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A Verdadeira Natureza da Gravidade

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Mensagem por casasanta em 16th Setembro 2015, 04:34


Jonas escreveu:Minha dúvida é a mesma de Bosco. Imagino que uma substância ultracompactada, onde cada partícula é um ponto, fica difícil imaginar "compressões" e expansões nesse meio.
A partícula wagneriana não é um ponto adimensional. Ela tem um tamanho.
E seu tamanho e forma são determinados pela situação da curvatura do ambiente restrito a ela. Ambiente restrito a ela é o que a cerca logo ao exterior da parte compactada. O ambiente da partícula sofre constantes turbulências de altíssimas amplitudes (ondulações) vindas de todos os lados por conta dos incessantes movimentos das demais que se avisinham com ela. Essa turbulência é reconhecida pelo Mecânica Quântica, e tem o nome de "Perturbação Quântica". Existe uma teoria para ela: a Teoria das Perturbações.
É fácil entender as variações do tamanho e forma da partícula. Seu tamanho "médio" no éter encolhido é maior que no éter esticado. Isso é fácil de compreender. E quando o éter está estirado por uma direção, mas encolhido ortogonalmente a essa direção, a partícula nele é achatada, sendo que seu menor diâmetro está na direção do estiramento. Isso mostra uma inversão. Por isso, seu tamanho é inversamente proporcional ao estiramento do éter. Ou, diretamente proporcional ao encolhimento do éter.

Os pontos mencionados por mim para explicar a possibilidade mecânica de tão alta flexibilidade do éter, são puramente geométricos, e com eles pretendi determinar localidades fixas do corpo do éter, e os efeitos em suas distâncias durante a ação de um estiramento naquele volume onde determinei os pontos. Basta reler e ver que eu destaquei uma parte finita do éter. Pretendi que se visualizasse o ocorrido nesta localidade com dimensões finitas, durante um estiramento mais amplo do éter.



Jonas escreveu:Como o ponto é adimensional, é possível "fazer concessões" ao éter wagneriano. Alguns pontos desse corpo poderiam crescer e enquanto outros reduzirem seus diâmetros. Logo, teríamos pontos de esforços localizados no interior do éter.
Isso eu não entendi, Jonas. Mas creio que deva ser um equívoco seu por conta do mau entendido sobre os pontos que mencionei.



Jonas escreveu:Não tenho certeza absoluta se uma onda pode propagar em um meio totalmente compacto. No entanto, quanto mais compacto é um meio, maior a velocidade de propagação de uma onda.
Falar sobre velocidade é falar sobre tempo. Isso é complicado no momento. Mas, o que pode satisfazer essa sua falta de certeza é que uma massa absoluta, como já explanei, não tem uma propriedade rígida como tem o aço, por exemplo, ou mais que ele. Ela é flexível, mas não pense que, ela sendo flexível, suas forças atuantes são forcinhas iguais às que encontramos por aqui. Como eu já disse, são duas forças que movem massa absoluta. Sendo a massa absoluta, a força necessária para movê-la deve também ser absoluta; isto é; potentemente infinita. As duas forças, portanto são potentemente infinitas.
Ora, mas de onde vem essas imensuráveis forças?
E como fica a preservação da energia?
Etc.
A massa absoluta tem a propriedade puramente natural dela de ser flexível. E a flexibilidade de uma massa absoluta só é possível com a atuação de duas forças com potências infinitas: a que a encolhe e a que resiste o estiramento. Não existe nenhuma força sequer atuando nela que tende-a a se esticar, ou se expandir por estiramento. O que a estica "aqui" é a força do encolhimento "ali, lá e acolá". E a força de resistência aplaca o progresso do colapso consumado.
Duas forças infinitas contrárias. Uma combatendo a outra. Uma batalha que resulta em forças finitas. Esta é a eterna batalha do mundo do absoluito; o mundo físicamente real.
Este espaço vazio, contendo partículas microscópicas e macroscópicas sólidas, que estamos acostumados a lidar no nosso dia-a-dia, não é gerado ou formalizado pelo mundo absoluto. Ele á gerado pelas sensações do ser vivente. O mundo absoluto é o real e existe como ele é. Esse nosso é a impressão que temos dele ser, em função dos nossos sentidos.



Jonas escreveu:Concluindo, tudo que existe dentro o éter wagneriano, aquilo que conhecemos como "massa" ou "ondas de energia" seriam apenas modulações de densidade dentro desse meio.
Correto, Jonas, mas cuidado com o termo "densidade" quando a atribui à massa absoluta. Densidade é uma unidade de medida "não infinita". Portanto, use o com cuidado para não criar uma noção errada desse éter wagneriano. O termo densidade ajuda muito em compreender as "modulações" das predominações das forças (num qualquer ponto geométrico, hora uma das forças predomina, hora outra, numa constante variação das duas forças).


