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Júpiter

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Mensagem por Carlos Costa em 31st Agosto 2011, 18:37


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Mensagem por Saibot em 12th Setembro 2011, 15:02

Ao quinto planeta do Sistema Solar chamou-se Júpiter, comparável ao deus principal do panteão romano, devido ao seu enorme tamanho. O primeiro gigante gasoso é o maior dos planetas do Sistema Solar e o de maior massa. As franjas de diferentes tonalidades que o caracterizam, devem-se às correntes atmosféricas causadas pela sua enorme velocidade de rotação: completa uma volta em menos de dez horas. Um dos elementos mais emblemáticos da sua atmosfera é a Grande Mancha Vermelha, uma gigantesca zona de turbulências. Júpiter conta com numerosos satélites e um estreito anel de partículas que se movimentam ao seu redor no plano equatorial.
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Mensagem por Saibot em 12th Setembro 2011, 15:15

Júpiter tem uma densidade média quatro vezes menor do que a da Terra, isto porque é composto basicamente por gases, em vez dos metais e minerais que compõem os planetas interiores. A sua estrutura interna é formada por um núcleo rochoso, envolvido por um manto de hidrogénio metálico e por um manto externo de hidrogénio e hélio líquidos, os elementos mais abundantes do Universo. A sua atmosfera subdivide-se numa camada inferior ou troposfera e uma superior ou estratosfera. Na troposfera existe: uma camada de nuvens azuladas, formadas por gelo e gotas de água; uma camada de nuvens alaranjadas, constituída por compostos sulfurados e de amónio; e uma capa superior, composta por cristais de amoníaco. A estratosfera é formada principalmente por hidrogénio e hélio.
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Mensagem por Xevious em 12th Setembro 2011, 18:30

Jupter é tão grande, que se crescer mais poderá "ascender" como uma estrela.
Hoje em dia já existe criação de calor, formado pelo atrito das suas camadas mais internas.
Apesar de provocar um aquecimento bem grande, ainda não é o suficiente para provocar a fusão nuclear.
Me parece que o interior de Jupter alcança 1 milhão de graus, mas precisaria alcanças 8 milhoes para "ascender" a estrela Jupter.

No momento que ele "ascendesse" ele iria expulsar as camadas externas, e isso ira jogar uma grande quantidade de gaz e particulas em todos os planetas inclusive o nosso.

Jupter tem uma magnétosfera gigantesca, muitíssimo maior doq o perímetro de jupter que já é grande.

Essa magnetosfera é potente assim porque ao contrário da Terra, que ela é formada pela rotação do nosso nucleo que é formado principalmente por ferro e niquel, em Jupter, o núcleo é formado principalmente por hidrogênio-metalico.
Ele é metálico devido a pressão.
E o hidrogênio metálico tem uma potência magnética muito maior doq o Ferro.
Jupter tem um volume de 144x maior doq a Terra, mas a sua magnetosfera é muito maior doq isso, porque é criada por uma reção muito mais eficiente para a criação de magnetosfera.

Em Jupter 'chove' hélio.

Jupter é tão grande, que todos os outros planetas poderiam caber dentro dele.

Se "vivessemos" em Jupter, não só nunca veríamos o Sol por causa das núvens, como também até hoje nossa ciência não teria condições de sair do planeta, já que a gravidade é imensamente maior.

A grande mancha vermelha de Jupter, existe a pelo menos 500 anos, mas pode ter muito mais tempo de existência.
Talvez ela tenha sido formada pela queda de um meteoro, em que o calor da queda criou uma diferença de temperatura, provocando um vortice que permanesce até hoje.
A Terra poderia caber dentro da Mancha Vermelha.
A grande mancha vermelha não é o unico furacão gigante de Jupter.

Em Jupter há raios, que atravessariam a terra de ponta a ponta, e tão fortes que se caíssem numa cidade, a pulverizariam.

Jupter também tem anéis, mas são irrisórios em comparação com Saturno.

