09:58

O tempo é relativo?
Com a palavra, o inventor do relógio atômico:
http://www.ekkehard-friebe.de/Essen-L.htm

Tradução Googliana:

RELATIVIDADE - piada ou fraude?

Louis Essen re-afirma sua visão de que a teoria da relatividade de Einstein contém falhas básicas e fatais.


L. ESSEN


Quelle:
ESSEN, L (1988): Eletrônica & Wireless World (WW), p. 126-127, fevereiro 1988

Alguns de seus contribuintes têm dificuldade para aceitar a minha afirmação (WW de outubro de 1978) que a teoria da relatividade de Einstein é invalidado por seus erros internos. Butterfield por exemplo (WW de fevereiro de 1987) nega que haja qualquer duplicação de unidades ou qualquer dano na obtenção de resultados de experimentos de pensamento. Além disso, se a minha afirmação está correta, o novo trabalho experimental descrito por Aspden (EWW, de agosto de 1987) não é obrigado a refutar a teoria, embora possa confirmar que suas suposições estavam erradas. Isto não quer dizer que os resultados experimentais não são importantes, mas eles devem ser considerados como passos no desenvolvimento de novas teorias.

As discussões sobre a teoria tendem a ser muito envolvido e seus leitores podem estar interessado em uma breve história do sujeito que eu escrevi há algum tempo para um amigo que queria saber o que a polêmica foi sobre e, em particular, qual era o significado do relógio paradoxo.

A teoria era uma tentativa de explicar o resultado de um experimento que tinha sido feito para medir a velocidade da Terra no espaço. Os cientistas fundamentado que, uma vez que a luz é uma onda electromagnética que viaja através do espaço com uma velocidade indicada pelo símbolo c, e a terra é viaja através do espaço com uma velocidade v, deve ser possível medir v por uma experiência levada a cabo óptico no laboratório . Michelson e Morley concebido e utilizado um interferómetro para esta finalidade. Um feixe de luz era dividido em duas partes que foram dirigidas ao longo dos dois braços do instrumento em ângulos rectos entre si, os dois feixes sendo reflectida de volta para recombinar e franjas de interferência de forma. O instrumento foi ligado através de um ângulo recto, de modo que, se um dos braços foi inicialmente paralelas ao movimento da terra, tornou-se perpendicularmente a esta direcção. Espera-se que não seria um movimento das franjas, a partir do qual a velocidade da terra pode ser calculada, mas nenhuma alteração foi observada.

Houve sempre ... críticos: Rutherford tratado como uma piada; Soddy chamou de uma fraude; Bertrand Russell sugeriu que tudo estava contido nas equações de transformação de Lorentz; e muitos cientistas comentou sobre suas contradições.

Fitzgerald e Lorentz apontam para que este resultado seria obtido se o braço do interferômetro que estava se movendo em paralelo com a terra era, em conseqüência desse movimento, reduzido em comprimento com a quantidade (1-v² / c²) ½. Tal suposição arbitrária não constituía uma explicação satisfatória e os cientistas tentou pensar em uma causa mais fundamental.

Einstein chegou à conclusão de que a resposta descansou no modo como o tempo foi medido e a simultaneidade de dois eventos foi definida; e com base dessas idéias e dois pressupostos adicionais, ele desenvolveu sua teoria, publicada em 1905. Era essencialmente a teoria eletromagnética de Maxwell e Lorentz modificado para incorporar o resultado de Michelson-Morley. Mais tarde, em 1907, estendeu a teoria para incluir efeitos gravitacionais e previu que luz seria desviada, uma vez que passou perto do sol.

A previsão só poderia ser testada observando o caminho da luz de estrelas durante um eclipse do sol e em 1919 Eddington liderou uma expedição à ilha do Príncipe, onde o eclipse era total; e quando os resultados foram estudadas, anunciou que a previsão se confirmou. A teoria foi então gradualmente aceite, chegando a ser considerada como uma revolução no pensamento científico.