Ainda tem muito que ser dito sobre o funcionamento deste universo wagneriano. Coisas muito importantes, como a velocidade da luz, por exemplo. São fatores difíceis de explicar, mas, se continuarmos tendo paciência, retornando em recapitulações para sanar dúvidas, as facilidades de compreensão se farão presentes a cada passo que dermos.
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Mensagem por casasanta em 16th Setembro 2015, 04:54

Eu entendo o seu princípio filosófico, Bosco. Há nele, também, um princípio físico. Aliás, o princípio físico do seu pensamento acerca do éter wagneriano estabelece que qualquer movimento de compressão deste éter é ilícito, pois não é lícito que um ponto sequer do espaço seja duplamente ocupado por massa.

Mas, Bosco, o que é massa? O que é espaço?

Infelizmente, ou felizmente, encontramos um desacordo.

Me cansei com essa postagem anterior dirigida para o Jonas, mas pretendo amanhã expôr-lhe o que estiver ao meu alcance para esse impasse.

Até lá, e um abraço.
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Mensagem por casasanta em 16th Setembro 2015, 19:16

Bosco escreveu:
casasanta escreveu:A  partícula indivisível do pensamento do homem de séculos atrás tem uma configuração sólida com a dureza divina; feita pelas mãos de Deus; inquebrável, perfeita e eterna. É esse tipo de massa absoluta que você está concebendo em mente?
Não. Creio que a substância que descrevo é a mesma que você imaginou.
A "massa absoluta" que você imaginou e descreveu, só teria uma forma de ser.
Ela ocuparia todos os lugares.
Ela marcaria presença sempre da mesma forma em todos os lugares.
Apelo agora para a sua consciência filosófica. Esta "substância", com estas propriedades básicas, não pode ser comprimida ou distendida. Pense bem.
Qualquer substância ou meio que se imagine, exige espaço, que seja diferente da sua consistência, para permitir sua compressão ou distensão. Se não houver este espaço, esta substância, independente da sua consistência, se torna automática e infinitamente rígida.
Oi, Bosco.

Estamos num início do problema de uma não aceitação, de sua parte, de um fator de suma importância para minha tese.
Você está discordando daquilo que ninguém conhece; nem mesmo eu. E suponho que você também não conheça as propriedades de uma massa absoluta, pois isso não existe em "nosso" mundo Físico (o experimentado por nós).
Entretanto, você expôs uma opinião sua sobre a massa absoluta e relatou ser o que a filosofia tem a dizer dela. Será isso mesmo o que você disse, o que ela tem a dizer da massa absoluta? Ou seria dirigido à matéria para o acordo da Física do "nosso" mundo não absoluto?
Sou obrigado a bater na mesma tecla, pois, que outra tecla há? O que posso fazer antes que esse impasse passe a perdurar de forma negativa ao nosso debate, é lhe pedir para "guardar" esse ponto para uma resolução futura, e, enquanto isso, poderá considerar meu éter como sendo algo abstrato como é o Campo de sua partícula. Você tendo total aceitação de que essa nossa realidade é um sub-produto do abstrato, passe, a partir de agora, a considerar meu éter como uma realidade abstrata. Mas conservando a configuração da flexibilidade e tudo o mais que descrevi como sendo o funcionamento mecânico e das forças, passando a ser tudo abstrato.
Senão, Bosco, tudo o que esse meu éter é capaz não será sabido por você, pois acabaremos empacados por muito tempo num ponto estressante que pode perturbar nossos nervos e por fim ao nosso rico debate. Eu faço questão que voltemos a debater, futuramente, sobre a propriedade do que seja feito o éter wagneriano.
Por favor; não pense que estou fugindo da obrigação de se explicar por coisas vãs, enfiando-as debaixo do tapete. Suas palavras não abalaram o conceito que tenho das propriedade flexível da massa absoluta. Só pretendo evitar algo muito trabalhoso agora.

Espero ter sua compreensão com isso.
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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 17th Setembro 2015, 09:16

Estamos num início do problema de uma não aceitação, de sua parte, de um fator de suma importância para minha tese.

Você está discordando daquilo que ninguém conhece; nem mesmo eu.

E suponho que você também não conheça as propriedades de uma massa absoluta, pois isso não existe em "nosso" mundo Físico (o experimentado por nós).

