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Sr. Einstein, onde está meu erro?

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Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 28th Setembro 2013, 13:17













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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Xevious em 30th Outubro 2013, 04:42

Fiz uma seção espírita aqui e ele me disse que precisa de descrições.

Teria que ser inglês ou alemão, mas pode falar em português que eu traduzo pra ele Razz 

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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por casasanta em 25th Dezembro 2013, 01:59

Oi Jonas. Creio que entendi qual é a sua questão. Não vou responder à sua pergunta feita aqui. Vou tentar dizer de forma fácil de entender sobre a impraticabilidade de se somar a velocidade da fonte de luz com a velocidade da luz emitida pela fonte.

Sabemos que a Relatividade afirma que tudo o que não está acelerado poderá se considerar parado. E ela afirma que tudo o que está se movendo para esse algo que não está com aceleração, “medido por esse mesmo algo não acelerado”, está em um tempo mais vagaroso. E essa vagarosidade do tempo de cada um, “na medição”, é inerente à velocidade do que é medido. Então, cada um que se move tem seu tempo mais lento, e essa vagarosidade é proporcional à velocidade do movimento que ele tem em relação àquele que está medindo o seu tempo.

Vamos supor que você é esse algo não acelerado. Você está, então, no espaço sideral, num “hipotético” espaço plano, isto é; em um local que não exista campo gravitacional.

Por que um local desse?

Porque assim não precisaremos criar as minúsculas e complexas ondulações espaciais (que correspondem a todos os campos gravitacionais de todos os corpos do universo), facilitando infinitamente a exposição do exemplo.

Aproveitando, vamos, também, considerar o espaço como sendo um “hipotético” vácuo perfeito. Sabemos que isso “não destruirá” as noções relativísticas que pretendemos lidar aqui.

Sendo um pouco mais exigente, vamos impor outra coisa “hipotética”; que seu corpo não atrai nenhum outro corpo e nem é atraído, pois, “aqui”, não geram campos gravitacionais. Sabemos que esses campos gravitacionais de corpos pequenos são realmente insignificantes e podem perfeitamente serem desconsiderados no exemplo, pois são não só de uma natureza diferente do que está sendo explorado, como é de um valor insignificante, e, ainda, de uma enorme complexidade.

Se houver, então, (e há), mais algo que deva ser desconsiderado, será de forma automática, simplesmente não sendo citado.

Se você, então, se sentindo parado, nesse hipotético universo, com muitos outros corpos pertos e longes de você, todos inclusive você com relógios perfeitos, se movendo por inúmeras direções de forma retilínea e uniforme, cada um com velocidade diferente, você verá, ou melhor; “medirá” o relógio de cada um e verá que o seu próprio relógio está trabalhando mais rápido do que o de qualquer outro que se apresentar se aproximando ou se afastando de você. Mas, se houver alguém, mesmo que muito, muito longe, que não se apresentar em movimento em relação a você, isto é; alguém que não se apresenta se aproximando e nem se distanciando de você, terá o ritmo do funcionamento do relógio igual ao ritmo do seu. E, por mais que você encontre mais e mais outros, e meça os relógios deles, nunca encontrará alguém que tenha o relógio que trabalha mais rápido que o seu.

Agora, pense...

Qualquer um desses outros que se movem pode se considerar parado (pois todos estão com movimento retilíneo e uniforme) e medirá (como ocorreu com você) todos os relógios dos outros (inclusive o seu) e verá que o dele é o relógio que trabalha mais rápido. É isso mesmo: “Todos, “para si próprio”, têm o relógio mais rápido.”

Eu, particularmente, não concordo com essas afirmações relativísticas. Elas são de um universo sem éter.

