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O incidente dos neutrinos

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Re: O incidente dos neutrinos

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 27th Outubro 2011, 23:45

Movimento Angular



Atraso Temporal


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Re: O incidente dos neutrinos

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 29th Outubro 2011, 13:06

Está na Wikipedia:

Dr. Sergio Bertolucci, diretor de pesquisa do CERN, afirma, se a cada nova medição [da velocidade dos neutrinos] for interpretada através da teorias mais antigas, fica impossível criar uma nova teoria.

Jorge Páramos, um físico teórico do Instituto Superior Técnico em Lisboa, considera que fica muito difícil tratar o problema com a teoria corrente.

fonte:
http://en.wikipedia.org/wiki/OPERA_neutrino_anomaly

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Re: O incidente dos neutrinos

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 29th Outubro 2011, 19:53

CERN vai testar se neutrinos são mais rápidos do que a luz

28.10.2011 - 20:34 Por Nicolau Ferreira (Público Digital)


As teorias que interpretam o Universo apoiam-se no facto de que não há nada mais rápido do que a luz .

A procura pela confirmação de que os neutrinos são mais rápidos do que a luz continua no Laboratório Europeu de Física de Partículas (Cern). Os cientistas, do projecto OPERA, anunciaram novas experiências sugeridas pela comunidade científica para testar a alegada descoberta anunciada no mês de Setembro.

Para já a luz continua a ser a partícula (e onda) mais rápida do Universo, a viajar a 299.792 quilómetros por segundo. É sobre esta propriedade do Universo que as teorias físicas como a da Relatividade foram erigidas.

Mas a experiência feita entre Genebra, na Suíça, e Gran Sasso, em Itália, fez estremecer estas concepções e produziu um rol de respostas cépticas que questionavam a experiência.

A equipa trabalhou com o neutrino, uma partícula sub-atómica, que não interage grandemente com a matéria, atravessa o corpo das pessoas. Os cientistas enviaram pulsos de neutrinos a partir do laboratório do Cern, em Genebra, até ao laboratório de Gran Sasso. A viagem das partículas era feita debaixo da terra, pelas rochas, e os neutrinos percorreram em média os 732 quilómetros em 0,0024 segundos, menos 0,000.000.06 segundos do que a velocidade da luz, segundo as medições feitas pelos cientistas.

A equipa, composta por investigadores de 30 instituições e de 11 países, não conseguiu encontrar nenhum erro na experiência, e sendo os resultados tão surpreendentes, resolveu divulgá-los ao mundo em primeira mão, antes de os publicar numa revista com revisão feita pelos pares.

“Tentámos encontrar todas as explicações possíveis para isto”, disse na altura Antonio Ereditato, um dos membros da equipa, à BBC News. “Quando não se encontra nenhum erro [na experiência], então pensamos ‘bem, somos forçados a pedir ajuda à comunidade para escrutinar isto’.”

As medições da velocidade dos neutrinos foram uma das críticas apontadas pelos outros físicos e teóricos, que argumentavam haver um erro sistemático das medições que comprometia este resultado.

Na experiência, os cientistas não enviavam um neutrino de cada vez. Produziam um feixe de protões, que ao interagir numa série de reacções transformava-se num feixe de neutrinos que então viajava os 732 quilómetros. Quando chegava a Itália os cientistas mediam o tempo que o feixe tinha demorado a percorrer o trajecto, e obtinham uma média.

Mas a emissão dos feixes de protões durava 0,000.01 segundos, o que pode parecer um instante muito pequeno, mas segundo a comunidade científica era muito longo para medir diferenças de tempo de 0,000.000.06 segundos.

Muitos cientistas sugeriram à equipa para enviar uma série de pulsos mais pequenos, de dois nanossegundos, ou 0,000.000.002 segundos, espaçados por fatias de tempo maior de 0,000.0005 segundos. Assim, “cada neutrino que chega a Gran Sasso, associa-se sem ambiguidade com um determinado feixe de protões emitidos no Cern”, disse à BBC News Sergio Bertolluci, director de investigação do Cern.