Esse é o ponto, Casasanta.

Você vislumbrou algo inédito, "sente" que isso faz sentido, mas está em dificuldades em revelar essa descoberta para nós.

Particularmente, quero saber como o mundo pode funcionar sem os conflitos da visão relativista.

Tenho que ser franco:

Nós queremos entender aquilo que você propõe. Mas a aceitação de algo incompreensível é mais difícil que a adoção de um dogma.
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Mensagem por Bosco em 17th Setembro 2015, 16:25

Eu penso que o ponto alto deste modelo,  onde se usa um tecido em 3 D, que é estirado em alguns pontos do seu interior, cujos pontos chamamos de origem, é criar curvaturas que podem por si só sugerir ou revelar como a matéria e seu campo gravitacional funcionam. É nisso que me apego. Eu não preciso conhecer a consistência do tecido, apenas quero analisar a geometria destas curvaturas e também suas propriedades. Como lhe disse antes, eu até creio que este tecido não exista, não é necessário.
Imagine um mini chafariz com oito bicos muito finos, que ejetam água com muita pressão de forma horizontal. Este chafariz é pequeno, cabe na palma da mão, tem rodinhas para deslisar, e é alimentado na vertical.
Eu acredito que a intensidade da vasão da água, determina a inércia que o chafariz apresenta, quando se tenta movê-lo. Parecido com o efeito giroscópio, que depende da velocidade do disco, e não só do giro.
Ao invés de rodinhas, pode-se também imaginar o chafariz preso no teto pela mangueira de alimentação, e à meia altura, de forma a ficar como um pêndulo, que varia a inércia conforme a vazão.
Acho que a matéria ou a partícula fundamental, como um chafariz, é um evento que emite informações de forma esférica, criando assim em vota de si o espaço e o tempo, que resultam da intensidade destas informações. Sempre que se tentar mover esta origem, as informações por ela dispersadas criam resistência à variação de movimento, fazendo surgir a inércia.
Perceba que eu tento estabelecer um paralelo entre o chafariz, e as curvaturas dos modelos que temos discutido. Acho que este é um caminho.

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Mensagem por casasanta em 18th Setembro 2015, 04:37

Jonas escreveu:
Casasanta escreveu:Estamos num início do problema de uma não aceitação, de sua parte, de um fator de suma importância para minha tese.

Você está discordando daquilo que ninguém conhece; nem mesmo eu.

E suponho que você também não conheça as propriedades de uma massa absoluta, pois isso não existe em "nosso" mundo Físico (o experimentado por nós).

Esse é o ponto, Casasanta.

Você vislumbrou algo inédito, "sente" que isso faz sentido, mas está em dificuldades em revelar essa descoberta para nós.
Sim, Jonas. Eu vejo muita dificuldade em demonstrar a vocês as entranhas que me foram a razão de eu ter a noção da massa absoluta ser flexível.

Eu creio que muitos dos Físicos que participaram no desenvolvimento da Física atual, atribuindo fenômenos apelidados como "bizarrices" à realidade como sendo fatos, devem ter se refletidos com a pergunta: "será que eu estou sendo insano em aceitar isso?".

Mas a grande parte dessas informações chamadas "bizarrices" continuam atuando nos altos degraus do conhecimento Físico, juntos com outras, mais audaciosas, que surgiram mais recentemente.

Com o conceito que tenho de massa absoluta, não a vejo como uma dessas bizarrices inaceitável que sempre nos deparamos. A massa absoluta não faz parte do nosso mundo. É isso que a Física nos diz sobre os fenômenos Relativísticos e Quânticos: "que eles não fazem parte do nosso mundo do cotidiano".

Mas a massa absoluta não está no microcosmo onde é outro mundo; o das partículas Quânticas, e nem no macrocosmo onde também é outro mundo; o dos fenômenos da relatividade einsteiniana, mas, sim, por trás de tudo; lá onde as leis são diferentes; sendo a plataforma "primeira" de tudo o que é físico.

Creio que a tese do Bosco deve ser tratada por ele desta mesma forma; que nosso mundo físico (desde o micro ao macro) seja oriundo de uma plataforma "primeira" de realidade abstrata regida por leis diferentes das leis da física substancial. Que ele me corrija.


Jonas escreveu:Particularmente, quero saber como o mundo pode funcionar sem os conflitos da visão relativista.
Isso não é possível, Jonas. Os efeitos de variações do fluxo do tempo para o viajante veloz é verdade. Isto é; sempre vamos conviver com essa realidade relativística. Mas você está enganado por pensar que isso é um conflito. A relatividade fala em velocidades que não experimentamos no dia-a-dia.