O Satélite Europa, tem grandes chances de ter agua, por baixo de um manto de gelo e poeira.
E neste oceano sobterrâneo, poderia existir formas primitivas ou nem tanto de vida.

Não só Jupter tem muitos satélites, como alguns são temporários.
As vezes um cometa, ou asteróide entra em orbita de Jupter, mas acaba saindo novamente mais tarde.

Sua grande magnetosféra age como um guarda-chuvas, atraindo para si a maior parte dos meteoritos que veem para o interior do sistema solar, e outros ele os expele, jogando-os de volta para o sistema solar externo.

Sem Jupter a incidencia de meteoritos seria muito maior na Terra.
Oq traria grandes problemas pra vida na terra.

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Mensagem por Bruno F/15 em 28th Outubro 2011, 21:43

Olá pessoal,
prazer em estar aqui pela primeira vez.
Apenas queria lembrar que na madrugada de 29/10/2011, às 02:00hs (UT 05:00) jupiter estará em oposição e uma hora antes haverá um trânsito da Grande Mancha vermelha pelo meridiano central do planeta.
Vou ver o que consigo observar com a minha luneta com objetiva Jaegers de 103mm e F/15.
Depois eu faço mais comentários.
Boas observações.

Atenciosamente,
Bruno F/15.

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Mensagem por Pascoal em 12th Novembro 2011, 23:10

No vídeo quando falaram de Europa, e da suposição de haver lá vida, tive uma ideia. Essa ideia, um pouco absurda (tal como a maioria das ideias que tenho), consistia em levar para lá peixes. Levar para lá peixes seria impossível, por vários motivos, mas o principal seria o tempo da viagem (2 anos). Uma coisa provável seria que muitas espécies não se adaptariam.

Mas afinal para que serviria isto tudo?
Na minha cabeça, serviria para termos um local onde existissem espécies que possivelmente se extinguirão na Terra, isto iria preservar várias espécies.

Talvez no futuro, quando as viagens forem mais rápidas, e for possível levar um aquário gigante para lá...

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Mensagem por Bruno F/15 em 13th Novembro 2011, 09:59

04/11/2011
Observação de Jupiter.

Hora: início às 00:30hs (TU/UT 03:30) e término previsto em 02:30hs (TU/UT 05:30)
Instrumento: luneta Jaegers 103mm F/15 montagem azimutal de coluna (treme-treme)
Oculares: 9mm (175x), 10mm (157x) e 15mm (105x)
Filtros: #82A-azul e #82B-light blue