Talvez assim os cientistas consigam confirmar se os neutrinos são ou não mais rápidos do que a luz. Esperam-se resultados já nos próximos meses.

fonte:
http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/cern-vai-testar-se-neutrinos-sao-mais-rapidos-do-que-a-luz-1518731

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Re: O incidente dos neutrinos

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 30th Outubro 2011, 11:13

A Terra como acelerador de partículas



Quase todas as tentativas de cálculo de velocidade dos neutrinos, apresentadas até agora, consideramos que houve perda de velocidade por erro de cálculos.
(Muita pretensão, não?)

Vamos considerar agora que, de fato, houve um incremento de velocidade nessas partículas.

Sem o uso de hipóteses rebuscadas que "expliquem" o ganho de velocidade dos neutrinos, sabemos que o laboratório italiano fica no subterrâneo.

Não encontramos valor da diferença de altitude desses laboratórios na Rede, mas sabemos que quando um corpo se aproxima do raio da Terra, este perde energia potencial e ganha energia cinética, caso contrário, a lei de conservação de energia é violada.



Muito bem, acima apresentamos o nosso problema em escala proporcional. A distância entre o laboratório suiço e o laboratório italiano é de aproximadamente 730 km. Isso representa um arco de 6 graus.



Para melhor visualização do problema, alteramos a proporção da situação original, porém mantemos os valores numéricos mais próximos dos reais, conforme figura acima.

Consideramos que o laboratório suiço esteja a 6 300 000 m do centro da Terra.

Como sabemos que o laboratório italiano está mais próximo do centro da Terra, e para que ocorra o ganho de velocidade dos neutrinos durante sua "descida", vamos, à partir de dados conhecidos, deduzir qual é o valor de "h".

De acordo com os dados coletados na Rede, os neutrinos partíram da Suíça numa velocidade muito próxima de "c", isto é, a velocidade da luz no vácuo.

c = 299 799 846,741 m/s

O ganho de velocidade de chegada dos neutrinos no laboratório italiano, após uma viagem de 732 000 m foi de aproximadamente 7 388,741 663 m/s.

Logo, a velocidade de chegada dos neutrinos tornou-se:

vn = c + 7 388,741 663 m/s = 299 807 235,5 m/s

Partimos, agora, para o cálculo de h:

c^2/r = (vn)^2/(r-h)

Vide lousa, abaixo:



310 metros de profundidade, um resultado muito interessante.

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Re: O incidente dos neutrinos

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 2nd Novembro 2011, 09:49

Prumo falso pode ter falseado distãncia do percurso dos neutrinos:


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Re: O incidente dos neutrinos

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 2nd Novembro 2011, 09:49

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Prumo falso pode ter falseado distância do percurso dos neutrinos:



A rotação da Terra provoca um desvio no prumo. O desvio de 0,004 160 x corresponde a aceleração tangencial terrestre no Equador. O observatório de Gran Sasso está a mais de 1000 metros em relação à superfície.

Nas matérias encontradas na rede, não há nenhuma indicação de que o laboratório italiano está desnivelado em relação ao laboratório suiço.


No Equador, a aceleração tangencial "atg" é aproximadamente 720 microns/seg^2.

Parece que a equipe de Geodésia do CERN não considerou esse fator. Errinho bobo, não?
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Re: O incidente dos neutrinos

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 9th Novembro 2011, 22:40

Imaginemos um vagão de trem (ou comboio) gigante:



Dentro do vagão há um vaso comunicante em forma de "U".

O vagão está parado, mas acompanha a rotação terrestre. Nessa situação o vagão caminha da esquerda para a direita na velocidade escalar da Terra referente ao
paralelo médio entre Genebra e Gran Sasso.

A velocidade escalar no topo do vaso comunicante é maior que a velocidade escalar na base do vaso.

O movimento angular da Terra "obriga" a roda esquerda "subir' em relação aos arcos "a" e "b". A roda direita, por sua vez, "desce" em relação aos paralelos "a" e "b"

Obviamente, A extremidade esquerda do vaso comunicante "sobe", e a extremidade esquerda do vaso "desce".