Jonas, se você analisar e refletir sobre o que eu disse sobre as medições dos relógios, e sempre considerar isso quando estiver lendo algo a respeito, entenderá o que a Relatividade quer dizer. Eu me lembro, e não faz muito tempo, fazia esses mesmos tipos de perguntas na internet. Hoje eu sei que o que muitos me diziam é verdade. Eles me diziam que eu não iria compreender a Relatividade da noite para o dia. Realmente, vejo que tenho muito que entender, mas eu compreendi muito até então. Compreendi o suficiente para não mais ficar brigando com a Relatividade, dizendo que ela é ignorante e presunçosa. A Relatividade tem que ser conquistada por vocês. Procurem não perderem a cabeça e, assim, ofenderem algum conhecedor que concorda com a Relatividade.

Tem uns vídeos-aula no Youtube que são ótimos para se compreender sobre a impraticabilidade de se somar a velocidade da luz da fonte com a velocidade da fonte. Isso tem muito a ver com a famosa questão da “simultaneidade”. São exemplos simples e o professor é “10” nas explicações. Não deixe de assistir e re-assistir esses vídeos quantas vezes for necessário.

Os vídeos estão em:
https://www.youtube.com/watch?v=PkAZHVpy8-0&list=PL7C4772CDC6D6BE83


Só para finalizar, a razão em se evitar abordar movimentos com aceleração nos exemplos é devida a alta complexidade na formulação das equações. E isso é um bocado impraticável para quem está se iniciando na matemática relativística. A incorporação de múltiplos campos gravitacionais sobrepostos, gases e poeiras, etc., torna o aprendizado impraticável.

Desculpe-me por não ter conseguido expor tudo o que eu desejava expor. Por isso apelei em lhe apresentar o link desses fabulosos vídeos. Boa aula, e um Feliz Natal.
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 25th Dezembro 2013, 11:19

Casasanta,
Obrigado pela sua detalhada e atenciosa resposta.
Os vídeos recomendados, produzidos pelo IFUFF, parecem ser muito bons.
Vou assistí-los com a máxima atenção.

Tenho me esforçado em entender os conceitos tão bem expostos por você, há mais de 40 anos.
Acredito que a "aceitação" da Relatividade é um ato de conversão religiosa, pois ela conflita frontalmente com a lógica.



Assim como os fótons que partem dos faróis em sentidos opostos apresentado nesta postagem, algo parecido acontece com os protons, nos aceleradores de partículas. Eles vêm em sentidos opostos e são guiados para a colisão quando estão próximos da velocidade da luz.

Na visão dos relativistas, o choque acontece a aproximadamente 300.000 km/h e não a 600.000 km/h como admitiriam os partidários da física clássica.

Então, por que então chocar prótons em sentidos opostos? Um dos grupos de prótons não poderia estar parado?

Resposta evasiva:

- É uma maneira de aumentar a energia na colisão.

Pergunto:

-Que energia é esta?

P.S.:

Muito grato pelos votos de Feliz Natal.
A você e todos os seus, um Natal com Cristo.
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por casasanta em 25th Dezembro 2013, 18:49

Obrigado, Jonas Paulo Negreiros.

Primeiramente, vou lhe dizer uma coisa para você guardar. O observador (Cientista Físico que está observando a colisão de prótons no acelerador de partícula) mede a velocidade da colisão dos grupos de prótons e conclui que ela é de quase 2c. Para o cientista, um grupo de prótons está a quase 1c e outro também. Mas ele não mede coisa alguma acima da velocidade da luz. O que ele mediu que foi quase 2c, foi o que um grupo está para outro na iminente colisão, "MEDIDO PELO CIENTISTA". Essa velocidade de 2c não existiu nem aqui e nem ali. Só foi calculada a aproximação "MÚTUA" entre os dois grupos, na medição do "CIENTISTA". Mas, o que é medido por cada um dos grupos de prótons, é diferente disso. Devido aos efeitos relativísticos causados pela demasiada velocidade, o tempo próprio, o comprimento próprio e a massa própria de cada um de ambos os grupo de prótons estão demasiadamente alterados de modo que cada um mede em outro uma velocidade menor que c.

