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Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

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Re: Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

Mensagem por casasanta em 10th Março 2014, 16:40

Entendo agora, Bosco, a semelhança entre os Campos dos nossos universos.

No seu universo (me corrige se eu estiver errado) as partículas são pontos de baixa densidade em algo tridimensional, flexível, muito denso e com extensão infinita. Essas partículas se caracterizam pela ausência de parte deste algo denso, de tal forma que esse algo, não se desprendendo de si próprio, não expõe qualquer porção de "nada" (vamos assim dizer), que é a ausência dele num suposto espaço "nos porões" deste universo. Assim proporciona o estiramento deste algo desde o ponto em que se define o local da partícula até o "infinito", por todas as direções, mantendo-se sempre fechado no centro, onde o estiramento é maior, diminuindo a partir deste centro, por todas as direções, numa razão inversamente proporcional ao quadrado da distância.

No meu universo, este algo tridimensional, flexível e denso, e a aparência da partícula (salvo o centro da partícula) são muito semelhantes as do seu. E isso é o Campo.

Bosco. Ainda não compreendo o movimento de partículas em seu Campo. Como esse algo (Campo) se comporta no movimento de uma partícula, se na configuração geométrica do ponto do Campo em que se localiza a partícula, está determinada a falta de parte do Campo?

No meu universo não falta essa porção. Ela está compactada no centro do colapso. Essa configuração possibilita livre movimento para a partícula sem "estrangular" o Campo. Assim se determina a lógica da “movimentação” (deslocamento pela flexibilidade) do Campo no surgimento, no aniquilamento e no movimento propagativo da partícula.

Enquanto você define o universo como puro "Campo", eu o defino como "Campo e partícula".

Mas as partículas como algo formalizado no Campo, sendo desse "algo" que é o Campo, e responsáveis pelas atividades do Campo. Não "estrangulam" o Campo, que defino como sendo formado por massa absoluta, também designada por mim como éter, espaço/tempo e Campo de Higgs.

Esse espaço/tempo é o nosso espaço e o nosso tempo sensoriais. E eles foram vistos por uma perspectiva que os configurou como algo quadridimensional, por uma relação geométrica muito simples entre eles, mas não esclarecida pela Física.


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Re: Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

Mensagem por Bosco em 24th Março 2014, 02:47

Oi Casasanta!
Me perdoe a demora, estou com o tempo muito escasso.
casasanta escreveu:Entendo agora, Bosco, a semelhança entre os Campos dos nossos universos.
No seu universo (me corrige se eu estiver errado) as partículas são pontos de baixa densidade em algo tridimensional, flexível, muito denso e com extensão infinita. Essas partículas se caracterizam pela ausência de parte deste algo denso, de tal forma que esse algo, não se desprendendo de si próprio, não expõe qualquer porção de "nada" (vamos assim dizer), que é a ausência dele num suposto espaço "nos porões" deste universo. Assim proporciona o estiramento deste algo desde o ponto em que se define o local da partícula até o "infinito", por todas as direções, mantendo-se sempre fechado no centro, onde o estiramento é maior, diminuindo a partir deste centro, por todas as direções, numa razão inversamente proporcional ao quadrado da distância.
Perfeito! Você descreveu muito bem.
Só não é "muito denso", pois este universo para existir deve apenas permitir em si, pontos com densidades diferentes. Analogamente você pode ter uma folha de papel em branco, mas que mesmo assim, apresente alguns pontos ainda mais claros que a totalidade desta página.

casasanta escreveu:Bosco. Ainda não compreendo o movimento de partículas em seu Campo. Como esse algo (Campo) se comporta no movimento de uma partícula, se na configuração geométrica do ponto do Campo em que se localiza a partícula, está determinada a falta de parte do Campo?
Fazendo uso do lençol elástico, dá para compreender este movimento.
Imagine um bico de ar soprando sobre este lençol e imprimindo neste, aquele conhecido cone que imita analogamente a curvatura espaço-tempo.
Feito isto, deslize o bico sobre o lençol, sem que ambos se toquem, e verá que a curvatura irá acompanhar o bico injetor, simultaneamente, sem atrito e sem nenhuma dificuldade de deslocamento.

casasanta escreveu:Enquanto você define o universo como puro "Campo", eu o defino como "Campo e partícula".
Eu digo puro campo, porque, as partículas, embora apresentem consistência mais rígida, tratam-se apenas da origem de distensões de um meio, que pode ser etéreo, mas que prefiro chamar apenas de efeito. As partículas é mais rígida que a sua respectiva distensão apenas porque nela o espaço e o tempo estão muito distorcidos. Num local onde o espaço está demasiadamente comprimido, e o tempo praticamente não passa, não se consegue penetrar.