**** Se em nosso cotidiano realizássemos viagens acima da metade da velocidade da luz, estaríamos familiarizados com os efeitos relativísticos em nosso dia-a-dia, e assim não veríamos conflito algum.

**** Mas, se por outro lado, tendo essas velocidades em nosso dia-a-dia, e não nos ocorressem os fenômenos relativísticos, aí poderíamos dizer que é um conflito por ser mentira.

Em qual dos conflitos descritos acima você está se colocando, Jonas.


Jonas escreveu:Nós queremos entender aquilo que você propõe. Mas a aceitação de algo incompreensível é mais difícil que a adoção de um dogma.
Você aceita sua tese da expansão radial. Também aceita a abstração da tese do Bosco?

Não quero justificar a realidade do "estranho" da minha tese, com a comparação dele com os "estranhos" da sua e a do Bosco. Mas proponho que conheçam as demais capacidades que essa atividade flexível alcança. Por isso pedi que a tratem de forma abstrata, mas funcionando como eu a descrevo.

Ao Bosco:
Vejo que em sua tese o Campo gravitacional esta formalizado, e o efeito de tempo-espaço se realiza por meio de informações que todos os centros de Campo emitem por todos as direções, esfericamente.
Que cada Campo é uma partícula, e todas elas se interagem entre si sem estarem juntas num mesmo Campo primário, mas por um fator semelhante ao descrito pelas supostas influências que o universo recebe de um suposto universo paralelo. Sendo assim, cada partícula (Campo) é um universo distinto que troca constantemente informações sobre sua presente ação de movimento com os demais.
Não sei mais nada do que isso sobre sua tese.

Eu não entendi essa analogia do chafariz para explicar a inércia da sua partícula.
Eu vou reler ela várias vezes. Talvez eu consiga "pegar" o que você tem em mente.
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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 18th Setembro 2015, 10:05

Você aceita sua tese da expansão radial. Também aceita a abstração da tese do Bosco?

Tal qual a abstração wagneriana, tenho dificuldades em entender as abstrações bosconianas.

Talvez o grande problema de todas as teorias é que nenhuma delas resolveu a questão daquilo que é partícula (massa) e daquilo que é onda (energia).

Pena o colega Robson não estar participando deste debate.
A visão "robson-contiana" é resumida ao mundo observável, feito de partículas aceleradas e espaço, o qual não é totalmente vazio.

Quanto à minha visão de expansão radial, continuo "em cima do muro". A minha percepção, pela qual me integro a este mundo, me diz que existe massa nas mais diversas dimensões, ondas que vibram em algum meio etéreo. Uma visão muito próxima da perspectiva newtoniana.

A abstração da expansão radial (que não é tão abstrata assim) não questiona os conhecimentos obtidos experimentalmente nos últimos quatrocentos anos; apoia-se em todos eles.

A Relatividade é uma descrição matemática rigorosa e complexa, discutida entre atletas intelectuais. Nego a Relatividade por ela não ter nenhuma base experimental real. Matemática não é fíisica. Matemática é identidade. Só isso.

Entre ser julgado um idiota ou tornar-me mais um deles, prefiro ficar com a primeira opção. A natureza é mais esperta que todos os gênios juntos.

Costumo brincar que a hipótese radial é uma teoria "lisa como um sabonete". Curiosamente, o mesmo acontece com a Relatividade. Ambas não podem ser provadas. Ambas não podem ser negadas.

Não existe beco sem saída para a Relatividade. Tal qual quando alguém espreme na mão um sabonete bem molhado, o sabonete escapa.
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Mensagem por casasanta em 18th Setembro 2015, 15:09

Jonas escreveu:Nego a Relatividade por ela não ter nenhuma base experimental real.
Concordo que há muitos pontos da Relatividade einsteiniana que ainda não foi conferida por experimentos reais, por não haver tecnologia para isso, mas foi constatado que o tempo marcado em movimento ou em uma maior altitude do Campo gravitacional é diferente.

E no experimento do interferômetro de Michelson e Morley foi constatado que:
* Ou a luz está viajando com mesma velocidade para todas as direções no laboratório, ignorando o éter e o movimento que a Terra faz nele.
* Ou o movimento da Terra pelo éter causa uma contração do comprimento da matéria na direção do movimento.

Sem as bizarrices relativísticas não deveria haver um pequeníssimo atraso da luz na direção do movimento que a Terra faz no éter? Pois não foi encontrado nenhum atraso da luz, por nenhuma direção.