Creio que você esteja desejando que eu apresente provas de que isso é verdade, mas não as tenho. Existe uma matemática que Eles construíram com muitos esforços e em conjunto. O que falta, a meu ver, é uma explicação mais concreta e especificamente para quem vive no mundo Clássico, isto é; uma explicação de como as coisas relativísticas funciona, mas explicado de modo Clássico. Só que, assim, as coisas já estão sendo feitas. As equações das “Transformações de Lorentz” são dedicadas para converter a física Clássica para a Relativística. Claro que não é só isso, mas isso é o mais essencial. Dizem Eles que o homem da Física Clássica deve apagar tudo o que está em sua cabeça para poder iniciar o aprendizado com a Física Relativística, pois as noções Clássicas atrapalham em muito a compreensão das noções Relativísticas.

Não vai demorar muito para você se familiarizar com a Mecânica Relativística. Hoje eu sinto estar familiarizado a ela, mas de um modo básico, pois faz pouco tempo (uns dois ou três meses) que eu não me sinto mais cansado mentalmente quando eu tenho que montar, em minha cabeça, o mecanismo relativístico sempre que eu necessito calcular um resultado relativístico. Essas coisas, em minha cabeça, parecem estar ficando confortavelmente automáticas. Isso é o significado de se familiarizar com a coisa.

Não é necessário analisar profundamente para notar que, na Relatividade, quanto mais alta a velocidade de algo, mais difícil se torna acelerá-lo ainda mais. Isso acontece devido o aumento da massa do corpo em movimento.

Veja que a Relatividade proíbe uma velocidade (do que quer que seja) acima da velocidade da luz (por menor que seja). Visto assim, imaginamos, então, que o aumento da velocidade dos prótons no acelerador de partículas é cada vez menor, usando-se em etapas, uma mesma potência como fonte de energia aceleradora. Assim, se foi usado "um mega watts" para acelerar os prótons a 200.000Km/s, o próximo "um mega watts" aumentará a velocidade para 266.666Km/s. Mais "um mega watts" os prótons atingem os 288.888Km/s. E depois, sempre com a mesma potência, 296.296Km/s, 298.765Km/s, 299.588Km/s, 299.863Km/s, 299.954Km/s, 299.984Km/s, etc.

Esses valores não são reais. São somente para mostrar a curva do aumento da velocidade a cada aceleração com mesma potência.

Esse aumento na velocidade, quando exposto em um gráfico, tem uma curva que vai ao infinito para chegar ao limite máximo. Assim, quando você disse que, em termos de potência, os dois grupos de prótons se chocarem em sentido contrário é a mesma coisa que um dos grupos de prótons estarem estacionados na hora do choque, você desconsiderou que a velocidade de cada grupo de prótons é "menor" que c, ignorando o fato de que essa pequena velocidade que falta para atingir c é de uma enorme dificuldade conquistá-la, e nunca totalmente.

Vou mostrar como isso se dá. A velocidade atingida no acelerador de partículas, segundo os noticiários, é de 0.999999991c. Digamos que essa velocidade é a de cada um dos dois grupos de prótons. Agora, respeitando a curva do aumento da velocidade, a velocidade que esse grupo de prótons terá se o acelerarmos mais ainda, utilizando a mesma energia que foi necessária para se atingir esses 0.999999991c, teremos 0,999999999999999919c.

Então, se cada grupo de prótons está a 0.999999991c, eles se encontram no choque com suas velocidades somadas na “medição do cientista”, sendo assim de 1,999999982c, mas não ultrapassa de c quando medida por cada um dos grupos de prótons.

Suponho que o que eu disse aqui não seja suficiente para te convencer por completo, mas creio que isso tenha te ajudado com o entendimento.

Pretendo, no meu próximo contato com você, explicar os efeitos relativísticos da minha teoria. Essa minha teoria, caso você ainda não a conheça, não é relativística e nem quântica. Ela é de um funcionamento Clássico, ao mesmo tempo em que concorda com os efeitos relativísticos e quânticos.
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 26th Dezembro 2013, 11:20

Correto, Casasanta. Vamos aguardar pela  apresentação de suas idéias.