Hoje o céu está excepcional, magnífico, a temperatura máxima desceu para os 20º, não há ventos e o jato subtropical está bem longe (que fique por lá!).
Por aqui os pássaros noturnos estão emitindo sons estranhos numa triste melodia, as estrelas cintilam preguiçosamente e a Lua que caminha para o 9º dia de lunação está afundando no horizonte nesse momento, fazendo desta madrugada um quadro perfeito nas suas primeiras horas. Que noite!
Resolvi fazer essa postagem agora enquanto observo pois ví em Jupiter uma coisa muito interessante.
Primeiramente, a imagem de Jupiter está excepcional, o rei dos planetas está gigante no campo do F/15, imenso, e os detalhes que consigo observar estão muito nítidos. Vejo três luas a leste e uma a oeste. Com certeza uma das luas a leste irá realizar um trânsito por volta das 03:00hs (TU/UT 06:00).
De imediato estou constatando as duas faixas equatoriais, as faixas temperada norte e a norte do norte, a faixa temperada sul (mais grossa hoje), as zonas polares e as demais. A faixa equatorial sul apresenta hoje algumas irregularidades na borda sul, e no seu interior posso ver algumas estrias ou flóculos esbranquiçados em toda a sua extensão. Infelizmente nenhuma mancha oval branca, nem a oval BA e muito menos a GMV puderam serem observadas pois estavam ocultas atrás do planeta.
A faixa equatorial norte apresenta irrregularidades na borda norte, com um ligeiro estreitamento próximo ao meridiano central de Jupiter, e uma mancha oval escura pode ser vista um pouco a leste do meridiano central. Tenho agora certeza absoluta de que essas ovais escuras tem o seu diâmetro alterado pois hoje essa mancha está um pouco mais estreita, não há duvidas pois ela é uma velha conhecida minha.
O que me causou espanto (pela segunda vez) foi o comportamento da faixa temperada sul, pois próximo ao meridiano central ela apresenta uma bifurcação onde um dos lados segue rumo ao norte, adentrando na zona tropical sul. Nunca havia observado isso antes, e essa ramificação que sai dela não é muito grande, talvez comparando baseado na minha memória visual cerca de duas vezes o comprimento longitudinal da GMV. A coloração dessa bifurcação é a mesma da faixa, uma mistura de cinza-grafite e castanho escuro. Essa bifurcação está se movendo em direção ao limbo oeste aparentemente na mesma velocidade que a mancha oval escura em direção ao oeste também. Não tenho a menor idéia do que ela seja. Há algum tempo atrás, a cerca de um mês, observei uma faixa que se alongou por todo o disco do planeta no mesmo sentido, mas hoje eu vejo esta bifurcação onde a ramificação não é totalmente retilínea, parecendo serpentear na base e na extremidade um pouco para o nordeste e o sudoeste.
Se algum colega observou e leu essa postagem, gostaria de saber se também viu ou registrou esse acontecimento.
Att. Bruno
Luneta Jaegers 103mm F/15


Última edição por Bruno F/15 em 13th Novembro 2011, 10:09, editado 2 vez(es)

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Mensagem por Bruno F/15 em 13th Novembro 2011, 10:01

09/11/211
Observação de Jupiter.

Essa noite do dia 09 foi na minha opinião a mais perfeita de todo o ano, uma típica noite de primavera. Apesar de o brilho da Lua estar intenso e jupiter se encontrar próximo a sudeste, as imagens do planeta estavam espetaculares. Usei e abusei dos aumentos, de 105x até 242x e num momento de loucura mandei 390x às custas de perda de luminosidade, porém mesmo com 242x eu podia constatar todas as faixas mais evidentes, e apesar de ter sido essa a "noite das faixas" retomei o juízo e fiquei entre 157x e 175x (coef. 1.5 a 1.75), sendo que as imagens que mantiveram boa luminosidade se limitaram a no máximo 196x de aumento. Pude observar além das faixas equatoriais, no hemisfério norte visualizei com nitidez as faixas temperadas norte, a norte do norte e a difícil faixa polar norte. No hemisfério sul ví com clareza a faixa temperada sul e a faixa polar sul, desta vez bem nítida delimitando a zona polar sul. Na borda norte da faixa equatorial norte pude constatar antes do trânsito da GMV uma mancha oval escura. Ontem também registrei falhas no interior da faixa Eq. sul e muitas irregularidades nas bordas da faixa Eq. norte. Para minimizar os efeitos da claridade da Lua difundida na nossa atmosfera utilizei um filtro polarizador GSO que aumentou a visibilidade de todas as faixas contrastando bem com as zonas.
Pouco antes do trânsito da GMV resolvir ir descansar pois queria fazer um teste em marte que por volta das 05:00hs já se encontra a uns 40º de altura. Perdi o meu tempo, antes tivesse esperado o trânsito da GMV pois em marte ví apenas um pequeno disco com uma ligeira fase, a calota polar norte rodeada por um círculo escuro e uma mancha de formato triangular na sua superfície, talvez a tradicional Sirtis Major, mas tudo sem muita definição e muito pequeno mesmo com 242x o que em nada acrescentou nos detalhes. Sem dúvida terei de esperar ainda uns dois meses se quiser realizar alguma observação de valor. Por ora vou voltar a dedicar o meu tempo a jupiter até que Marte se aproxime mais.
Att. Bruno
Luneta Jaegers 103mm F/15