Fico pensando se o balanço geral dessas ponderações não pode dar como resultante um "nível" ou "angulo raso" diferente de 180 graus, ou paralelo à tangente do meio da distância entre as rodas do vagão.

Trocado em miúdos, como podemos ter certeza de que não há um desnível entre Genebra e Gran Sasso?

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Re: O incidente dos neutrinos

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 11th Novembro 2011, 09:01



À maneira que o vagão aumenta a velocidade, o tempo de estabilização do nível do fluido do vaso comunicante fica cada vez menor. Pela lei da inércia, o fluido tende a permanecer na mesma situação de repouso e, em relação ao vagão, aparece um desnível no tubo de vidro. Note que a roda do vagão deve ser presa aos trilhos, caso contrário, este também tende a "escapar pela tangente".

Nesse pequeno exercício, fica claro que o trajeto dos neutrinos entre Genebra e Gran Sasso deve seguir uma corda paralela a trajetória de escape, caso contrário os neutrinos estarão aproximando-se ou distanciando-se do centro da Terra.

Fico imaginando qual a utilidade do experimento europeu. Me parece que fazer os neutrinos "descer ladeira abaixo" muito mais interessante que apenas fazer uma trajetória por uma corda terrestre.

O primeiro objetivo serviria apenas para refinar a metrologia envolvida.

O segundo objetivo, ocorrido propositadamente ou por falta de controle de algum parâmetro, pode revelar que a velocidade da gravidade é imensamente maior que a velocidade da luz. Fico com a segunda alternativa. Italianos e Suiços estão "escondendo o jogo".

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Re: O incidente dos neutrinos

Mensagem por Xevious em 18th Novembro 2011, 16:13

Um segundo teste aperfeiçoado dos responsáveis pelo experimento Opera confirmou a existência de neutrinos, um tipo de partículas subatômicas que viaja mais rápido do que a luz, algo que a física considerava impossível até o momento.

Os resultados desse segundo teste dos especialistas do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (CERN, na sigla em inglês), com sede em Genebra, na Suíça, foram publicados nos arquivos da americana Cornell University, que explicam a variante introduzida.

Os cientistas introduziram no túnel de 730 quilômetros que liga o CERN ao laboratório de Gran Sasso, na Itália, feixes com neutrinos menos duráveis do que em outros testes, já que a duração dos anteriores era considerada a razão de um possível erro de medição.

Os feixes que provocavam a dúvida tinham uma vida de 10 milionésimos de segundo - 160 vezes a mais do que a diferença entre a velocidade dos neutrinos e a da luz -, o que, para alguns especialistas, poderia ser a causa da divergência.

O CERN ajustou a maneira de produzir os feixes dessas subpartículas, o que gerou elementos com uma duração de apenas três milionésimos de segundo.

O resultado, assinado por 200 especialistas, foi o mesmo: houve neutrinos que chegaram a Gran Sasso 0,00000006 segundos antes da luz, que viaja a 299.792.458 metros por segundo.

Os resultados divulgados em setembro "foram confirmados por um teste que usou um feixe com uma estrutura de tempo a partir de neutrinos menos duráveis, o que permitiu medir a duração de voo do neutrino em uma só interação", destaca as conclusões dessa revisão.

Esses novos dados foram publicados no "Journal of High Energy Physics" e estão à espera de uma nova revisão científica, além de terem gerado um debate sobre a validade da afirmação de Albert Einstein de que nada é mais veloz do que a luz.

Em setembro, e em meio a uma grande expectativa, Dario Auterio, membro do Instituto de Física de Lyon, na França e integrante do Opera, publicou uma das notícias científicas mais impactantes dos últimos anos.

Em um seminário do CERN, Auterio afirmou que as conclusões eram o resultado de "um longo acúmulo de estatísticas do Opera, de cerca de 16 mil operações", e evitou fazer interpretações mais avançadas, manifestando unicamente que o resultado oferecia uma série de "medições intrigantes".