Parece que o mundo energético está inscrito entre dois limites.

Um dos limites é a temperatura zero Kelvin. Ninguém chegou a ela, pois a termodinâmica nos diz que, para resfriar um corpo é necessário associá-lo um corpo mais frio ainda.

Como é impossível obter um corpo numa temperatura abaixo de zero Kelvin, não há como operacionalizar essa experiência de troca de calor.  Einstein e outros colegas se aventuraram nesse problema ao propor um modelo de matéria gelada condensada.

No outro lado da ponta, qual será a máxima temperatura possível?

Parece que a questão está aberta. Dizem que não há limite superior para a temperatura.

Mas, o que é a temperatura de um corpo?  

- É o estado de agitação molecular, conforme nos ensina a termodinâmica.

Logo, nenhum átomo ou molécula de um gás poderá ser agitado acima da velocidade da luz...
... então deve existir um limite de temperatura máxima, não é mesmo?

Aceleradores de partículas, como você bem demonstrou, têm uma relação exponencial entre a energia aplicada a uma partícula e sua velocidade resultante.

Mas aceleradores são máquinas elétricas. Prótons "surfam" sobre ondas eletromagnéticas produzidas no interior dos aceleradores. Logo, não há como levar um próton acima da velocidade das ondas eletromagnéticas produzidas através dessas máquinas.

Se instalarmos um acelerador linear dentro de um foguete, Newton "nos dirá" que as velocidades da partículas (prótons) aceleradas serão somadas à velocidade do acelerador.

De acordo com Einstein, o resultado da soma de energias do acelerador mais a velocidade do foguete, propiciará o aumento da produção de massa dentro do acelerador. Provavelmente, essa massa destruiria o acelerador.

De qualquer maneira, em ambos os casos, temos de considerar que há de fato um referencial inercial absoluto, caso contrário o referencial inercial do próton será o foguete!

Outra maneira arrojada equacionar o problema é considerar que o foguete, o acelerador e os protons são apenas ondas, conforme nos diz Milo Wolff.

Basta clicar:

http://fisica2100.forumeiros.com/t1052-entrevista-com-o-dr-milo-wolff
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por casasanta em 29th Dezembro 2013, 01:43

Oi, Jonas.

Eu prometi abordar certos eventos "mecânicos" que acontecem no universo da minha teoria que proporciona a contração do comprimento e da dilatação do tempo, os quais são de um formato interpretativo totalmente diferente do seguido pela Teoria da Relatividade. Mas, agora só vou adiantar o assunto sob a interpretação da Teoria da Relatividade.

A contração do comprimento, na Relatividade, compreende na contração de uma das três dimensões espaciais do universo todo, sendo essa dimensão a que está na direção do movimento de um eventual astronauta numa viagem em uma nave, e essa contração é exclusiva à medição feita pelo astronauta. Isto é, para o astronauta, essa contração do comprimento do universo não é uma ilusão. É, para o astronauta, uma "MEDIÇÃO". Sendo assim, é real, e é mutável sempre que o astronauta realizar intervalos de propulsões para efeitos de acelerações da nave.

A dilatação do tempo, na Relatividade, está em tudo o que está se movendo em relação a quem mede o tempo. O astronauta mede um ritmo lento no relógio do habitante do planeta que se aproxima, mas esse habitante também mede um ritmo lento no relógio do astronauta. Cada um dos dois mede uma contração do comprimento do outro.

O nível de contração do comprimento em relação ao comprimento próprio (comprimento da nave medido pelo astronauta, ou o comprimento do planeta medido pelo habitante dele) é sempre o mesmo que o nível da dilatação do tempo em relação ao tempo próprio.

Para esse sistema fenomenológico, há uma matemática que (segundo a Física Relativística) se mostra coerente e "completa".