Última edição por Bruno F/15 em 13th Novembro 2011, 10:09, editado 1 vez(es)

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Mensagem por Bruno F/15 em 13th Novembro 2011, 10:05

12/11/2011
Observação de Jupiter

São 00:24hs (TU/UT 03:24) e estou aqui observando e relatando a minha sessão de hoje. Alguns halos em volta da Lua denunciam mudanças à vista nas condições atmosféricas, porém ainda terei talvez mais um ou dois dias no máximo, e hoje pela terceira noite consecutiva as imagens estão estupendas. De norte a sul estou vendo a zona polar norte, a faixa polar norte, a faixa temperada norte, a temperada norte do norte, a faixa Eq. norte com uma oval escura na borda norte, a faixa Eq. sul, a faixa temperada sul, a faixa polar sul e a zona polar sul. A nitidez das faixas hoje está soberba. Observei também a emersão de Europa depois de um eclipse. A coloração do disco do planeta está como um creme esbranquiçado e leitoso, as faixas com uma coloração cinza-grafite e a oval escura na Eq. norte com um tom castanho escuro.
Vou esperar o trânsito da GMV que irá ocorrer entre 02:00 e 04:00 com a passagem pelo meridiano central às 03:30hs.
Agora a pouco notei que o brilho de jupiter a olho nu em alguns momentos adquire uma coloração levemente avermelhada, confirmando o halo em volta da Lua.
Acabei de observar um fenômeno muito interessante em jupiter, pois acima da faixa temperada sul mais precisamente quase entre ela e a faixa Eq. sul, uma linha semelhante a uma faixa está se desenvolvendo do limbo leste para o oeste aparentemente à mesma velocidade de rotação do planeta, sempre equidistante dos acidentes visíveis, e como referência escolhi uma mancha oval escura na faixa Eq. norte.
Não é a primeira vez que observo isso.
Vou voltar a observar e ver até onde ela evolui.
Se alguém também estiver observando essa faixa vinda do leste ela já está quase perto do meridiano central, paralela à faixa temperada sul.
São 01:49hs (TU/UT 03:49) e estou aqui diante de um fenônemo desconcertante pois a faixa que veio do leste se prolongou a uma grande velocidade, superior à da oval escura na Eq. norte, e já está quase tocando o limbo oeste. Agora já não sei mais pois a que eu via anteriormente era a que eu julgava ser a faixa temperada sul, e agora com essa nova faixa ela assume o lugar da temperada sul e esta passou para temperada sul do sul.
Não encontrei uma explicação satisfatória pois ela se desenvolveu na zona tropical sul numa velocidade de 2x a 3x superior a da mancha oval escura na Eq. norte. Talvez algum fenômeno na atmosfera de jupiter tenha mascarado essa faixa me levando crer que a que eu via antes fosse a temperada sul, e na verdade ela esta estava momentâneamente oculta. Ou então registrei o processo de formação de uma faixa nas zonas tropicais e regiões temperadas pois a sua velocidade de expansão foi superior à rotação do planeta.
Impressionante pois consigo resolver as duas faixas paralelas e muito próximas com nitidez até com 175x de aumento com e sem o filtro polarizador GSO e com as duas diagonais, a dielétrica e da Meade modelo comum.
Pude acompanhar a entrada da GMV pelo limbo leste até ela chegar bem próxima do meridiano central, quase ao mesmo tempo da imersão de uma lua atrás do limbo oeste, e pelo tamanho aparente julgo ter sido Io. Tive de encerrar as observações por causa da baixa altitude de jupiter no horizonte oeste, cerca de 40º e com as imagens começando a sofrerem distorções.
Observei com nitidez a GMV que apresentava uma coloração amarelada, e a oval BA a nordeste dela e com uma coloração quase idêntica, um pouco mais clara talvez. Os contornos delas estavam nítidos e podia perceber o material da faixa equatorial sul contornando a GMV e adentrando na zona tropical sul. Logo após conseguí visualizar o turbilhão acompanhando essas duas manchas a leste, parecendo uma estrutura anelar alongada, como uma corrente torcida e afunilada na extremidade leste. Hoje não observei a linha escura dividindo a zona equatorial. A mancha oval castanha-escura na borda norte da faixa Eq. norte estava bem destacada, dando a impressão de estar pairando acima da borda da faixa Eq. norte com 242x de aumento, e estava ladeada por uma baía esbranquiçada a leste e uma ligeira depressão a oeste.
Em suma pude observar: a zona polar norte, a faixa polar norte, a faixa temperada norte do norte (com um engrossamento a leste), a faixa temperada norte (com um engrossamente a oeste), a faixa equatorial norte, a faixa equatorial sul com a GMV, a oval BA e o turbilhão e algumas estrias em seu interior, a faixa temperada sul, a temperada sul do sul, a faixa polar sul e a zona polar sul, além das zonas respectivas entre as faixas bem delineadas. Por vezes, além do filtro polarizador GSO utilizei também o filtro #82a-azul para dar uma coloração suavemente azulada e melhorar assim o contraste entre as faixas e zonas. E de novo, mesmo com 105x pude divisar todos os detalhes acima mencionados com absoluta nitidez.
Foi mais uma bela noite e cheia de surpresas na atmosfera conturbada de jupiter. Os aumentos ficaram entre 105x (ocular de 15mm), 157x (ocular de 10mm) e 175x (ocular de 9mm) e 242x (oculares Zeiss e série 500 de 6.5mm cada). A propósito, essa ocular de 9mm, uma OMNI da Celestron, apresentou imagens excepcionais com 175x de aumento, uma nitidez e um contraste perfeitos, revelando detalhes finos nos acidentes das faixas, inclusive destacando o aspecto ciclônico e anti-horário da GMV.
Bem, em suma foi mais uma belíssima sessão de observação do rei dos planetas.

