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Gravidade Ficcional

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Gravidade Ficcional - Página 15 Empty Re: Gravidade Ficcional

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros 20th julho 2023, 08:20

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Não deixem de ler a última postagem da página anterior...

O PÊNDULO DA DISCÓRDIA - II

E uma grande pergunta fica para o fim:
As anomalias do movimento pendular aconteceriam mesmo se a Terra estivesse completamente parada?

Deem uma olhada nesse filmete:



O pêndulo de Foucault recebe um golpe de um projétil e inicia sua famosa trajetória.

Perguntamos:

Gravidade Ficcional - Página 15 Projet10

- Como é possível um projétil acertar com precisão o pêndulo, sem introduzir um segundo movimento oscilatório, decorrente da torção do fio?




- Como é possível abandonar um pêndulo sem introduzir uma mínima torção no fio?

Para completar:

Pêndulo Caótico



Ainda não surgiu um matemático capaz de descrever o movimento desse pêndulo  Very Happy .

A discórdia campeia na Rede, porém em desigualdade de condições...



Mecânica Relacional versus Mecânica Relativista

O experimento do pião motorizado



Mas, se a Terra girar num sentido e o resto do universo girar em outro  Rolling Eyes ?

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Gravidade Ficcional - Página 15 Empty Gravidade Ficcional - Bomba Osmótica

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros 12th setembro 2023, 15:03

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Achamos ter dado uma explicação "razoável" de como obter marés no modelo gravitacional ficcional impulsivo, sem a necessidade da ação gravitacional newtoniana. No entanto, continuamos a dever uma boa explicação por que quando Sol e Lua se alinham, a variação das marés oceânicas é mais pronunciada.

Marés, endereço da imagem:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mar%C3%A9#/media/Ficheiro:Mares.svg

Consideramos na ocasião que a velocidade de expansão do raio da Terra pode ter pequenas variações. Desta maneira, admitimos que a variação da marcha de expansão radial terrestre poderia ser entendida como uma forma de "respiração" de nosso planeta.
A expansão radial sempre cresce, mas tem sua velocidade de crescimento variável e cíclica.


Gravidade Ficcional - Página 15 Fases_11

Dessa maneira, "justificamos" a variação das marés pela variação da velocidade da expansão radial terrestre, "erroneamente" atribuída a ação gravitacional lunar.


A expansão radial variável dos astros deve ser a mesma para o Cosmos. No exemplo abaixo, a distância entre a Terra e Lua deve aumentar da mesma maneira que o raio dos astros em questão.

Gravidade Ficcional - Página 15 209vel10

A diferença entre a distância da Lua e Terra, máxima no apogeu e mínima no perigeu, seria a "prova da respiração" de todo o Cosmos, incluindo a "respiração" da Terra e Lua, também.

Gravidade Ficcional - Página 15 Fasegr10

O resultado dessa variação pode ser notado nas marés e no fluxo de seiva das plantas.

Referências:

http://www.astrope.com.br/fases-da-lua-em-janeiro-de-2020/

https://aluadentrodevoce.wordpress.com/2012/10/06/fases-lunares-e-o-comportamento-das-plantas/

Bomba Osmótica

Gravidade Ficcional - Página 15 Bombao10



Se a expansão radial terrestre acontece de forma cíclica lunar e ao mesmo tempo aleatória ou "ruidosa", ao menos na escala microscópica, é possível criar uma bomba osmótica que imita a capilaridade das plantas, quando num primeiro ciclo temporal todas as válvulas "a" abrem e as válvulas "b" fecham e no segundo ciclo todas valvulas "a" fecham e todas as válvulas "b" abrem. E o líquido tingido de vermelho sobe!

Pronto! "Provamos" que a gravidade é uma forma de energia capaz de realizar um trabalho mecânico "mgh" cheers !

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Gravidade Ficcional - Página 15 Empty A gravidade não existe - mais uma evidência

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros 3rd outubro 2023, 15:01

Confirmado: Antimatéria não cai para cima
Redação do Site Inovação Tecnológica - 27/09/2023


Gravidade Ficcional - Página 15 Gne10

Antimatéria é atraída pela gravidade

[Mas a gravidade atrai alguma coisa Embarassed ?]

Se você soltar um punhado de antimatéria a uma certa altura do chão, ela irá cair para baixo ou levitar? E se existir uma estrela de antimatéria, ela terá uma força repulsiva, uma antigravidade, em vez de tradicional força gravitacional atrativa que conhecemos?