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Re: Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

Mensagem por casasanta em 25th Março 2014, 17:27

A partícula do seu universo é simplesmente a baixa densidade do Campo. O movimento dessa partícula, descrito analogamente por você com o lençol soprado pelo bico de ar, não está completo.

Para mentalizar uma imagem do seu Campo se movendo com o movimento da partícula é necessário mentalizar o lençol?

Não creio que isso defina o movimento de sua partícula.

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Re: Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

Mensagem por Bosco em 26th Março 2014, 22:49

casasanta escreveu:A partícula do seu universo é simplesmente a baixa densidade do Campo.
Se considerarmos o cubo que você propôs como meio, para criarmos nele as partículas fundamentais (por analogia), eu diria que este cubo não é o campo, e sim apenas um primeiro efeito que nos permite criar nele zonas de baixa densidade cuja origem chamamos de partícula. Esta partícula caracterizada pela origem , juntamente com toda a sua extensão de menor densidade, chamo de campo, ou analogamente, de curvatura espaço tempo.

casasanta escreveu:O movimento dessa partícula, descrito analogamente por você com o lençol soprado pelo bico de ar, não está completo.
Eu dei o exemplo do lençol elástico porque pensei que a sua dúvida era sobre a dificuldade que a curvatura teria para se locomover dentro do tal cubo de borracha.
Como só se pode falar de movimento MRU, do ponto de vista relativo, esta partícula tal como consideramos não "percebe" seu movimento em relação ao lençol elástico, ou em relação a seu próprio campo ou curvatura, quando este movimento é MRU, mas um observador situado no referencial desta partícula consegue medir sua aceleração em relação ao seu campo ou curvatura espaço tempo(esta é a solução para o Balde de Newton).

casasanta escreveu:Para mentalizar uma imagem do seu Campo se movendo com o movimento da partícula é necessário mentalizar o lençol?
Não, porque o que importa é visualizarmos apenas a geometria que mostra a baixa densidade, e como você já havia percebido anteriormente, não haverá espaço vazio pois o tamanho da extensão da partícula coincide com a oferta do lençol.

casasanta escreveu:Não creio que isso defina o movimento de sua partícula.
Se você fala em MRU, então será necessário relacioná-lo com a condição de movimento de outras partículas conforme sugeriu Galileu.

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Re: Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

Mensagem por casasanta em 27th Março 2014, 00:09

Bosco. Você diz que podemos medir a aceleração da partícula através da posição "fora de centro" que a partícula está em seu próprio Campo.

Então, Bosco, a partícula se move em relação ao Campo.

Ora. Isso é muito claro.

Se uma partícula é um efeito no Campo, e outra partícula, que está por perto, é outro efeito no Campo, para que essas partículas se aproximam uma da outra elas devem se mover em relação ao Campo.

Assim, o Campo é um material que se move quando a partícula se desloca por ele. O Campo, no lugar de uma partícula, tem que voltar a ter alta densidade quando a partícula se mover para outro local. Como são esses movimentos do Campo?
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Re: Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

Mensagem por Bosco em 28th Março 2014, 00:51

casasanta escreveu:Como são esses movimentos do Campo?
Num lençol elástico onde imprimimos uma curvatura com um bico que injeta ar na sua superfície, podemos verificar analogamente, a partícula e o campo em movimento.

A partícula é o ápice da curvatura, a extensão desta chamo de campo e o lençol é apenas o meio que prefiro chamar de primeiro efeito ou efeito primordial.

Quando mudamos o bico de lugar, a curvatura ou campo tenta se reorganizar de forma simétrica a partir da origem determinada pela posição do bico injetor. Como não existe interação simultânea na natureza, este rearranjo da curvatura ou campo leva um tempo para acontecer, tempo este que depende de uma constante de elasticidade do lençol. Se o bico se deslocar muito veloz, a curvatura ou campo tende a desaparecer devido ao atraso que foi citado. Na velocidade limite de propagação do lençol a curvatura ou campo está na eminência do desaparecimento. Esta é a velocidade c do lençol. É por isto que não conseguimos ultrapassar a velocidade máxima para as interações físicas, cujo limite é C. É porque "Tudo é Campo", e a velocidade limite de propagação deste campo é a velocidade C. Conclui-se também que fica difícil empurrar os objetos materiais contra a velocidade da luz, não porque eles ficam muito pesados, mas sim porque fica cada vez mais difícil interagir com algo que começa a deixar de existir ou deixar de interagir da mesma forma que fazia antes quando em repouso, quando a curvatura era plena.