Já o CERN indicou em comunicado que eram necessárias novas medições independentes, dado o impacto do experimento, levando em conta que a descoberta "não está de acordo com as leis da natureza que são consideradas como certas atualmente".

"As fortes limitações que surgem dessas observações fazem com que seja improvável interpretar as medidas do (experimento) Opera como uma modificação da teoria de Einstein", ressaltou o CERN, que insistiu na "busca de novas medições", Para 2012 está prevista a execução de mais dois experimentos para serem contrastados com os resultados do Opera, que também são alvo de averiguação dos cientistas em laboratórios semelhantes nos Estados Unidos e no Japão.

Fonte: Terra

Xevious
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Re: O incidente dos neutrinos

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 19th Novembro 2011, 09:23

Neutrinos 2 x Fotons 0



Se você é relativista, você acredita que este incidente prova:

- Que nada viaja mais rápido que a luz no vácuo;

- Pelo efeito da gravidade, a velocidade média dos neutrinos pode ser maior que sua velocidade máxima;

- Não existe éter;

- Somente Einstein explica o periélio de Mercúrio;

- A luz, ou fótons não dependem do éter;

- Ainda vamos encontrar os grávitons, as partículas mensageiras da gravidade;

- É possível enviar mensagens para o passado;

- O tempo pode ir e voltar à vontade;

- Cada local pode ter um tempo próprio;

- Apesar dos neutrinos terem saído de Genebra com uma velocidade menor que a de chegada, eles podem ter pego um atalho na 5a dimensão.

Se você é absolutista, você acredita que este incidente prova:

- Nada caminha mais rápido que a velocidade da gravidade;

- Gráviton é uma partícula existente apenas na ficção científica;

- Os neutrinos ganharam velocidade por que há um desnível ainda não detetado entre Genebra e Gran Sasso. Os neutrinos desceram ladeira abaixo. Perderam energia potencial e ganharam energia cinética, a lei de conservação de energia não foi violada;

- É impossível enviar uma mensagem para o passado, o tempo permeia todo o universo e caminha em um único sentido: do passado para o futuro;

- Nunca a velocidade média de um corpo pode ser maior que a sua máxima. Pode ser, ao máximo, igual à máxima.

- O periélio de Mercúrio pode ser apenas uma ilusão de óptica, como a refração no éter.

Está na Rede:

http://pt.euronews.net/2011/11/18/luz-ultrapassada-pelo-neutrino/
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Re: O incidente dos neutrinos

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 19th Novembro 2011, 13:51


Neutrinos 2 x Fotons 0

Se você é relativista, você acredita que este incidente prova:

- Que nada viaja mais rápido que a luz no vácuo;

- Pelo efeito da gravidade, a velocidade média dos neutrinos pode ser maior que sua velocidade máxima;

- Não existe éter;

- Somente Einstein explica o periélio de Mercúrio;

- A luz, ou fótons não dependem do éter;

- Ainda vamos encontrar os grávitons, as partículas mensageiras da gravidade;

- É possível enviar mensagens para o passado;

- O tempo pode ir e voltar à vontade;

- Cada local pode ter um tempo próprio;

- Apesar dos neutrinos terem saído de Genebra com uma velocidade menor que a de chegada, eles podem ter pego um atalho na 5a dimensão.

Se você é absolutista, você acredita que este incidente prova:

- Nada caminha mais rápido que a velocidade da gravidade;

- Gráviton é uma partícula existente apenas na ficção científica;

- Os neutrinos ganharam velocidade por que há um desnível ainda não detetado entre Genebra e Gran Sasso. Os neutrinos desceram ladeira abaixo. Perderam energia potencial e ganharam energia cinética, a lei de conservação de energia não foi violada;

- É impossível enviar uma mensagem para o passado, o tempo permeia todo o universo e caminha em um único sentido: do passado para o futuro;

- Nunca a velocidade média de um corpo pode ser maior que a sua máxima. Pode ser, ao máximo, igual à máxima.

- O periélio de Mercúrio pode ser apenas uma ilusão de óptica, como a refração no éter.