A julgar por um experimento inédito, feito utilizando anti-hidrogênio - a antimatéria do gás hidrogênio -, parece que não: Os dados indicam que a antimatéria não "cai para cima", ela cai para baixo como a matéria comum.

A aceleração gravitacional da antimatéria medida no experimento ficou próxima da aceleração gravitacional da matéria normal na Terra: 1 g, ou 9,8 metros por segundo ao quadrado (m/s2) - mais precisamente, a aceleração gravitacional da antimatéria está dentro de cerca de 25% (um desvio padrão) da gravidade normal.

Os resultados foram obtidos pela colaboração ALPHA, sigla em inglês para Aparato de Física a laser de Anti-Hidrogênio, localizado no Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (CERN) em Genebra, na Suíça. Ao longo dos últimos anos, este laboratório tem gerado uma riqueza de informações sobre a antimatéria.


"Ela certamente acelera para baixo e está dentro de um desvio padrão da aceleração na taxa normal," disse o professor Joel Fajans. "O resultado final é que não existe almoço grátis e não seremos capazes de levitar usando antimatéria."

Ao confirmar que a antimatéria e a matéria comum são atraídas gravitacionalmente, os resultados também excluem a repulsão gravitacional como a razão pela qual praticamente não vemos antimatéria no Universo observável, quando ambas devem ter sido criadas em proporções iguais no Big Bang.

Mas seria interessante se fosse o contrário

Apesar de jogar um balde de água fria em muitos sonhos de tecnologias vistas na ficção científica, o resultado não surpreendeu a maioria dos físicos. A teoria da Relatividade Geral de Einstein, embora concebida antes da descoberta da antimatéria, que ocorreu em 1932, trata toda a matéria de forma idêntica, implicando que a antimatéria e a matéria respondem da mesma forma a todas as forças, incluindo a força gravitacional. Toda matéria normal, como prótons, nêutrons e elétrons, possui antipartículas que carregam carga elétrica oposta e, quando encontram sua contraparte de matéria normal, aniquilam-se completa e imediatamente.

"O resultado oposto teria tido grandes implicações; seria inconsistente com o princípio da equivalência fraca da Teoria Geral da Relatividade de Einstein," disse o professor Jonathan Wurtele. "Este experimento [representa] a primeira vez que foi feita uma medição direta da força da gravidade na antimatéria neutra. É mais um passo no desenvolvimento do campo da ciência da antimatéria neutra."

De fato, nenhuma teoria física realmente prevê que a gravidade deva ser repulsiva para a antimatéria. Alguns físicos afirmam que, se fosse assim, seria possível criar uma máquina de movimento perpétuo, o que as teorias atuais afirmam ser impossível. E os resultados batem com outros experimentos, como o BASE, que mostrou que a antimatéria não cai para cima comparando a razão carga-massa para o próton e o antipróton.


No entanto, a ideia de que a antimatéria e a matéria pudessem ser afetadas de forma diferente pela gravidade era atraente porque poderia explicar alguns enigmas cósmicos. Por exemplo, esse comportamento poderia ter levado à separação espacial da matéria e da antimatéria no universo primitivo, explicando por que vemos apenas uma pequena quantidade de antimatéria no Universo que nos rodeia. A maioria das teorias prevê que quantidades iguais de matéria e antimatéria deveriam ter sido produzidas durante o Big Bang que deu origem ao Universo.

Bibliografia:

Artigo: Observation of the effect of gravity on the motion of antimatter
Autores: E. K. Anderson, C. J. Baker, W. Bertsche, N. M. Bhatt, G. Bonomi, A. Capra, I. Carli, C. L. Cesar, M. Charlton, A. Christensen, R. Collister, A. Cridland Mathad, D. Duque Quiceno, S. Eriksson, A. Evans, N. Evetts, S. Fabbri, J. Fajans, A. Ferwerda, T. Friesen, M. C. Fujiwara, D. R. Gill, L. M. Golino, M. B. Gomes Gonçalves, P. Grandemange, P. Granum, J. S. Hangst, M. E. Hayden, D. Hodgkinson, E. D. Hunter, C. A. Isaac, A. J. U. Jimenez, M. A. Johnson, J. M. Jones, S. A. Jones, S. Jonsell, A. Khramov, N. Madsen, L. Martin, N. Massacret, D. Maxwell, J. T. K. McKenna, S. Menary, T. Momose, M. Mostamand, P. S. Mullan, J. Nauta, K. Olchanski, A. N. Oliveira, J. Peszka, A. Powell, C. O. Rasmussen, F. Robicheaux, R. L. Sacramento, M. Sameed, E. Sarid, J. Schoonwater, D. M. Silveira, J. Singh, G. Smith, C. So, S. Stracka, G. Stutter, T. D. Tharp, K. A. Thompson, R. I. Thompson, E. Thorpe-Woods, C. Torkzaban, M. Urioni, P. Woosaree, J. S. Wurtele
Revista: Nature
Vol.: 621, pages 716-722
DOI: 10.1038/s41586-023-06527-1