É um experimento real que nos permite ver com nossos próprios olhos, e com clareza, o paradoxo às leis de Newton, isto é; um fenômeno relativístico einsteiniano nas nossas vistas.

Jonas e Bosco; que explicação suas teses têm para esse resultado nulo do experimento do interferômetro de Michelson e Morley?
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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 18th Setembro 2015, 16:44

casasanta escreveu:
Jonas escreveu:Nego a Relatividade por ela não ter nenhuma base experimental real.
Concordo que há muitos pontos da Relatividade einsteiniana que ainda não foi conferida por experimentos reais, por não haver tecnologia para isso, mas foi constatado que o tempo marcado em movimento ou em uma maior altitude do Campo gravitacional é diferente.

E no experimento do interferômetro de Michelson e Morley foi constatado que:
* Ou a luz está viajando com mesma velocidade para todas as direções no laboratório, ignorando o éter e o movimento que a Terra faz nele.
* Ou o movimento da Terra pelo éter causa uma contração do comprimento da matéria na direção do movimento.

Sem as bizarrices relativísticas não deveria haver um pequeníssimo atraso da luz na direção do movimento que a Terra faz no éter? Pois não foi encontrado nenhum atraso da luz, por nenhuma direção.

É um experimento real que nos permite ver com nossos próprios olhos, e com clareza, o paradoxo às leis de Newton, isto é; um fenômeno relativístico einsteiniano nas nossas vistas.

Jonas e Bosco; que explicação suas teses têm para esse resultado nulo do experimento do interferômetro de Michelson e Morley?

Estou enviando um link do Physics Forums, o maior ninho de relativistas do mundo:

https://www.physicsforums.com/threads/evidence-for-preferred-frames.73498/

Ou em tradução automática:

https://translate.google.com.br/translate?sl=en&tl=pt&js=y&prev=_t&hl=pt-BR&ie=UTF-8&u=https%3A%2F%2Fwww.physicsforums.com%2Fthreads%2Fevidence-for-preferred-frames.73498%2F&edit-text=&act=url
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Mensagem por Bosco em 19th Setembro 2015, 02:38

casasanta escreveu:Jonas e Bosco; que explicação suas teses têm para esse resultado nulo do experimento do interferômetro de Michelson e Morley?
Esta é uma conjectura proposta por Einstein na TRR, que sugere que a luz tenha velocidade C, independente do referencial inercial adotado e da velocidade da fonte, para justificar o valor de C nas equações de Maxwell.

Penso que funciona assim:

No modelo do lençol elástico pode-se admitir que a propagação de uma curvatura, que se inicia quando se pinça um ponto deste lençol, provocando nele um afundamento, se expande sempre à velocidade C, ou constante de elasticidade deste tecido.
Se dissermos que a Terra é um ponto neste lençol, e uma estrela visível é outro ponto nele, então a luz que emerge pela gravidade da estrela segundo sua curvatura espaço tempo, viaja em direção à Terra à velocidade C, conforme indica o observador solidário à estrela. Porém quando a luz está chegando à Terra, ela passa a viajar à velocidade C, segundo as curvaturas espaço tempo do meio onde se localiza a Terra, e que é diferente daquela curvatura da estrela. Então, embora a Terra se movimente em relação à estrela, o observador nela situado, também mede como sendo C, a velocidade da luz que chega da estrela.

Viu como é poderoso este modelo do lençol?

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Mensagem por casasanta em 19th Setembro 2015, 04:02

É impraticável ter uma conversa por meio de traduções português/inglês com o delicado assunto da Física einsteiniana. Os tradutores ficam devendo muito quando utilizamos palavras que fogem do padrão formal da escrita. E são muitos verbetes que usamos. Eles confundem os tradutores e, sem que se pretende, podem formar uma tradução em inglês que, senão são frases incompreensíveis, são frases deseducadas ou ofensivas para eles. Mesmo a tradução de um texto impecavelmente formal contém pequenas distorções que podem facilmente comprometer a compreensão da mensagem sobre a Física.

Se você já conhece os membros de lá, e eles já o conhecem, talvez seja mais fácil para você.

Mas, Jonas, a Internet é farta de artigos sobre os pormenores que ocorrem num experimento com o interferômetro MM (Michelson e Morley). Isso não é complicado. Nem é necessária a matemática incompreensível. A única equação necessária para o bom entendimento é a da Transformação de Lorentz do comprimento: (L'=L.√ 1-(v²/c²)).