As partículas elementares neutrinos voltaram a ultrapassar a velocidade da luz, algo proibido pela teoria de Einstein, na segunda experiência do género realizada por físicos do CERN.

Novos testes realizados sob 730 km entre Suíça e Itália resultaram em valores semelhantes aos obtidos há dois meses, que deixaram perplexa a comunidade científica.

Esta repetição teve como objectivo eliminar um possível erro na medição precedente. Desta vez, a equipa internacional por trás da experiência OPERA, do acelerador de partículas LHC, utilizou um novo feixe de protões para produzir os neutrinos enviados em direção ao laboratório subterrâneo de Gran Sasso, na Itália.

"Com o novo tipo de feixe produzido pelos aceleradores do CERN (Centro Europeu de Pesquisas Nucleares), fomos capazes de medir com precisão o tempo de percurso dos neutrinos", explicou à AFP Darío Autiero, cientista do Instituto de Física Nuclear de Lyon (França) e responsável de análises de medidas da equipe Ópera.

Na nova experiência, iniciada no final de Outubro, 20 neutrinos puderam ser detectados no laboratório de Gran Sasso, e estas novas medidas "não mudam em nada a conclusão inicial de que os neutrinos parecem viajar mais rápido do que deveriam", destacou o Centro Nacional Francês de Pesquisa Científica (CNRS).

A 22 de Setembro passado, a equipa do OPERA anunciou que alguns neutrinos tinham percorrido os 730 km superando ligeiramente (por 6 km/s) a velocidade da luz no espaço (cerca de 300.000 km/s), considerada até o momento um "limite insuperável".

"Os vinte neutrinos que avaliamos forneceram uma precisão comparável aos 15 mil que fundamentaram nossa medição inicial", assinalou Autiero.

Autiero alerta no entanto que "exames complementares" e "medições independentes" são necessários antes de "a anomalia de tempo de voo" dos neutrinos possa "ser confirmada ou rejeitada".

Se for confirmada, esta velocidade superior à da luz obrigará a uma revisão da física actual, incluindo a teoria de Einstein.

fonte:
http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=2134487&page=-1&success=1:

Autiero alerta no entanto que "exames complementares" e "medições independentes" são necessários antes de "a anomalia de tempo de voo" dos neutrinos possa "ser confirmada ou rejeitada".

Pergunta:

Onde encontrar outro acelerador na Terra capaz de repetir esse experimento e permitir novas "medições independentes"?
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Re: O incidente dos neutrinos

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 20th Novembro 2011, 19:42

Neutrinos teimosos



O experimento foi repetido com uma qualidade 3.000 vezes maior, e os neutrinos parecem ter novamente viajado mais rápido do que a luz. [Imagem: INFN]

Cientistas do experimento OPERA repetiram seus testes sobre neutrinos que viajam acima da velocidade da luz e viram os resultados se confirmarem.

Os neutrinos chegaram ao destino viajando mais rapidamente do que velocidade da luz.

As novas medições foram feitas depois que o grupo analisou inúmeros artigos com críticas e observações ao experimento original.

Segundo eles, a maioria das recomendações foi observada.

Pulsos mais curtos

A principal delas foi a diminuição da duração do pulso de energia que é disparado do laboratório CERN, na Suíça, rumo ao laboratório Gran Sasso, na Itália, a 730 km de distância.

No experimento original, os pulsos duravam 10,5 microssegundos, separados um do outro por 50 milissegundos.

Os críticos afirmaram que um pulso tão largo poderia introduzir um erro sistemático na medição do tempo de voo do neutrino - não haveria como saber se cada neutrino individual estaria no início ou fim do pulso, e a duração do pulso era maior do que a diferença de velocidade observada.

O grupo então encurtou os pulsos para 3 nanossegundos, e emitiu cada um com um intervalo de 524 nanossegundos.

Isso representa um incremento superior a 3.000 vezes.

Neutrinos superluminais

A precisão agora obtida é tamanha que se tornou possível medir cada emissão individual - o experimento passou a detectar neutrinos individuais, e não grupos deles.