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Mensagem por Xevious em 13th Novembro 2011, 19:47

Pascoal escreveu:o principal seria o tempo da viagem (2 anos).
mas 2 anos não é grande coisa não
afinal peixes podem ficar em aquarios por muito tempo Smile

bastaria ter um sistema robotizado de alimentação e limpesa
algo que acho que nossa tecnologia é o suficiente pra fazer

O problema é que teríamos que saber oq existiria lá para eles se alimentarem, para levar as espécies de peixes certas.

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Mensagem por Pascoal em 18th Novembro 2011, 12:55

Xevious escreveu:
Pascoal escreveu:o principal seria o tempo da viagem (2 anos).
mas 2 anos não é grande coisa não
afinal peixes podem ficar em aquarios por muito tempo Smile

bastaria ter um sistema robotizado de alimentação e limpesa
algo que acho que nossa tecnologia é o suficiente pra fazer

O problema é que teríamos que saber oq existiria lá para eles se alimentarem, para levar as espécies de peixes certas.

Sim, foi nisso que eu pensei, mas poderíamos criar um ecossistema com cadeias alimentares, mas mesmo assim poderia ser um fracasso.
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Mensagem por Carlos Costa em 18th Novembro 2011, 14:57

Segundo a biofísica, seria provavelmente um fracasso. As águas de Europa podem conter elementos pesados que seriam nocivos aos peixes, as temperaturas podem não ser as corretas, os nutrientes, se existirem, podem não fazer parte da dieta das derradeiras presas (os últimos na cadeia alimentar). As espécies adaptam-se a todos os pormenores do seu meio ambiente, e por isso algumas variáveis não tidas em conta podem estragar tudo. Para além disso, a "ética profissional" dos biofísicos consiste em não contaminar outros mundos com organismos (nem mesmo bactérias) da Terra.

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