Chamando o ápice da curvatura do lençol de partícula, podemos perguntar: Qual é a energia desta partícula? A energia dela é o trabalho necessário para se imprimir no lençol, aquela intensidade de deformação ou curvatura. Isto permite prever que o campo gravitacional terrestre contém em si toda a energia da Terra. Portanto: ENERGIA DA TERRA = ENERGIA DA GRAVIDADE TERRESTRE = m c² (sendo m = massa da Terra)

E, se esta equação está correta, então Tudo é Campo, campo gravitacional.

Se integrarmos devidamente, toda a energia potencial do campo gravitacional terrestre certamente chegaremos a este resultado.

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Re: Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

Mensagem por casasanta em 28th Março 2014, 21:37

Bosco, eu já havia perguntado a você sobre como o seu Campo se move. Você me respondeu com a analogia do lençol.

Perguntei novamente, pedindo que fale do Campo, mas você voltou a falar do lençol.

Agora, parece que fui claro, certo?

Quero que você explique o movimento do Campo, falando do Campo.

O lençol é bidimensional. Ele não serve para explicar o movimenbto do Campo.

Não fale do lençol.

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Re: Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

Mensagem por Bosco em 28th Março 2014, 23:59

Eu não entendi sua dificuldade em perceber o movimento do campo conforme descrevi.

Se consideramos que a partícula é apenas a origem do campo ou curvatura, e este campo é a extensão da partícula, conclui-se que para onde esta partícula for o campo tentará acompanhá-la, pois este, é extensão daquela. E isto é tudo.

Se você carrega consigo uma vela acesa, por onde você for, o campo luminoso da vela tentará acompanhá-lo. Simples assim.

É deste movimento que você pergunta?


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Re: Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

Mensagem por casasanta em 29th Março 2014, 00:16

O movimento do meu Campo está descrito no texto da minha teoria.

Lá eu falei disso tão detalhadamente que para certas pessoas a explicação se tornou difícil de ser compreendida. Mas, entendendo, se vê que não há nenhum mistério para quem tem irraigadas em mente todas as noções das lógicas do funcionalismo mecânico do mundo clássico. E essas noções todo mundo tem; até mesmo as nossas criancinhas.

Imagine: "Se você retirar uma pequena porção de borracha de dentro de um bloco de borracha maciça com uma injeção, de modo que dentro da borracha, no local de onde a pequena porção foi retirada, não fique oco, mas sim com a borracha esticada, tornando-se menos densa que antes, como a borracha deve se mover para que essa baixa densidade se desloque para um outro lugar dentro do bloco da borracha?"
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Re: Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

Mensagem por Bosco em 29th Março 2014, 01:51

Eu já havia dito que no modelo do cubo que você acaba de citar, a borracha seria de um tipo hipotético, pois deveria ser fluida, mas ainda assim memorizava os estiramentos produzidos nela. Com isto eu queria apenas provocar uma distribuição geométrica da variação de densidade na borracha, que por ser assim, imitava a geometria do campo gravitacional.
Mas não me parece prático tentar enxergar neste mesmo modelo, a movimentação do hipotético campo representado pelo distensão da borracha, por isto utilizei-me o lençol. Quando se gira o lençol em 180 graus, se obtém o volume ou 3D, que você exige.
O que ocorre em seu modelo quando a velocidade do campo é superior á velocidade de propagação da borracha ou meio?

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Re: Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

Mensagem por casasanta em 29th Março 2014, 04:16

Não, Bosco. Não temos o Campo em 3D se girarmos o lençol 180 graus. O lençol não é plano. Se planificarmos o lençol com o cone formado e girarmos o lençol, teremos o ponto de partícula com maior densidade, diminuindo à medida que distanciamos do ponto de partícula.

Você pode dizer que não, dizendo que o lençol se esticou para formar o cone, e quando ele é planificado ele deixa de estar esticado e volta como era originalmente. Sem diferenças de densidade. É por estas e outras que digo que não concordo com o uso do lençol como um análogo do funcionamento mecânico do Campo. O lençol foi criado como um análogo da "queda" de atração que um corpo grande como o Sol proporciona em corpos pequenos como os planetas. O lençol não foi criado para descrever o formado geométrico do Campo. Ele é muito fraco quando queremos entender o 3D, que é a realidade da questão.