E eles detectaram 20 neutrinos que chegaram à Itália 60 nanossegundos mais rápido do que a luz o faria, com uma margem de erro de 10 nanossegundos para mais ou para menos.

Embora no primeiro experimento eles tenham detectado 16.000 neutrinos, os pesquisadores afirmam que esses 20 detectados nessas novas condições representam evidências "muito poderosas".

Mas isto ainda não foi suficiente para unir o grupo: cerca de 15 cientistas que ajudaram no experimento não quiseram assinar o artigo descrevendo o novo teste; cerca de 180 assinaram o documento, que agora foi submetido à publicação no Journal of High Energy Physics.

fonte:
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=neutrinos-superam-novamente-velocidade-luz&id=020175111118

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Re: O incidente dos neutrinos

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 24th Novembro 2011, 23:05

Uma investigação científica divulgada em setembro pelo Centro Europeu de Investigação Nuclear (CERN ) questionou a Teoria da Relatividade de Einstein, ao sugerir que os neutrinos viajariam a uma velocidade superior à da luz.

A conclusão do grupo de especialistas que participou na investigação, designada OPERA, agitou a comunidade científica e conduziu à repetição da experiência inicialmente realizada, na qual os neutrinos terão percorrido os 730 quilómetros que separam as instalações do CERN, em Genebra, do laboratório subterrâneo de Gran Sasso, no centro de Itália, a uma velocidade 60 nanossegundos mais rápida do que a da luz.

A equipa de investigação revelou na semana passada que a segunda experiência terá conduzido aos mesmos resultados, questionando assim conclusões alcançadas por Albert Einstein em 1905.

Segundo Einstein, nada viaja tão depressa quanto a velocidade da luz no vácuo (299792 quilómetros por segundo).

Movimentação no meio científico

No seguimento das conclusão da investigação OPERA, surgiram já novos estudos que colocam em causa a possibilidade de existirem particulas a viajar a uma velocidade superior à velocidade da luz.

Como explica João Seixas, professor no Instituto Superior Técnico e investigador do CERN: "Do ponto de vista da Relatividade Restrita, a velocidade da luz no vácuo é inultrapassável". No entanto, a velocidade da luz noutros meios (que é sempre inferior à velocidade da luz no vácuo), pode ser ultrapassada por partículas que viajem mais rápido do que a velocidade da luz nesse meio, emitindo radiação - a radiação de Cerenkov.

Ao visitarmos um reator nuclear, por exemplo, podemos ver em torno do núcleo do reator uma luz azulada que "resulta precisamente das partículas que viajam com uma velocidade superior à da luz na água".

Os estudos que questionam a possibilidade dos neutrinos viajarem a uma velocidade superior à da luz baseiam-se precisamente num aspeto anteriormente avançado por dois autores, Cohen e Glashow: "Se existem neutrinos movendo-se com velocidades superiores à da luz no vácuo, então isso significa que devem radiar algo semelhante à radiação Cerenkov", explica o investigador do CERN.

A experiência ICARUS , divulgada na terça feira, analisou precisamente a existência de radiação. Ao não encontrar nenhum acontecimento com estas características, acabou por concluir que "ou não há neutrinos com velocidades superiores à da luz, ou, a haver, não radiam como o previsto por Cohen e Glashow".

"Descoberta mais importante dos últimos 100 anos"

"Em termos científicos, a ser verdade, esta pode ser a descoberta mais importante dos últimos 100 anos" explica João Seixas em relação à experiência realizada pela OPERA.

O investigador sublinha, no entanto, que mesmo nesse caso a Teoria da Relatividade não estaria completamente posta em causa: "A Teoria da Relatividade é algo que nós testamos todos os dias com uma enorme precisão no CERN. A parte da natureza que está relacionada com os neutrinos é que nós não sabemos como funciona. Caso estes resultados venham a confirmar-se, tem de haver uma revolução em parte do nosso conhecimento".