Não vou, aqui, dizer que a Teoria da Relatividade está errada, mas, não é difícil descobrir que a matemática pode ser moldada para atender falsas interpretações da realidade. Realizar um experimento e comprovar que o resultado era previsto não significa que se está comprovando que as interpretações do funcionamento das coisas estão corretas.

A contração do comprimento e a dilatação do tempo parecem mesmo existir, mas os experimentos que o homem realiza, no assunto, são, ainda, pouco esclarecedores por resultar em valores que são um bocado ocultados pelas tolerâncias de precisões de equipamentos, sem falar do problema que uma eventual falsa interpretação acarreta.

Eu estou dizendo sobre os tantos problemas que os experimentos dos aviões com relógios atômicos tiveram em se dirigirem por trajetos curvos ao redor da Terra numa altitude com menor intensidade de gravidade, e em conjunto com o movimento de rotação e de translação da Terra, e vários outros fatores, comprometendo por completo a validade do experimento. E por falar nisso, aproveito para dizer que já encontrei informações que afirmam que os documentos que continham os resultados dos horários dos relógios atômicos destes experimentos, na época, quando analisados, foram criminosamente alterados para que o princípio de Teoria da Relatividade não fosse contradito pelos experimentos.

A Relatividade argumenta ter interpretações coerentes com uma explicação sobre o funcionamento do universo. Ela diz, então, que o funcionamento do universo é bizarro aos olhos do homem que ainda está embebido pelas noções da Física Clássica. Mas é difícil imaginar um universo sem éter onde o tempo funciona no espaço tridimensional. É muito estranho dizer que o éter não existe, e ao mesmo tempo dizer que o espaço é tridimensional, se curva e se contrai, além de se afirmar que o espaço não é algo vazio, que tem energias complementares estacionárias que dão massa às partículas, etc.

A interpretação que minha Teoria tem sobre o funcionamento do universo é de uma lógica com mesmos princípios mecânicos da Física Clássica. Assim, ela revela, através de uma estrutura, o mecanismo sem mistérios que resulta nos fenômenos Relativísticos e Quânticos que são mostrados em experimentos.

Infelizmente, Jonas, eu vou deixar para abordar a explicação sobre essa mecânica do universo da minha Teoria na próxima, mas prometo que não vou demorar.
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 29th Dezembro 2013, 10:28

Eu estou dizendo sobre os tantos problemas que os experimentos dos aviões com relógios atômicos tiveram em se dirigirem por trajetos curvos ao redor da Terra numa altitude com menor intensidade de gravidade, e em conjunto com o movimento de rotação e de translação da Terra, e vários outros fatores, comprometendo por completo a validade do experimento. E por falar nisso, aproveito para dizer que já encontrei informações que afirmam que os documentos que continham os resultados dos horários dos relógios atômicos destes experimentos, na época, quando analisados, foram criminosamente alterados para que o princípio de Teoria da Relatividade não fosse contradito pelos experimentos.

Casasanta,

Pelo mesmo caminho foi a experiência da sonda "Gravity Probe B".
Além disso, há suspeitas de "manipulação de dados".

Se tudo corresse bem teríamos, pela primeira vez, provas "dinâmicas" da TRG. Mas os resultados da GP-B foram ruins, mal se equipararam aos obtidos por observações astronômicas.
Logo, podemos dizer que a Relatividade é somente uma "ilusão de óptica".

De qualquer maneira, a TR é uma meta que busca o "ideal", e dá rumo para a ciência e tecnologia.

Duro é explicar para o contribuinte os gastos com aceleradores e sondas. Einstein é cúmplice de tudo isso  Razz !

A interpretação que minha Teoria tem sobre o funcionamento do universo é de uma lógica com mesmos princípios mecânicos da Física Clássica. Assim, ela revela, através de uma estrutura, o mecanismo sem mistérios que resulta nos fenômenos Relativísticos e Quânticos que são mostrados em experimentos.