fonte:
https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=confirmado-antimateria-nao-cai-cima&id=020130230927&ebol=sim

mais:
https://hypescience.com/impressionante-teoria-afirma-que-nao-ha-gravidade-materia-escura-e-einstein-estava-errado/

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Gravidade Ficcional - Página 15 Empty Re: Gravidade Ficcional

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros 6th outubro 2023, 11:57

Enquanto isso, no Lobby da Relatividade...



Gravidade Ficcional - Página 15 Dq10

Gravidade Ficcional - Página 15 Org10

Nem a luz (que não tem massa) escapa da ação da gravidade. Logo, a gravidade nem a antigravidade existem

Mais:
Antimatéria não cai para cima
https://fisica2100.forumeiros.com/t2021-antimateria-nao-cai-para-cima

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Gravidade Ficcional - Página 15 Empty Re: Gravidade Ficcional

Mensagem por Xevious 6th outubro 2023, 18:55

Mas tem sim, outro dia viram que algo bem menor tem massa que é o Neutrino

Xevious
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Gravidade Ficcional - Página 15 Empty Re: Gravidade Ficcional

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros 6th outubro 2023, 22:21

Xevious escreveu:Mas tem sim, outro dia viram que algo bem menor tem massa que é o Neutrino

Meu caro colega Xevious,
Sua afirmação carece de referências. Por favor cite a fonte ...

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Gravidade Ficcional - Página 15 Empty Re: Gravidade Ficcional

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros 7th outubro 2023, 15:06

Alimentador-Transportador Vibratório

Gravidade Ficcional - Página 15 Panela-conica

Quem assiste ao vídeo sem ouvir o ruído acústico que essa máquina produz, pensará que trata-se de uma máquina anti-gravitacional.


Trata-se de um sino cônico que incorpora uma trilha em forma de caracol, em ressonância com a frequência da rede elétrica.

Essa máquina serve para transportar pequenas peças plásticas, metálicas ou mesmo comprimidos na indústria farmacêutica.

Os modelos mais rudimentares dessa máquina faz um barulho infernal e tem uma ressonância muito crítica.

Durante meus tempos na atividade de eletrotécnico industrial, penava em reparar e ajustar o ponto ótimo de funcionamento dessas máquinas.

Como o problema nunca foi totalmente elucidado, parto para alucinações:

- Será que a frequência Schumann ou explosões solares interferem nessas máquinas?

- Será que o ciclo lunar altera o fator gravitacional ou inercial, redundando em perda de rendimento dessa engenhoca?

São perguntas que  lanço a vocês para filosofarem a respeito.

links:

Erupções Solares
https://pt.wikipedia.org/wiki/Tempestade_solar_de_1859

Ressonância Schumann
https://www.heartmath.org/gci/gcms/live-data/gcms-magnetometer/

Influencia Lunar
https://fisica2100.forumeiros.com/t1882-gravidade-ficcional#12158

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Gravidade Ficcional - Página 15 Empty Lei de Moore e o Teorema do Serrote

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros 16th outubro 2023, 09:30

Lei de Moore e o Teorema do Serrote

Gravidade Ficcional - Página 15 Plkjpg10

Imagine uma linha em zig-zag, conforme apresentada ao lado esquerdo da figura acima. A figura pode ser interpretada como dois dentes de um serrote. Notar que o ângulo da aresta de cada dente é igual a 90 graus.

Ao dobrar a figura conforme apresentada ao direito, o numero de dentes de serrote dobra, embora o perímetro total da linha em zig-zag se mantém o mesmo. E o ângulo de 90 grau dos dentes, também.

De acordo com o teorema de pitágoras, os dentes dos serrote têm a base igual a raiz quadrada do zig ao quadrado somado ao zag ao quadrado.