Em relação à experiência ICARUS, o físico refere que esta se baseia em hipóteses que podem estar certas ou não, enquanto as medições da OPERA são simples e desprovidas de hipóteses de modelo, ou seja, "mede-se a distância percorrida pelos neutrinos, mede-se o tempo que a demoraram a percorrer, divide-se um pelo outro e tem-se a velocidade". "O que não quer dizer que OPERA tenha um resultado certo, entenda-se", conclui João Seixas.

fonte:
http://aeiou.expresso.pt/velocidade-da-luz-nova-experiencia-com-neutrinos-corrobora-resultado-anterior=f689281
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Re: O incidente dos neutrinos

Mensagem por Gauss em 26th Novembro 2011, 01:21

Cherenkov , pois, faz sentido que assim seja.

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Re: O incidente dos neutrinos

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 26th Novembro 2011, 10:19

Consideremos que, de fato, os neutrinos ganharam velocidade entre Genebra e Gran Sasso. Seria necessário uma diferença de potencial para que isso acontecesse.

Consideremos que a diferença de potencial é gravitacional. Mas sabemos que a equipe de geodésia devem ter trabalhado duro para que, durante a viagem dos neutrinos, esses mantivessem sempre a mesma distância do centro da Terra.

Fui em busca de uma assimetria gravitacional entre as duas cidades.



Sabemos que montanhas alteram o prumo de instrumentos de topografia, pois há massa suficiente para alteração gravitacional.

Basta dar uma rápida olhada no gráfico. A parte superior (linha vermelha) indica a diferença de altitude entre o laboratório suiço e o pico da montanha onde se encontra o laboratório italiano.

Na parte inferior, as setas verdes indicam quando os neutrinos ganham velocidade e as setas vermelhas indicam quando os neutrinos perdem velocidade.

A assimetria está lá: linha verde do gráfico superior. O relevo de Gran Sasso atraiu os neutrinos.

Genebra

Coordenadas: 46.198392° N 6.142296° E
Máxima Altitude: 1263 pés

Gran Sasso

Coordenadas: 42.469277° N 13.564976° E
Máxima Altitude: 9393 pés

Trajeto total: 447,7 milhas

fonte:
http://www.heywhatsthat.com/profiler-0904.html

Anomalias Gravitacionais


Fonte: GOCE - ESA
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Re: O incidente dos neutrinos

Mensagem por Xevious em 27th Novembro 2011, 00:15

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Consideremos que a diferença de potencial é gravitacional.
Pode ser que a difença seja a movimentação da Terra no universo.
Se fosse isso os Neutrinos teriam uma referência fixa no universo.

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Re: O incidente dos neutrinos

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 27th Novembro 2011, 10:15

Xevious escreveu:
Jonas Paulo Negreiros escreveu:Consideremos que a diferença de potencial é gravitacional.
Pode ser que a difença seja a movimentação da Terra no universo.
Se fosse isso os Neutrinos teriam uma referência fixa no universo.

Olá, Xevious!

Essa hipótese vai de encontro com o trabalho do eng. Ulianov.
Se você tem algum tempo disponível, analise o artigo, abaixo:

http://www.atomlig.com.br/poli/Neutrinos-PT.pdf

Imagino que, se os neutrinos tem uma referência fixa ao universo, bastaria fazer novos testes no CERN com doze horas de diferença da média dos horários dos testes até agora realizados. Desta forma, "canhão e alvo" mudariam de posição em 180 graus.
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Neutrinos mais rapidos que a luz - O Rei esta Nu!