L' é o comprimento contraído (objeto em movimento).
L é o comprimento original (objeto parado).
v/c é o quanto da velocidade da luz que o objeto se move.

É só isso.

v/c significa a velocidade do objeto dividido pela velocidade da luz.

A Terra, por exemplo, está numa velocidade "arredondada" de 30 quilômetros por segundo em relação ao Sol. É com essa velocidade que a Terra descreve sua órbita em torno do Sol. Nesta suposição estamos supondo que o Sol está parado no éter e a Lua não existe.

30 quilômetros por segundo equivale a quanto da velocidade da luz?

Seria de 0,0001 da velocidade da luz, pois 30/300.000=0,0001

Se fosse a metade da velocidade da luz, seriam 150.000 quilômetros por segundo:
Seria de 0,5 da velocidade da luz, pois 150.000/300.000=0,5

Usa-se a letra minúscula "c" para esse número que significa "o quanto da velocidade da luz".
Veja que v/c é o mesmo que 1v/1c, que diz; nem a metade de "v", nem o dobro "v", mas um único "v" (velocidade do objeto) dividido por, não a metade de "c", nem o dobro de "c", mas uma única "c" (velocidade da luz).

Assim, no exemplo da Terra, 30 quilômetros por segundo equivale à 0,0001c.

Isso é complicado?


Última edição por casasanta em 19th Setembro 2015, 05:29, editado 1 vez(es)
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Mensagem por casasanta em 19th Setembro 2015, 04:18

Bosco escreveu:Viu como é poderoso este modelo do lençol?
Não.

Está havendo um grande embaraço nesta sua explicação sobre a constância de c.

E a analogia do lençol não mostra nada disso que você falou.


Bosco, a constância de c é descrita diferentemente do que você disse. Você misturou as coisas.

A luz sai da Estrela e chega na Terra. Esse é o evento.
Tem um observador na Estrela e outro na Terra.
O da Estrela mede c na luz que sai dela e c na luz que chega na Terra, mas ele mede v da Terra diferente de 0c.
O da Terra mede c na luz que sai da Estrela e c na luz que chega na Terra, mas ele mede v da Estrela diferente de 0c.

É isso. Primeiro conta o evento medido por um observador e depois conta o evento medido pelo outro.

O observador da Estrela mediu uma incidência da luz na Terra diferente de c.
O observador da Terra mediu uma saída da luz da Estrela diferente de c.

Os dois observadores sempre medem c na luz, mas o terráqueo mede v da Estrela diferente de 0 e o estelar mede v da Terra diferente de 0.

Agora releia o que você escreveu.
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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 19th Setembro 2015, 10:52

Ok, Casasanta. Vou traduzir apenas a introdução do tópico sugerido:


The Einstein postulates assert an invariance of the propagation speed of light in vacuum for any observer, and which amounts to a presumed absence of any preferred frame.

Os postulados de Einstein afirmam sobre a invariância da velocidade da propagação da luz para qualquer observador [a velocidade da luz é constante para qualquer observador], o que equivale presumir que não há um quadro preferencial [referência especial no espaço, para a realização e observação de qualquer experiência].

Comentário [além das explicações entre chaves]
O quadro preferencial é o espaço absoluto de Newton.

The postulates appear to be directly linked to relativistic effects which emerge from Einstein's Special Theory of Relativity, which is based upon the concept of a flat spacetime ontology, and which then lead to the General Theory of Relativity with its curved spacetime model for gravity.

Os postulados [de Einstein] revelam sua ligação direta com os efeitos relativistas, decorrentes da Teoria da Relatividade Restrita, a qual é baseada no conceito de uma ontologia [estudo da verdade] de um espaço-tempo plano, e que em seguida conduziu a Teoria da Relatividade Geral e seu modelo de espaço-tempo curvo para [descrever] a gravidade.

While the relativistic effects are well established experimentally it is now known that numerous experiments, beginning with the Michelson-Morley experiment of 1887, have always shown that the postulates themselves are false, namely that there is a detectable local preferred frame of reference.

Uma vez que os efeitos relativistas são bem conhecidos experimentalmente, sabe-se agora que numerosas experiências, começando-se com a [própria] experiência de Michelson-Morley [realizada em] de 1887, sempre demonstraram que os postulados [de Einstein] são falsos, ou seja, que não há [mas efetivamente há] um quadro de referência preferencial [espaço absoluto de Newton] detetável.

This critique briefly reviews the experimental evidence regarding the failure of the postulates, and the implications for our understanding of fundamental physics, and in particular for our understanding of gravity.