Da maneira como você considera a substância do seu Campo, sendo essa substância algo que se comporta como um fluido que apenas “se” confere em garantir existir a baixa densidade, sem que para isso necessite haver um princípio que cause esse efeito de baixa densidade, como de alguma ação de forças deste Campo atuando neste Campo, não vejo consistência na estrutura do seu universo, pois estamos falando daquilo que é o mais íntimo das bases estruturais do universo. Se há algum efeito sem causa neste ambiente, algo está errado.

Sobre o movimento da minha partícula, há no centro dela uma alta compactação da substância (massa absoluta), e essa compactação é causada pela força do colapso. A velocidade da luz é a velocidade de propagação "sonora" desta substância. É literalmente a velocidade do som da substância. E falo isso sem medo de estar equivocado.

Ora, Bosco. Se a propagação das ondas é a velocidade da luz, e não existe nada que fique detendo sua velocidade, sendo ela livre, essa velocidade é uma característica da substância pelo qual o Campo é formado. O atraso da geometria da partícula em movimento é pela velocidade da luz. A gravidade é transmitida pela velocidade da luz. Não há como a partícula ser mais veloz que a velocidade da luz, e a causa disso é que a partícula é uma geometria do próprio Campo. Os movimentos do Campo na propagação das ondas e no movimento da partícula são basicamente os mesmos. Esses movimentos determinam a velocidade da luz como sendo a máxima, por características da substância que forma o Campo, propriamente dito.

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Re: Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

Mensagem por Bosco em 29th Março 2014, 23:27

casasanta escreveu:Não, Bosco. Não temos o Campo em 3D se girarmos o lençol 180 graus. O lençol não é plano. Se planificarmos o lençol com o cone formado e girarmos o lençol, teremos o ponto de partícula com maior densidade, diminuindo à medida que distanciamos do ponto de partícula.

Você pode dizer que não, dizendo que o lençol se esticou para formar o cone, e quando ele é planificado ele deixa de estar esticado e volta como era originalmente. Sem diferenças de densidade. É por estas e outras que digo que não concordo com o uso do lençol como um análogo do funcionamento mecânico do Campo. O lençol foi criado como um análogo da "queda" de atração que um corpo grande como o Sol proporciona em corpos pequenos como os planetas. O lençol não foi criado para descrever o formado geométrico do Campo. Ele é muito fraco quando queremos entender o 3D, que é a realidade da questão.
Apesar do lençol ser planificado, ele ainda pode (por abstração) trazer impresso em sua superfície. todos os valores da baixa densidade, de quando era curvo. Depois disso basta gira-lo 180 graus para obter o 3D.
Faço uso insistente do lençol poque ele proporciona liberdade de movimentos sem atrito ou impedimentos.

casasanta escreveu:Da maneira como você considera a substância do seu Campo, sendo essa substância algo que se comporta como um fluido que apenas “se” confere em garantir existir a baixa densidade, sem que para isso necessite haver um princípio que cause esse efeito de baixa densidade, como de alguma ação de forças deste Campo atuando neste Campo, não vejo consistência na estrutura do seu universo, pois estamos falando daquilo que é o mais íntimo das bases estruturais do universo. Se há algum efeito sem causa neste ambiente, algo está errado.
Este modelo não é uma teoria de tudo, é apenas uma analogia eficiente que ajuda a revelar comportamentos do campo gravitacional, ou energia da matéria, que para mim são a mesma coisa.

Gostaria que analisasse a seguinte situação:
O pneu de um carro sempre apresenta um achatamento no ponto que toca o solo, devido ao peso que ele sustenta.
Se tirarmos uma foto instantânea do pneu tocando o solo, quando o carro está em movimento, dá para saber, apenas pela foto, para que sentido a roda gira? Eu acho que não, pois a situação me parece simétrica.
Se o carro, hipoteticamente, acelerar até atingir a velocidade máxima de propagação da borracha do pneu, o que acontece com o achatamento inicial? Acho que o pneu volta a ficar circular como se não houvesse peso sobre ele, ou então estoura.

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Re: Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

Mensagem por casasanta em 30th Março 2014, 20:26

Basco escreveu:Este modelo não é uma teoria de tudo, é apenas uma analogia eficiente que ajuda a revelar comportamentos do campo gravitacional, ou energia da matéria, que para mim são a mesma coisa.

De qual modelo você fala aqui. O do análogo do lençol ou de todo o seu tema sobre o Campo?

Depois falamos do caso do pneu do carro.