Mas sempre houve os seus críticos: Rutherford tratado como uma piada; Soddy chamou de uma fraude; Bertrand Russel sugeriu que tudo estava contido nas equações de transformação de Lorentz; e muitos cientistas comentou sobre suas contradições. Estas opiniões adversas, juntamente com o fato de que os pequenos efeitos previstos pela teoria estavam se tornando de grande importância para a definição da unidade de tempo atômico, me levou a estudar o papel de Einstein. Eu achei que ele foi escrito em linguagem imprecisa, que uma suposição era de duas formas contraditórias e que continha dois erros graves.


... Ele concluiu que, no final da viagem, o tempo registrado pelo relógio em movimento foi menor do que a registrada pelo relógio parado. O resultado não seguiu a partir da experiência, mas foi simplesmente uma suposição avançou implicitamente durante o procedimento complicado.

A característica essencial da ciência é a sua dependcnce no experimento. Os resultados de ensaio são expressos em termos de unidades que não deve ser repetido se contradições devem ser evitados e as unidades de medida são os únicos quantidades que podem ser feitas, por definição constante. Quando Einstein escreveu seu papel, duas das unidades foram os de comprimento e tempo. Velocity foi medido em termos dessas unidades. Einstein definiu a velocidade da luz como uma constante universal e, assim, quebrou uma regra fundamental da ciência.

Uma das previsões da teoria era de que um relógio em movimento vai mais lentamente do que um relógio parado idênticos. Tendo em conta a hipótese de base da teoria de que a velocidade uniforme é puramente relativa, segue-se que cada relógio mais vai-se lentamente do que o outro, quando vistos a partir da posição da outra. Essa previsão é estranho, mas não logicamente impossível. Einstein, em seguida, fez o seu segundo erro no curso de um experimento mental. Ele imaginou que dois relógios foram inicialmente juntos e que um deles se afastou em uma série de caminhos de linha reta, a uma velocidade uniforme, finalmente retornando ao ponto de partida. Ele concluiu que, em seu retorno o relógio em movimento foi mais lento do que o relógio parado.

Além disso, uma vez que apenas está envolvida movimento uniforme não há nenhuma maneira de diferenciar entre os dois e cada um relógio passa mais lentamente do que o outro. Este resultado é conhecido como o paradoxo do relógio ou, uma vez que os relógios são por vezes comparada a gêmeos idênticos, um de quem envelhece mais lentamente do que o outro, o paradoxo dos gêmeos.
... Eu não acho que Rutherford teria considerado (a teoria) como uma brincadeira tinha ele percebeu como seria retardar o desenvolvimento racional da ciência. Einstein definiu a velocidade da luz como uma constante universal e, assim, quebrou uma das regras fundamentais da ciência.

Centenas de milhares de palavras foram escritas sobre o paradoxo, mas a explicação é simples, decorrente do uso de Einstein da expressão ", como visto de". É evidente que se o tempo de um relógio é visto a ser mais lento do que o outro, mesmo quando ele voltou para a mesma posição que o outro, então ele deve de fato ser mais lento. Mas as taxas de relógios distantes não são comparados por vê-las. Carrapatos a partir deles são recebidos e contou com um mostrador separado, um processo agora realizadas de forma contínua em todo o mundo para a sincronização de tempo atômico. É a leitura nesta ligação que seria controlada e não menos que no mostrador do próprio relógio. Se a experiência mental seja efectuada correctamente, o resultado é que o tempo do relógio que se move como medida na posição do relógio estacionário é menor do que a do relógio estacionário. Esta é a mesma que a previsão inicial, e é assim que deve ser desde um experimento mental não pode dar um resultado diferente a partir da informação colocar nele.

Uso de Einstein de um experimento mental, juntamente com a sua ignorância de técnicas experimentais, deu um resultado que ele mesmo e gerações de cientistas surpresa. Convenceu-se de que a teoria produziu o resultado que ele queria, porque a contração do tempo é acompanhado pela contração do comprimento necessário para explicar o resultado de Michelson-Morley.