À maneira que o processo de dobradura avança, o número de dentes continuará a dobrar. Esse processo aparentemente nunca teria fim, a não ser que cada zig e cada zag atingisse o comprimento de Plank.

Como o comprimento de Plank não pode ser fracionado, a base do triangulo de zig e zag tornar-se-ia comprometida.

A solução para o problema é aplicar a hipótese da expansão radial.
Dessa maneira, através de uma ampliação fotográfica contínua, a qual é a base da expansão radial, haveria saltos do número de dentes de tempos em tempos, quando o Teorema de Pitágoras fosse satisfeito.

Logo, a raiz quadrada de dois deveria ser um número finito.
Além disso, a Lei de Moore seria satisfeita e a quantidade de dentes ou informação contida na linha do zig-zag aumentaria indefinidamente como prevê a entropia.

Mais:
Efeito Quálico
https://fisica2100.forumeiros.com/t1674-efeito-qualico?highlight=efeito+qualico

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Gravidade Ficcional - Página 15 Empty Re: Gravidade Ficcional

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros 19th outubro 2023, 20:28

Alimentador-Transportador Vibratório

Gravidade Ficcional - Página 15 Panela-conica

Quem assiste ao vídeo sem ouvir o ruído acústico que essa máquina produz, pensará que trata-se de uma máquina anti-gravitacional.


Trata-se de um sino cônico que incorpora uma trilha em forma de caracol, em ressonância com a frequência da rede elétrica.

Essa máquina serve para transportar pequenas peças plásticas, metálicas ou mesmo comprimidos na indústria farmacêutica.

fonte:
https://fisica2100.forumeiros.com/t1882p280-gravidade-ficcional#14432

Conversei com um colega que opera transportadores vibratórios em uma indústria de embalagens. De acordo com ele, é muito difícil associar influências sutis ao desempenho dessas máquinas.

De fato, há a necessidade de ajustes constantes nos equipamentos mais rudimentares, em função da mudança dos itens processados, bem como a variação de peso das bateladas.

Logo, a almejada detecção de influências gravitacionais externas teria de ser ensaiada num ambiente laboratorial em condições extremamente bem controladas, o que é impossível numa linha de produção industrial.

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Gravidade Ficcional - Página 15 Empty Re: Gravidade Ficcional

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros 20th outubro 2023, 09:38

Cristais Fotônicos e Influências Gravitacionais


Um cristal fotônico é uma nanoestrutura óptica na qual o índice de refração muda periodicamente. Isto afeta a propagação da luz da mesma forma que a estrutura dos cristais naturais dá origem à difração de raios X e que as redes atômicas (estrutura cristalina) dos semicondutores afetam a condutividade dos elétrons . Os cristais fotônicos ocorrem na natureza na forma de coloração estrutural e refletores animais e, quando produzidos artificialmente, prometem ser úteis em diversas aplicações.

Gravidade Ficcional - Página 15 220px-Opal_Armband_800pix
A opala desta pulseira contém uma microestrutura periódica natural responsável pela sua cor iridescente . É essencialmente um cristal fotônico natural.

Gravidade Ficcional - Página 15 220px-Teinopalpus_imperialis_verso

As asas de algumas borboletas contêm cristais fotônicos. [1] [2]
Os cristais fotônicos podem ser fabricados em uma, duas ou três dimensões. Cristais fotônicos unidimensionais podem ser feitos de camadas de película fina depositadas umas sobre as outras. As bidimensionais podem ser feitas por fotolitografia , ou através de furos em substrato adequado. Os métodos de fabricação tridimensionais incluem perfuração sob diferentes ângulos, empilhamento de múltiplas camadas 2-D umas sobre as outras, gravação direta a laser ou, por exemplo, instigar a automontagem de esferas em uma matriz e dissolver as esferas.

Os cristais fotônicos podem, em princípio, encontrar uso onde quer que a luz deva ser manipulada. Por exemplo, espelhos dielétricos são cristais fotônicos unidimensionais que podem produzir espelhos de refletividade ultra-alta em um comprimento de onda especificado. Cristais fotônicos bidimensionais chamados fibras de cristal fotônico são usados ​​para comunicação por fibra óptica , entre outras aplicações. Cristais tridimensionais poderão um dia ser usados ​​em computadores ópticos e poderão levar a células fotovoltaicas mais eficientes . [3]