Esta critica [à Teoria da Relatividade, muitas delas sistematicamente rejeitadas pelas revistas oficiais, inclusive o trabalho de DeWitte] revisa brevemente sobre as evidências experimentais sobre o fracasso dos postulados [de Einstein] e sobre as implicações de nosso entendendimento sobre a física fundamental, e em particular sobre o nosso entendimento sobre a gravidade.

A new theory of gravity is seen to be necessary, and this results in an explanation of the `dark matter' effect entailing the discovery that the fine structure constant is a 2nd gravitational constant.

Uma nova teoria da gravidade é vista como necessária [Oba! Bom para o Bosco, Casasanta, Robson, Walter e... eu], e  isso resulta numa explicação para a o efeito da "matéria escura" estar vinculado à descoberta de uma constante para uma fina estrutura e uma SEGUNDA constante gravitacional.

Comentários:

Taí, Walter  cheers  cheers  cheers !

Parece que a constante gravitacional de Newton (copiada também por Einstein) é uma improvisação!
Espero que um dia façam uma medição objetiva da gravidade lunar. E toda a física, depois de Keppler, poderá ser revisada.


Casasanta,

Você me sugeriu participar das discussões do PhysicsForums. Participei algum tempo e fui expulso de lá. Quando eles percebem heresias, travam as postagens sumariamente.

Meu exemplo está abaixo:
https://www.physicsforums.com/threads/belt-paradox.524220/
"With that, thread closed. Please read our rules on overly speculative posts."
À propósito, "jaquecusto" era o meu apelido usado neste forum...

Muito me admira terem debatido o trabalho de Cahill e não fecharem o tópico.
Os moderadores não tiveram coragem de suspender o tópico, mas insinuaram que Cahill seria apenas mais um "crackpot". Cahill é um físico teórico da Universidade de Adelaide, Austrália Embarassed !

Aos eventuais visitantes, a íntegra do debate [em inglês] está nesse endereço:
https://www.physicsforums.com/threads/evidence-for-preferred-frames.73498/
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Mensagem por Bosco em 19th Setembro 2015, 14:08

casasanta escreveu:Está havendo um grande embaraço nesta sua explicação sobre a constância de c.
Vou tentar explicar de outra forma; porque a luz que parte de uma estrela em direção à Terra, sempre viaja à velocidade C, mesmo havendo velocidade relativa entre ambas:

Um observador situado na estrela mede que a luz parte de lá à velocidade C.

A velocidade C desta luz, depende da curvatura espaço tempo da estrela. Junto à estrela a luz emerge devagar para quem a observa de longe, porém no local por onde esta luz passa sua medida de velocidade é C.
Á meio caminho entre a Terra e a estrela, esta luz continua caminhando à velocidade C, e segundo a resultante do espaço tempo determinado pelos campos gravitacionais locais.
Quando se aproxima da Terra, esta luz caminha agora segundo a gravidade terrestre, que impõe a velocidade C, conforme a intensidade do seu campo gravitacional. Portanto, não importa se a Terra possui ou não velocidade em relação à estrela, que a velocidade medida, da luz que aqui chega, será sempre C.
Porém, para um observador distante simetricamente da estrela e da Terra, a luz parte em velocidade baixa da estrela, acelera pelo meio do caminho e freia quando se aproxima da Terra, mas para os observadores situados no caminho da luz, sua velocidade é constante e vale C.

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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 19th Setembro 2015, 16:17

A velocidade C desta luz, depende da curvatura espaço tempo da estrela. Junto à estrela a luz emerge devagar para quem a observa de longe, porém no local por onde esta luz passa sua medida de velocidade é C.

Tem certeza disso, Bosco?!
Você acaba de me afirmar que a velocidade da luz não é constante.

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Mensagem por Bosco em 19th Setembro 2015, 16:32

Jonas Paulo Negreiros escreveu:
A velocidade C desta luz, depende da curvatura espaço tempo da estrela. Junto à estrela a luz emerge devagar para quem a observa de longe, porém no local por onde esta luz passa sua medida de velocidade é C.

Tem certeza disso, Bosco?!
Você acaba de me afirmar que a velocidade da luz não é constante.

Pode confiar.

A velocidade da luz, no referencial onde ela chega ou parte, é sempre C (estrela ou Terra).

Porém, imagine um triângulo retângulo, com os vértices ABC (estrela , Terra, observador).
Considere um feixe de luz que parte de A (estrela) para B (Terra), e um observador colocado em C e medindo com que velocidade o feixe de luz cruza o caminho de A para B, segundo uma régua que ele tem em mãos. Dependendo da intensidade dos campos gravitacionais que o feixe de luz encontre pela sua frente, o observador poderá medir consequentemente, velocidades inferiores a C, que é o que ocorre neste caso analisado.