A viagem de volta não poderia ter sido feito sem acelerações sendo aplicada, mas Einstein ignorou seu possível efeito sobre a taxa do relógio, assim, implicitamente assumindo que eles não tiveram nenhum efeito. Alguns anos mais tarde, em 1918, ele usou um outro experimento mental em uma tentativa de responder a críticas ao resultado paradoxo. Um dos relógios mais uma vez fez uma viagem de volta, as mudanças de direção que está sendo alcançados, alternando campos gravitacionais e desembarcar em várias fases da viagem, o tempo registrado pelo relógio em movimento foi menor do que a registrada pelo relógio parado. O resultado não seguiu a partir da experiência, mas foi simplesmente uma suposição avançou implicitamente durante o procedimento complicado. O abrandamento da relógios que ele tinha anteriormente atribuídas a velocidade uniforme, a aceleração não ter efeito, ele agora atribuída à aceleração, uma linha de argumentação seguido em muitos livros didáticos.

Reivindicações feitas freqüentemente que a teoria é apoiada por evidência experimental não resistir a um exame minucioso. Existem sérias dúvidas sobre a afirmação de Eddington, tanto no que respeita ao valor previsto, que foi aumentada por um fator de 2, daquela primeira dada por Einstein e da forma como os resultados foram analisados ​​-alguns das leituras de ser descartado.

A mesma crítica aplica-se a uma experiência mais recente, realizado, a um custo considerável, em 1972. Quatro relógios atômicos foram voadas por todo o mundo e os tempos registrados por eles foram comparados com os tempos registrados pelos relógios semelhantes em Washington. Os resultados obtidos a partir dos relógios individuais diferiam em até 300 nanossegundos. Esta conclusão absurdamente otimista foi aceite e dada ampla publicidade na literatura científica e pela mídia como uma confirmação do paradoxo relógio. Todo o experimento mostrou foi que os relógios não eram suficientemente precisos para detectar o pequeno efeito previsto.

Por que os cientistas aceitou uma teoria que contém erros óbvios e não tem qualquer apoio experimental genuíno? É uma pergunta difícil, mas uma série de razões podem ser sugeridas. Primeiro, há a linguagem ambígua usada por Einstein e da natureza de seus erros. Unidades de medidas, embora de fundamental importância, raramente são discutidos fora dos círculos especializados e os erros nas comparações do relógio são escondido nas experiências de pensamento.

Uso de Einstein de um experimento de pensamento, juntamente com a sua ignorância de técnicas experimentais, deu um resultado que ele mesmo e gerações de cientistas enganado.

Depois, há o prestígio de seus defensores. Eddington teve o total apoio da Royal Astronomical Society, da Royal Society e instituições científicas em todo o mundo. Tomando sua sugestão de cientistas, pessoas importantes em outras esferas da vida a que se refere a ela como uma conquista notável do intelecto humano. Outro forte motivo para a sua aceitação me foi sugerido por um ex-presidente da Royal Society. Ele confessou que ele não entendia a teoria de si mesmo, não sendo um especialista no assunto, mas ele pensou que deve estar certo, porque ele tinha achado tão útil. Este é um requisito muito importante em qualquer teoria, mas isso não quer dizer que os erros em que deve ser ignorado.

Na medida em que a teoria é pensado para explicar o resultado da experiência de Michelson-Morley, estou inclinado a concordar com Soddy que é uma fraude; e eu não acho que Rutherford teria considerado isso como uma piada tinha ele percebeu como seria retardar o desenvolvimento racional da ciência.

Dr. Louis Essen, D.Sc., FRS, passou a vida trabalhando no NPL sobre a medição do tempo e frequência. Ele construiu o primeiro relógio de césio em 1955 e determinou a velocidade da luz por ressonador cavidade, no processo, mostrando que o valor de Michelson era 17 km / s baixo. Em 1959, ele foi premiado com a Medalha de Ouro Popov da Academia de Ciências da URSS e também a OBE.
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 19th Abril 2015, 14:37

A evidência experimental para a dilatação do tempo relativista é considerada evidência,
MAS NÃO PROVA, [ou seja, é] a invariância de Lorentz do sistema que está sendo estudada.

Isto não é evidência para "a transformação de Lorentz", porque a transformação de Lorentz é inteiramente matemática. A transformação de Lorentz, por si só não tem de se relacionar com qualquer coisa física. A transformação de Lorentz é aplicada aos números.