Os princípios da física clássica estão baseados na lógica humana.
O que ultrapassa a lógica e compreensão humanas é magia.

Vamos aguardar pela apresentação de suas idéias!
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por casasanta em 29th Dezembro 2013, 11:15

Jonas, eu vou lhe mostrar aqui o que difere minha Teoria das Teorias atuais. Os mistérios fenomenológicos descritos dos contextos explicativos da Relatividade e da Quântica, sobre as formas como acontecem muitas das mudanças observadas na matéria, são, no mínimo, eventos estranhos, chegando por serem extravagantes e assustadores. Toda essa explicação "fantasiosa", que foge cada vez mais do modo como pensamos sobre as coisas, e até mesmo do que conseguimos imaginar com dolorosas inclinações, são concluídas sem a perfeita visão da realidade das coisas.

As explicações dadas pela minha Teoria sobre a contração do comprimento e a dilatação do tempo se encontram nos três últimos parágrafos do item cinco (5) (Velocidade da luz) do texto da página:
https://sites.google.com/site/wagnerrcfisica/home

Para entender bem do que se trata, é necessário familiarizar-se com a estrutura do universo descrita no texto, desde o início, no item um (1) (Espaço).

Jonas. Para eu reescrever aqui a mesma explicação com outras palavras, (que é o que eu estava pretendendo), se tornou trabalhoso a ponto de eu considerar isso desnecessário pelo fato da existência do texto indicado acima. Espero que eu não o tenha decepcionado. Caso isso aconteça, com certeza é por não ter havido um devido entendimento do texto indicado. Não deixe, então, de sanar algum entendimento duvidoso perguntando o que for necessário.

É isso. Hoje fico por aqui. Um abraço.
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 29th Dezembro 2013, 16:53



As explicações dadas pela minha Teoria sobre a contração do comprimento e a dilatação do tempo se encontram nos três últimos parágrafos do item cinco (5) (Velocidade da luz) do texto da página:

https://sites.google.com/site/wagnerrcfisica/home


Trabalho de fôlego, Casasanta! Vou lê-lo com calma.

[s]
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Edilson Maia em 29th Dezembro 2013, 17:05

Jonas Paulo Negreiros escreveu:

Na visão dos relativistas, o choque acontece a aproximadamente 300.000 km/h e não a 600.000 km/h como admitiriam os partidários da física clássica.

Então, por que então chocar prótons em sentidos opostos? Um dos grupos de prótons não poderia estar parado?

Resposta evasiva:

- É uma maneira de aumentar a energia na colisão.

Pergunto:

-Que energia é esta?


Tenho a impressão que está confundindo velocidade com força de impacto, se não estiver peço que desconsidere. As partículas não ultrapassam a velocidade da luz, mas sua força de impacto, veja bem, "em impacto" é de 2x a velocidade da luz, mas não em velocidade e sim em peso uma contra a outra, é necessário um cálculo de conversão para se chegar ao grau de impacto no que se deseja medir, como por exemplo o peso desse impacto, a energia em questão depende do que você quer medir, energia do peso, energia da velocidade, do tempo etc referente ao impacto. No caso da experiencia citada por você essa energia é a do peso do impacto. Também poderia ser força G.

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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 29th Dezembro 2013, 19:16

Correto, Edilson.

É aceito, na visão galileana, que ambos os corpos estão em velocidades idênticas em módulo, inversas em sentido. Tanto faz somar as velocidades, adotar qualquer uma das partículas como referência inercial ou um ponto de observação independente.

Mas, para a relatividade einsteniana isso é um tabu. Nessa situação, o tempo para, a massa aumenta, o espaço se contrai...

... sempre a mesma ladainha  Neutral .