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Re: Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

Mensagem por Bosco em 31st Março 2014, 00:30

casasanta escreveu:De qual modelo você fala aqui. O do análogo do lençol ou de todo o seu tema sobre o Campo?
Sim, falo deste modelo em 2D ou 3D, que me parece revelar entre outras coisas, que uma partícula, é apenas a origem de um campo gravitacional, e isto me permite a conjectura de que o universo é feito apenas de campo. Tomado por pura abstração, prefiro crer , conforme minha assinatura, que é mais prático concebermos um universo assentado sobre efeitos, e não sobre substâncias, porque estas são contraditórias, incoerentes e por isto não apresentam respaldo filosófico algum.
Preciso esclarecer também que acho muito mais fácil e produtivo tentar descobrir princípios isolados de funcionamento da natureza, do que uma única teoria completa de tudo.

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Re: Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 31st Março 2014, 11:31

Preciso esclarecer também que acho muito mais fácil e produtivo tentar descobrir princípios isolados de funcionamento da natureza, do que uma única teoria completa de tudo.

Mas, como se justifica a hipótese "tudo é campo" para o macro e microcosmos?
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Re: Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

Mensagem por Bosco em 31st Março 2014, 13:47

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Mas, como se justifica a hipótese "tudo é campo" para o macro e microcosmos?
Esta hipótese surge das observações (mentais) do lençol elástico, no qual podemos imprimir curvaturas (apenas com o sopro de ar), que sugerem a possibilidade de criação de um universo baseado apenas em curvaturas (campos), pois a origem deste campo pode apresentar a rigidez necessária para a chamarmos de partícula. Isto é fundamental e portanto base para a concepção do micro e do macro, mas está longe de ser uma teoria.

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Re: Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

Mensagem por casasanta em 31st Março 2014, 15:03

Bosco, o Campo só existe em sua forma rígida formando a partícula, ou ele é existente em todos os lugares do universo, sendo não rígido onde não há partículas?

Depois que você responder a pergunta acima, responde a próxima que está aqui abaixo.

O Campo é uma coisa só, inteira, por todo o universo, com inúmeros locais de baixa densidade espalhados, ou o universo é composto por inúmeros Campos rígidos com baixa densidade, separados um do outro, que se movem entre si?

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Re: Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

Mensagem por Bosco em 1st Abril 2014, 00:52

casasanta escreveu:Bosco, o Campo só existe em sua forma rígida formando a partícula, ou ele é existente em todos os lugares do universo, sendo não rígido onde não há partículas?
Me desculpe por usar novamente a analogia do lençol. Não tenho outra forma mais eficiente para me expressar.
Se você produzir por exemplo, 10 curvaturas distintas no lençol, então você tem dez campos distintos neste "universo" e cada um destes campos tem em seu centro ou origem a respectiva partícula, que só não se revela porque nesta analogia o espaço e o tempo deveriam variar intensamente conforme se aproxima da zona central deste campo, discernindo as fronteiras da partícula, mas infelizmente isto não ocorre, o que nos obriga a fazer uso da abstração.

Respondendo à sua primeira pergunta:

Cada partícula é a origem de um campo gravitacional respectivo que se expande por todo o universo. O universo tem tantos campos gravitacionais quanto partículas materiais. Este campo é resultado de uma geometria, não é rígido, é evanescente, etéreo, apenas um efeito, mas capaz de produzir em seu centro ou origem através do recurso da redução dos comprimentos e da passagem lenta do tempo, a rigidez que revela as fronteiras da partícula material.

casasanta escreveu:O Campo é uma coisa só, inteira, por todo o universo, com inúmeros locais de baixa densidade espalhados, ou o universo é composto por inúmeros Campos rígidos com baixa densidade, separados um do outro, que se movem entre si?
Embora seja usual se referir ao campo gravitacional terrestre como unidade, este campo não é único, bem ao contrário, ele é resultado da soma de todas as partículas materiais terrestres. Extrapolando esta ideia para o universo, o resultado é o mesmo.

Respondendo à sua segunda pergunta:

O grito de Gooool, que vem de um estádio de futebol lotado, parece único, mas é resultado de milhares de vozes independentes. O mesmo acontece com o campo gravitacional universal.

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Re: Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

Mensagem por casasanta em 2nd Abril 2014, 03:34

Bosco. Hipoteticamente falando, o seu universo sem nenhuma partícula é um universo sem nenhum Campo, ou seria um universo com um Campo tridimensionalmente plano?

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Re: Teoria do Absoluto de Princípios Newtonianos

Mensagem por Bosco em 3rd Abril 2014, 00:47

Para haver existência, tem que haver espaço e tempo, e para isto tem que haver campo
gravitacional cuja origem contém uma partícula material.
Em nosso universo não existe espaço plano.

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