Embora a energia da luz (e de toda a radiação eletromagnética ) seja quantizada em unidades chamadas fótons , a análise dos cristais fotônicos requer apenas a física clássica . "Fotônica" no nome é uma referência à fotônica , uma designação moderna para o estudo da luz ( ótica ) e da engenharia óptica. Na verdade, a primeira pesquisa sobre o que hoje chamamos de cristais fotônicos pode ter sido já em 1887, quando o físico inglês Lord Rayleigh fez experiências com pilhas dielétricas multicamadas periódicas , mostrando que elas podem efetuar uma lacuna de banda fotônica em uma dimensão. O interesse de pesquisa cresceu com o trabalho realizado em 1987 por Eli Yablonovitch e Sajeev John sobre estruturas ópticas periódicas com mais de uma dimensão – agora chamadas de cristais fotônicos.

fonte:
https://en.wikipedia.org/wiki/Photonic_crystal

fonte traduzida:
https://en-m-wikipedia-org.translate.goog/wiki/Photonic_crystal?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt-BR&_x_tr_pto=wapp



Cristais criam pseudogravidade e fazem a luz se curvar
Redação do Site Inovação Tecnológica - 17/10/2023

Pseudogravidade

Pesquisadores manipularam o comportamento da luz, fazendo-a se comportar como ela se estivesse sob a influência da força gravidade.

A teoria da relatividade de Albert Einstein estabeleceu há muito tempo que a trajetória das ondas eletromagnéticas - incluindo a luz visível e demais frequências - pode ser desviada por campos gravitacionais.

A astronomia e a astrofísica usam essa descoberta rotineiramente, tirando proveito das chamadas lentes gravitacionais para observar corpos celestes escondidos por trás de outros - a luz do objeto escondido é curvada pela gravidade do objeto massivo mais próximo de nós, fazendo-a chegar até nós mesmo que aquele objeto original não esteja na linha de visada da Terra.

A descoberta agora é que talvez não seja necessário ter um corpo celeste tão massivo quanto uma galáxia ou um buraco negro para alcançar a gravidade descomunal necessária para forçar essas curvaturas na luz.

Em vez disso, Kanji Nanjyo e colegas da Universidade de Tohoku, no Japão, demonstraram que é possível criar uma pseudogravidade usando um cristal fotônico.

Os cristais fotônicos são estruturas artificiais, tipicamente feitos ranhurando ou perfurando uma pastilha de vidro ou de material semicondutor, ou organizando periodicamente dois ou mais materiais com propriedades diferentes. Tudo é calculado de antemão para interferir com a luz da maneira desejada, permitindo que esses cristais funcionem como autênticos controladores de tráfego da luz.

A equipe japonesa se propôs então a mexer com a luz de modo a simular a força da gravidade de corpos massivos. "Nós decidimos explorar se a distorção da rede em cristais fotônicos poderia produzir efeitos de pseudogravidade," disse a professora Kyoko Kitamura.

fonte:
https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=cristais-curvam-luz-como-se-ela-estivesse-sendo-puxada-pela-gravidade&id=010115231017&ebol=sim

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Gravidade Ficcional - Página 15 Empty O que é ESPUMA QUÂNTICA?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros 12th novembro 2023, 08:54

O que é ESPUMA QUÂNTICA?



A espuma quântica, uma fascinante e teórica propriedade do tecido do espaço-tempo, é uma ideia que surge na física quântica e na teoria das cordas. Ela postula que em escalas extremamente pequenas, próximas da escala de Planck, aproximadamente 10^-35 metros, o espaço-tempo não é contínuo, mas sim granulado e turbulento. Nessa escala minúscula, as flutuações quânticas da geometria do espaço-tempo são consideradas significativas, resultando em uma estrutura espumosa.

De acordo com essa ideia teórica, a espuma quântica sugere que o tecido do espaço-tempo não é suave e contínuo, como a descrição clássica do espaço e do tempo, mas sim composto por uma rede dinâmica de estruturas fundamentais. Essa estrutura espumosa implica que o espaço-tempo é intrinsecamente turbulento em escalas microscópicas, com flutuações quânticas que geram uma textura que se assemelha a uma espuma.

A espuma quântica é uma área de pesquisa teórica e especulativa em física, e está intrinsecamente relacionada à busca de uma teoria unificada que possa reconciliar a física quântica com a relatividade geral. Embora ainda não haja evidências experimentais diretas para apoiar a existência da espuma quântica, ela é considerada uma das possíveis implicações de teorias que tentam compreender a natureza fundamental do espaço, do tempo e da gravidade em escalas extremamente pequenas.