Como explicar por que uma partícula que caminha no limite de tangência da velocidade da luz, dentro de um acelerador linear instalado no interior de um foguete em movimento não pode ter a sua velocidade somada a velocidade do foguete?
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Bosco em 29th Dezembro 2013, 22:23

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Como explicar por que uma partícula que caminha no limite de tangência da velocidade da luz, dentro de um acelerador linear instalado no interior de um foguete em movimento não pode ter a sua velocidade somada a velocidade do foguete?
Se você considerar que partícula, acelerador, foguete, assim como todo o universo material sejam apenas campo, cuja velocidade máxima de expansão é a velocidade c, fica fácil compreender este limite e as suas imposições.
Um jato supersônico, consegue romper a barreira do som porque ele é feito de um material relativamente rígido. Se fosse, muito hipoteticamente, feito apenas de ar (o que é impossível), não conseguiria romper esta barreira por motivos óbvios. Precisamos entretanto, considerar neste exemplo, apenas a velocidade relativa entre a suposta aeronave e a camada de ar que a envolve.
Estas coisas me fazem crer que "Tudo é Campo" (campo gravitacional).


Última edição por Bosco em 29th Dezembro 2013, 22:46, editado 1 vez(es)

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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 29th Dezembro 2013, 22:42

Bosco,

Acho que finalmente compreendi a sua hipótese.
Tudo deveria estar referenciado a um único ponto inercial.
Voltamos ao éter?

Feliz Ano Novo lol!   !!!
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Bosco em 29th Dezembro 2013, 23:20

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Voltamos ao éter?
Jonas, toda partícula material possui um campo gravitacional, que é diretamente proporcional à sua massa.
Ao que tudo indica este insignificante campo de cada partícula, permeia todo o universo.
Neste aspecto, ele se parece com o éter. Porém, o éter supostamente serviria como referencial inercial absoluto para todo o universo material.
Como cada partícula tem seu próprio campo gravitacional, este, não serve de referencial absoluto para as demais partículas materiais, apenas relativo e é este aspecto que autentica o Princípio de Relatividade, conforme pregaram Galileu e Einstein.
Também é este campo de cada partícula, o dito "referencial absoluto" reivindicado por Newton, na famosa experiência do "Balde de Newton". O referencial por ele identificado, de fato permeia todo o universo, porém não é absoluto por não servir de referencial às demais partículas do universo. Mesmo assim era suficiente para justificar a curva da experiência, pois cada partícula "sabe" que é acelerada com base apenas no seu campo gravitacional. Isto ocorre porque o campo não se desloca instantaneamente conforme o deslocamento da partícula.
Foi uma pena, Newton , o "criador" do campo gravitacional, não perceber que era justamente seu campo, o responsável pelo resultado daquela experiência, e não, um suposto referencial absoluto. Mesmo assim devemos reconhecer que a intuição dele, o guiava para a solução do problema.

Feliz Ano Novo!

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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Dionísio em 30th Dezembro 2013, 21:06

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Correto, Edilson.

É aceito, na visão galileana, que ambos os corpos estão em velocidades idênticas em módulo, inversas em sentido. Tanto faz somar as velocidades, adotar qualquer uma das partículas como referência inercial ou um ponto de observação independente.

Mas, para a relatividade einsteniana isso é um tabu. Nessa situação, o tempo para, a massa aumenta, o espaço se contrai...

... sempre a mesma ladainha  Neutral .

Como explicar por que uma partícula que caminha no limite de tangência da velocidade da luz, dentro de um acelerador linear instalado no interior de um foguete em movimento não pode ter a sua velocidade somada a velocidade do foguete?

para criticar a teoria da gravidade é preciso conhecê-la e saber fazer contas. Há na internet muita coisa (aulas) em vídeo. Relatividade não é algo simples e intuitivo.

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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Edilson Maia em 31st Dezembro 2013, 14:42

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Correto, Edilson.

Como explicar por que uma partícula que caminha no limite de tangência da velocidade da luz, dentro de um acelerador linear instalado no interior de um foguete em movimento não pode ter a sua velocidade somada a velocidade do foguete?