Considere também que se não houver campo gravitacional significativo entre A e B, neste caso o observador em C vai acusar que a luz fez todo o trajeto com a velocidade C.

A gravidade funciona como uma lente promovendo a refração da luz.

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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 19th Setembro 2015, 17:43

A gravidade funciona como uma lente promovendo a refração da luz.

Grato, Bosco.
Disto posso concluir que a velocidade da luz não é constante, mas relativamente constante, em relação ao ponto onde o observador se encontra.
É isso?
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Mensagem por Bosco em 19th Setembro 2015, 17:57

A curvatura espaço tempo local, é quem determina que a velocidade da luz recebida ou emitida é sempre C, e isto (ao meu ver) está em concordância com a TRR e com as equações de Maxwell.

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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 19th Setembro 2015, 18:10

Olá Casasanta,

Xevious, nosso colega de frequência bissexta, nos disse (certa vez, com muita propriedade) que o fórum Fisica2100 deveria mudar de nome para fórum da gravidade.

Não tenho a menor dúvida que, no dia em que a gravidade deixar de ser apenas descrita e calculada e finalmente ganhar uma explicação plaúsivel e compreensivel a qualquer ser racional, o ser humano entrará em um novo estágio de compreensão do cosmos.

Tenho meditado sobre o seu modelo de massa compactada em pontos, capaz de comprimir e expandir, sem provocar conflitos de ordem lógica.

Vou apresentar-lhe uma interpretação pessoal daquilo que você tenta nos explicar.

Um ponto pode ser definido (localizado) numa reta, num plano, num sólido e, sem esquecermos da visão relativista, no espaço-tempo.

Acredito que seja possível ocorrer compressões e expansões no eter wagneriano de uma forma puramente matemático-geométrica.

Cada ponto deve ter um grupo de dígitos (que pode ser infinito), no qual está registrado a sua posição "natural" no Cosmos. Além desse grupo de dígitos que é a própria identidade desse ponto, há outro grupo de dígitos, no qual indica a esse ponto a sua posição atual.

Quando as coordenadas dos dois grupos de números infinitos tem o mesmo registro, significa que o ponto está em repouso não sofre qualquer pertubação externa.

Quando um ponto é levado, juntamente com outros a uma situação de compressão ou estiramento, todos esses pontos terão diferenças numéricas entre o seu registro de posição "natural" e posição forçada.

Enquanto essa diferença, de cada ponto, não for anulada, teremos zonas de conflito.
Essas zonas de conflito seriam as distorções no espaço (e talvez) tempo que causariam a origem de inércia, movimento e gravidade.

Espaço e tempo passam a ser abstraídos totalmente pelo domínio da matemática.
Mas não podemos nos esquecer que, nesses termos, o éter wagneriano é absoluto.

Espero que essa interpretação ao eter wagneriano ajude a todos nós a entender sua proposta. Caso contrário, fica aqui mais um modelo gravitacional à disposição dos
frequentadores do Fórum da Gravidade, digo Fisica2100!

P.S.

Não posso deixar de mencionar que o (sumido, não sei por que) Colega Policarpo Ulianov criou alguma coisa parecida, na qual (por motivo que desconheço) foi apresentado numa página de Carlos Costa:

Bases para uma química construtivista

http://odisseianainternet.blogs.sapo.pt/bases-para-uma-nova-quimica-381163


Última edição por Jonas Paulo Negreiros em 19th Setembro 2015, 18:18, editado 1 vez(es)
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A Verdadeira Natureza da Gravidade - Página 12 Empty Re: A Verdadeira Natureza da Gravidade

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 19th Setembro 2015, 18:14

Bosco escreveu:A curvatura espaço tempo local, é quem determina que a velocidade da luz recebida ou emitida é sempre C, e isto (ao meu ver) está em concordância com a TRR e com as equações de Maxwell.

Pois é, Bosco,
As equações de Maxwell foram levadas à serio demais por Einstein.
Esse problema foi discutido pelo prof. Assis, da Unicamp.
Assis acredita que para resolver os conflitos da TRR e TRG é buscar outra teoria eletrodinâmica.
Assim ele fez,  e baseou sua cosmologia na Eletrodinâmica de Weber.


Última edição por Jonas Paulo Negreiros em 20th Setembro 2015, 00:12, editado 1 vez(es)
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