Essa ideia desafiadora levanta questões profundas sobre a natureza do universo em escalas fundamentais e é um tema de pesquisa fascinante que tem implicações para nossa compreensão da estrutura e da natureza do espaço-tempo no nível mais fundamental. Embora ainda existam muitos mistérios em torno da espuma quântica, sua exploração promete expandir nossos horizontes sobre a natureza do universo em que vivemos.

Comentários

Se as partículas e anti-partículas são criadas e destruídas o tempo todo, o principio de conservação de energia é falso, pois a energia resultante desse processo faz com que a expansão cósmica siga em frente por tempo indefinido. A gravidade seria o próprio tempo.

Sobre a espuma de Wheeler

https://pt.wikipedia.org/wiki/Espuma_qu%C3%A2ntica

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Gravidade Ficcional - Página 15 Empty Telescópio James Webb põe Big Bang em Xeque

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros 22nd novembro 2023, 09:28

Big Bang em Xeque



Observações recentes do telescópio James Webb levantaram sérios desafios ao modelo cosmológico do Big Bang. Esse é o começo do fim do Big Bang.

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Gravidade Ficcional - Página 15 Empty Re: Gravidade Ficcional

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros 23rd novembro 2023, 15:21

A gravidade de All Zeeper

Transcrevo abaixo a mensagem de All Zeeper recebida na Rede LinkedIn


A famosa equação de Albert Einstein (E=mc2) é apenas

--- !! "MEIO CORRETO" !! ---

FATO 100% COMPROVADO Matematicamente!! (O manuscrito foi revisado e aceito pelos principais físicos do país do famoso Nikola Tesla).

O fato de a equação de Albert ser apenas "meio correta" é a razão pela qual ela causou tantos problemas para a Física nos últimos 100 anos!! Claro que ajudou com os satélites GPS, MAS - Como Albert usou (Velocidade) em vez de (Aceleração x Tempo), ele então "MISTROU CRUZADAMENTE" as próprias naturezas da Gravidade e da Luz!

F=mA

Se você declarar uma "Força" ... [e o paralelo re: Einstein é sua "Velocidade" (da luz)] ... Se você declarar uma "Força" e não fornecer valores específicos para a "massa" e a "Aceleração" (F=mA) ...
sua força é absolutamente -anulada-, ponto final. Fim da história. Qualquer debate é absolutamente inútil. Até que você nos dê uma origem da “massa” e uma origem da “Aceleração”... essa força é apenas uma ilusão NULLIFICADA na sua cabeça!

E exatamente da mesma forma... A "Velocidade" (da luz) de Einstein é uma ilusão absolutamente NULLIFICADA!! Albert declarou que "c" = "Velocidade" (da luz), ao mesmo tempo que fornece NÃO o valor de "Aceleração" e NÃO o valor de "Tempo" para substanciar a equação COMPLETA (fiel à fisicalidade).
(Velocidade = Aceleração x Tempo)
Você deve entender que na equação acima, “Velocidade” é apenas um Nome/Número (não uma entidade física). E precisamos repetir isso porque é tão IMPORTANTE, que a palavra "Velocidade" é apenas um Nome/Número que infelizmente possui a capacidade de mistura cruzada se suas entidades principais (Aceleração x Tempo) não forem respeitadas !! É como dizer "Tenho 67 anos". Isso pode ser 67 anos ou 67 quilos. Albert Einstein usou apenas um "Nome/Número" em sua equação. Considerando que "Aceleração" e "Tempo" são valores absolutos
- SUBSTÂNCIAS- !

Albert Einstein simplesmente atribuiu erroneamente as equações de Maxwell à Luz quando elas pertencem apenas à onda eletromagnética e não às partículas (prótons) que compõem a Luz. Essas duas entidades absolutamente separadas que se combinam para produzir a dualidade onda-partícula dentro do "Fluxo da Gravidade" (massa elétrica quântica fluindo para a Terra)

"2" entidades contínuas que ocorrem ao mesmo tempo produzindo "Dualidade"... a sempre presente "Onda" EM... e o sempre presente Fluxo de "Partícula" de massa elétrica na Terra (Gravidade)!

m = massa quântica
A = Aceleração
Z = Tempo

A Força da Gravidade dividida pela Velocidade da Gravidade é igual ao Fluxo da Gravidade.

mA/AZ = m/Z

E esse "Fluxo" (m/Z) da Gravidade é uma Onda-Partícula
-combinação-
Frequência (1/Z) x Massa (m) = m/Z

A Velocidade da Luz equivocada de Albert é 100% absolutamente COMPROVADA Matematicamente como sendo --SÓ-- a Velocidade da Gravidade, que é a Aceleração da Gravidade (fluxo elétrico de massa para a Terra) multiplicada pelo Tempo da órbita terrestre.