Mensagem por Policarpo_Ulianov em 29th Novembro 2011, 03:48

Caro Jonas
A sua idéia de validar a minha proposta é exatamente o que eu sugeri para um físico que trabalha no LHC e foi co-autor do artigo que divulgou o resultado original...
Apesar de existir uma componente norte/sul que não é afetada pela rotação da Terra, No sentido leste/oeste vai existir uma componente vetorial de velocidade que gira 180 graus em 12 horas, bem como vc colocou!
Assim observariam uma variação senoidal na velocidade medida para os neutrinos (mesmo assim creio que ficaria sempre um pouco acima da velocidade da luz) se por exemplo repetissem o experimento de hora em hora ao longo de um dia inteiro.
Vamos torcer para eles testarem isto...
Fiz uma melhoria no artigo incluindo um exemplo numerico completo e botei novamente no mesmo link..
O pessoal da área de física levou tanto tempo para entender os paradoxos da relatividade quando a viu pela primeira vez, que não percebem que o uso de relógios sincronizados fura os exemplos de paradoxos da relatividade de Einstein e apontam para um espaço/tempo absolutos, apontam para o Eter...
Assim a matemática de Einstein é 100% exata, mas ele errou ao dar o nome a suas teorias usando o termo “relatividade” onde na verdade se olharmos bem veremos referencias “absolutas”.
Agora vai tentar falar isto para os físicos:
Relogios sincronizados transmitem a informação de tempo mais rápido que a luz!
Mas eles vem sempre com a mesma conversa: “Estude mais e um dia vc vai entender os paradoxos do relatividade...”
Ou seja: “Somente nos os muito inteligentes podemos ver a roupa invisível do rei, se vc não viu ainda é por que ainda é burro!”

Ai só posso gritar:
O Rei esta Nu poxa!!!!
(hehehehehe)


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Re: O incidente dos neutrinos

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 29th Novembro 2011, 08:52

Policarpo_Ulianov escreveu:Relogios sincronizados transmitem a informação de tempo mais rápido que a luz!Mas eles vem sempre com a mesma conversa: “Estude mais e um dia vc vai entender os paradoxos do relatividade...”

Oi, Policarpo!

Grato pelas palavras de incentivo.

Ficamos felizes pela sua participação no Forum Física2100!
Quem conhece coreografia sabe como é importante a marcação do tempo num bailado.

Como aceitar o bailado cósmico sem marcação temporal única?

Einstein acreditou piamente na teoria eletromagnética de Maxwell e percebeu que, para salvar o princípio da relatividade de Galileu, o tempo e o espaço teriam que curvar-se para (a majestade) velocidade da luz.

Poucos sabem, mas há outra explicação para o eletromagnetismo. Trata-se do trabalho de Weber, abraçada pelos físicos "relacionais".

Procure conhecer o trabalho do físico brasileiro André Koch Torres Martins, discípulo de Cesar Lattes. A "Mecânica Relacional" de Martins dá uma nova explicação para a força centrífuga e explica o funcionamento do Cosmos sem entrar em conflito com a lógica comum.
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Re: O incidente dos neutrinos

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 30th Novembro 2011, 22:20

Bamboleio Neutrínico

Continuamos a especular sobre os problemas dinâmicos e metrológicos neutrinianos, a fim de buscar algum detalhe desconsiderado.

Convesando com o colega Marcelo, desenvolvemos esse modelo de análise dinâmica entre o "canhão" de Genebra e o "alvo" em Gran Sasso.



A Terra gira (esquerda). A cada 12 horas de diferença, contando-se à partir de qualquer instante, as posições entre canhão e alvo atigem máxima "deflexão".

A imagem dos cones, à direita, ilustra detalhadamente o problema.

Transportamos a imagem dos cones para a figura abaixo:



À partir desse esquema, fizemos uma nova imagem em perspectiva.

Ilustramos "três tiros" em tempos diferentes:

O "tiro vermelho" é dado quando canhão e alvo se distanciam.
Nesta situação, o tempo de viagem é mais longo.

O "tiro verde" ilustra bem o problema do alvo móvel: O canhão não deve apontar
para a linha de tiro, mas um pouco "acima", pois o "alvo" movimenta-se até a chegada
da "bala". Nessa faixa temporal o tempo de viagem é "médio".

O "tiro azul" acontece quando canhão e alvo aproximam-se. Nessa situação, o tempo de viagem é o menor possível.

Como se pôde notar, tudo é muito relativo, pois qualquer tiro pode ser considerado como "inicial". Isso faz sentido?

_________________
Gráviton, onde tu estás que não te encontro Razz ?
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Re: O incidente dos neutrinos

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