O pressuposto físico é que a dinâmica do sistema, tal como determinada num sistema inercial, não é alterada pela transformação de Lorentz. A cinemática relativista descreve com precisão o sistema em todos os referenciais inerciais porque a dinâmica (ou seja, forças) são invariantes de Lorentz.

Considere o experimento onde múons que estavam se movendo rapidamente no referencial de observação decaem [desintegram-se]  em um ritmo muito mais lento do que outros múons que estavam  parados no referencial de observação. Esta experiência demonstra a "dilatação do tempo". No entanto, O TEMPO É PARTE DA CINEMÁTICA. O ponto importante é que a relatividade especial diz sobre a dinâmica.

O decaimento de múons é mediado pela "força fraca". A relatividade especial diz que todas as forças, INCLUINDO a força fraca, são invariantes de Lorentz. Se os múons não demonstararem a dilatação do tempo, a relatividade poderia estar errada, porque a força fraca não é uma invariante de Lorentz.

A dinâmica inclui todas as forças entre os objetos. Instrumentos de medição trabalham por causa de suas forças internas. Um relógio faz "tic-tac" porque as forças no interior do relógio estão fazendo algo oscilar em uma determinada frequência. As forças que fazem um relógio trabalhar satisfazem certas leis de força. Réguas medem o comprimento, porque as forças mantêm a forma e o tamanho das réguas. Isso acontece se as forças que mantêm a forma de uma régua, satisfazem certas leis de força.

Se as leis da força são o mesmo para todos os referenciais inerciais, então as forças de Lorentz são invariantes.

A razão por que a velocidade da luz é uma invariante de Lorentz é porque todas as forças do universo são invariantes de Lorentz. Isso inclui as forças que mantêm oS "observadores" juntos. NO ENTANTO, DIFERENTES OBSERVADORES PODEM OBSERVAR AS FORÇAS EM MAGNITUDES E DIREÇÕES DIFERENTES.

Permitam-me usar uma analogia da geografia mundana. A superfície da Terra tem sido reconhecida por ser redonda por pessoas mais educadas desde cerca de 300 aC. Sim, havia algumas pessoas educadas que não podia aceitar isto até recentemente. No entanto, as pessoas faziam mapas com base em uma Terra redonda de qualquer maneira. A curvatura da superfície da Terra não é facilmente analisada pela geometria euclidiana. Então, mapas foram feitos usando a geometria projetiva que compensou a curvatura da Terra.

Navegadores e topógrafos têm utilizado a cinemática de uma Terra esferóide muitos antos antes de Newton escrever "Principia". Eles não sabiam sobre as forças que mantinham a Terra redonda. Eles se importavam menos ainda sobre o que mantinha a Terra redonda. Eles usaram várias projeções matemáticas para "encaixar" uma superfície curva em uma folha de papel plana.


Newton sabia tudo sobre a teoria da Terra redonda. A teoria de Newton não contradiz a teoria da Terra redonda. Na verdade, a sua teoria pode ser usada para fazer melhores projecções e melhores mapas de superfície da terra. A superfície redonda da Terra por forças. A forma da Terra foi logo definida em termos das forças que mantêm a Terra unida. Por exemplo, a forma da terra é efectivamente definida em termos da geodésica euclidiana.


A superfície da Terra é definida pela constante do potencial gravitacional de superfície, que define a forma geral da superfície do oceano. Ele não é perturbado pela existência de ondas. O nível do mar é uma superfície bem definida que é determinado pelas forças gravitacionais e elásticas.


"Esferóide "é apenas geometria. Você sempre pode usar a geometria sem conhecer os detalhes das forças envolvidas. No entanto, a esferoide é um produto da dinâmica. A razão por que a Terra é redonda é por causa das forças envolvidas. A forma da Terra não é determinada pela geometria não-euclideana. A geometria não-euclidiana é apenas o resultado de forças.

fonte:
http://www.internationalskeptics.com/forums/showthread.php?t=286121

Obs.:
O texto original não foi alterado, apenas a tradução automática.
O texto original pode ser visto no endereço acima.
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