(9,8x30591067,1428571429) =
----- 299.792.458 -----


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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros 29th março 2024, 15:56

Jonas Paulo Negreiros escreveu:- Aviões são foguetes?

OU...

- Foguetes são Aviões?

Gravidade Ficcional - Página 15 Retaor11

- Porque no modelo de gravidade ficcional é impossível um satélite entrar em órbita?

Deem uma olhada no gráfico da velocidade de aviões militares:

Gravidade Ficcional - Página 15 Altag11

Percebam que quanto maior é a velocidade do avião, mais alto ele pode voar.

NOTAR QUE ESTA RELAÇÃO É EXPONENCIAL!

De acordo com Newton há uma equivalência entre energia cinética (velocidade) e energia potencial (altura).
A melhor maneira de entender isso é assim:

Quando se arremessa uma pedra "para cima", a pedra parte de uma velocidade máxima e altura mínima.
Quando a pedra alcança sua maior altura (energia potencial máxima), ela para de subir (energia cinética mínima).

À maneira que a pedra cai, diminui a altura e aumenta a velocidade.
Desprezados efeitos de dissipação de energia por atrito, a pedra chega ao solo com a mesma velocidade que subiu.

Por isso que é tão perigoso disparar uma arma de fogo para cima, pois se na queda a bala atingir uma pessoa, esta poderá sofrer graves ferimentos e até morrer.

Vamos às fórmulas newtonianas para a quantidade de energia no "modo velocidade" e  no "modo altura":


Velocidade = Energia Cinética = E = [(m*v)^2]/2

Onde:
E= Energia, dada em Joules
massa = 1 kg
v= velocidade em m/s (metros por segundo)

Altura = Energia Potencial para 1 kg = m*g*h

Onde:
E = Energia, dada em joules
m = massa = 1 kg
g = aceleração gravitacional = 9,8 m/s^2  (metros por segundo ao quadrado)
h = altura em metros.


Comparemos agora, velocidades e alturas de quatro aviões e um satélite:

Mig 15
Velocidade máxima 1.059 km/h
Energia cinética por kg = 86.000 joules
Teto máximo= 15.500 m
Energia Potencial por kg  = 151.900 joules
Relação Ep/Ec = 1,76 x

Relação Ep/Ec = 1,76 x
A "Ep" altura máxima que um avião pode alcançar envolve velocidade "Ec",  atrito, perfil e sustentação aerodinâmica.


Mig 21
Velocidade máxima 2.175 km/h
Energia cinética por kg = 182.508 joules
Teto máximo= 17.800 m
Energia Potencial por kg  = 174.440 joules
Relação Ep/Ec = 0,96 X


Mig 25
Velocidade máxima 3.470 km/h
Energia cinética por kg = 464.540 joules
Teto máximo= 20.700 m
Energia Potencial por kg  = 202.860 joules
Relação Ep/Ec = 0,44 x


Lockheed - SR71
Velocidade máxima 3.540 km/h
Energia cinética por kg = 483.472 joules
Teto máximo= 25.900 m
Energia Potencial por kg  = 253.820 joules
Relação Ep/Ec = 0,54 x

Sputnik
Velocidade máxima= 28 800 km/h
Orbita Eliptica
Altitude Minima =  223 km
Altitude Máxima = 947 km

Que altitude adotar?
Deem uma olhada no filmete abaixo:



Quando um satélite faz uma órbita elíptica, como é o caso do Sputnik, sua velocidade é máxima quando está mais próximo da Terra.

Assim adotamos os seguintes dados:
                 

Sputnik
Velocidade máxima 28.800 km/h
Energia cinética por kg = 32.000.000 joules
Altitude Minima =  223 km
Energia Potencial por kg =  2.185.400 joules
Relação Ep/Ec = 0,07x

Resumo da Ópera:

À maneira que uma nave (avião ou foguete)  ganha velocidade e a altura, piora a relação entre Ep/Ec.

Os motivos são vários:

- Embora o ar se torna mais rarefeito, o atrito aerodinâmico da nave aumenta;
- Quanto maior a velocidade do avião, menor é o efeito de sustentação das asas.

Em outras palavras quanto maior a velocidade do avião, mais se parece com um foguete, pois para manter-se em voo, o avião depende mais da potência do motor que da sustentação aerodinâmica das asas.

Recentemente, a NASA confirmou que a atmosfera terrestre vai além da altura da Lua.

Logo...

Um avião é um foguete ou um foguete é um avião?

Resposta:

Tanto faz  Razz !

Relação Ec/Ep com aviões a jato e naves-foguetes separadas por velocidade máxima


Mig 25 - Turbo Fan

v= 3.470 km/h
v = 963,88 m/s
h = 20.700 m
energia cinética mv^2 = 929.064,65 Joule/kg
energia potencial mgh = 202.860 Joule/kg
relação ec/ep = 4,579 X

Lockheed SR71 - Turbo Jato

v= 3.540 km/h
v= 983,33 m/s
h = 25.900 m
energia cinética mv^2 = 966.937,88 Joule/kg
energia potencial mgh = 253.820 Joule/kg
relação ec/ep =  3,809 X

X-15 - foguete (*1)
v= 6 106 km/h
v = 1.696,11 m/s
h = 107.800 m
energia cinética mv^2 = 2.876.789,13 Joule/kg
energia potencial mgh = 1.056.440 Joule/kg
relação ec/ep = 2,723 X

Sputnik - foguete
v = 28.800.000 km/h
v = 8.000 m/s
h = 1.450.000 m (*2)
energia cinética mv^2 = 64.000.000 Joule/kg
energia potencial mgh = 5.654.600 Joule/kg
relação ec/ep = 4,503 X

Notem que os números da relação Ep/Ec se aproximam quando agrupamos dois aviões a jato e agrupamos  o avião foguete X-14 e o Sputnik na altura máxima.


(*1)
Voo do X-15 no. 91, realizado em 22 de Agosto de 1963. Piloto: Joseph A. Walker
https://pt.wikipedia.org/wiki/North_American_X-15#:~:text=Tal%20como%20a%20maioria%20das,velocidade%20de%20800%20km%2Fh.

(*2)
Altura do voo do Sputnik:
perigeu de 223 km e apogeu de 1.450 km
Altura resultante de média geométrica aproximada
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sputnik-1#:~:text=Sua%20velocidade%20era%2028%2C8,um%20objeto%20constru%C3%ADdo%20pelo%20homem.

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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros 11th abril 2024, 12:09

Jonas Paulo Negreiros escreveu:
Jonas Paulo Negreiros escreveu:
Jonas Paulo Negreiros escreveu:O problema da balança

A balança de comparação de massas guarda em si um desafio perturbador.

Digamos que seja posto em cada prato de uma balança um peso-padrão cuja massa seja exatamente igual a 1 kg. Para efeitos práticos, adotamos a aceleração de 9,8 m/s^2. Desta maneira, em cada prato, desprezada a massa dos mesmos e a massa dos braços da balança, será aplicada uma força de 9,8 newtons.

O mecanismo da balança fará com que a força aplicada por um dos pesos-padrão seja anulada pelo peso-padrão que se encontra no prato oposto. Trata-se de uma situação de equilíbrio "ideal" de forças, no qual a força-peso aplicada em um dos pratos é anulada pela força aplicada pelo outro.

Assim sendo, por que os braços da balança alinham-se ao horizonte?

Se não há diferença de força entre os mesmos, aparentemente nada impediria que, por exemplo, o prato da esquerda tocasse o solo e o prato da direita ficasse num ponto mais alto indefinidamente.

A questão de ordem física é a seguinte:

Como provar que, através de uma análise vetorial de forças envolvidas na balança, é possível evidenciar o aparecimento de um torque que leve esse sistema à posição horizontal.




Uma das coisas mais esquisitas sobre a balança de comparação de massas é a seguinte:
Se as massas de comparação são iguais, a força -peso das mesmas também são iguais. Assim, sendo, os vetores de força das massas são os mesmos e se equilibram em qualquer posição da balança. Mas por que , nessa condição, a balança teima em ficar na posição horizontal?

Trilha Completa
https://fisica2100.forumeiros.com/t1882p180-gravidade-ficcional#13314

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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros Hoje à(s) 11:26

Uma boa explicação sobre força-peso e inércia



O canal de Domingos dos Santos é repleto de experimentos simples que ajudam-nos a compreender a física, isto é: através da observação.

clica!

https://www.youtube.com/channel/UCZDFWCs5RE7Soqp7QmNeJCw

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