Primeiro é preciso entender muito bem o conceito de espaço tempo, o espaço tempo dentro de um foguete não é o mesmo fora dele. O espaço e tempo são relativos a velocidade. Se você tem diversas velocidades, cada uma tem seu espaço tempo, um dentro do outro e nenhum se ultrapassa, porque o tempo e velocidade se dobram para te isso não ocorra, por exemplo, por mais que a partícula esteja andando próxima a velocidade da luz, é ela que está fazendo isso em seu espaço tempo, que será atrasado o suficiente para poder estar dentro do foguete que tem o seu próprio espaço tempo, dessa forma por mais que a partícula esteja próxima a velocidade da luz será em relação ao foguete, por que em relação a parte externa ela estará muito mais lenta ou até mesmo quase parada, essa é a ideia de que o tempo anda mais lentamente quanto maior a velocidade.
Você poderá colocar 20 foguetes um dentro do outro, quanto mais veloz um estiver, mais lento em relação aos externos ele estará, por mais veloz que ele vá, pois quando mais velocidade, mais devagar o tempo irá passar. É por isso que no espaço se você viajasse na velocidade da luz até algum corpo celeste ao voltar mesmo que apenas um ano se passe para você, aqui na terra uma centena de anos já teria se passado.

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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por casasanta em 1st Janeiro 2014, 11:40

Jonas Paulo Negreiros escreveu:

Como explicar por que uma partícula que caminha no limite de tangência da velocidade da luz, dentro de um acelerador linear instalado no interior de um foguete em movimento não pode ter a sua velocidade somada a velocidade do foguete?


FELIZ ANO NOVO.

Jonas. Nesta questão entra uma determinação imposta pela Relatividade que "eu não estou de acordo" e é o que mais provoca incompreensão entre os leigos que não admitem aceitar o que infringe a lógica.

A lógica pode aceitar muitas afirmações relativísticas, mas a de que se eu passar por você próximo a velocidade da luz, eu o terei como alguém com relógio lento, e você me terá como alguém, também com relógio lento, mas é apenas um de nós que está envelhecendo lentamente, e que o que definirá isso será quem de nós irá "frear" a nave e voltar para parar ao lado do outro, é difícil de aceitar. Pois, se você fizer as "contas", verá que é isso o que está sendo difícil de você engolir.

Veja que, quando eu estou passando por você próximo à velocidade da luz, seu tempo é medido por mim como mais devagar que o meu. Imediato e logicamente eu deduzirei que você medirá o meu tempo como mais rápido que o seu. Então, o que você sente que esta tentando enganar você em toda esta história sem lógica, é o fato de que a Relatividade impõe que tanto eu medirei em você como você medirá em mim um tempo mais lento. Você, Jonas, já teve essa idéia clara em mente?

Isso eu desaprovo como verdade, mas é um fato "nas Leis da Relatividade".

Então, para a partícula que está (quase) na velocidade da luz com o acelerador, (veja que eu falei "para a partícula"), a outra que vem de encontro (também (quase) na velocidade da luz com o acelerador) está se movendo mais lentamente que o que "a lógica" diria. ESSE "MAIS LENTAMENTE" É MEDIDO POR QUALQUER UMA DAS DUAS PARTÍCULAS EM OUTRA.

Enfim, um terceiro medidor que está parado no acelerador (o cientista) está medindo quase 1c em uma partícula e quase 1c em outra. Assim, o cientista mede uma colisão com impacto de velocidade 2c, mas não medirá nada a 1c ou mais em relação a si próprio.

Pronto, Jonas. A resposta a sua questão, (apesar dos pesares), é que coisa alguma pode ser "MEDIDA" acima da velocidade da luz. Não pode ser "MEDIDA".
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 27th Abril 2014, 12:40

Dionísio escreveu:
Para criticar a teoria da gravidade é preciso conhecê-la e saber fazer contas. Há na internet muita coisa (aulas) em vídeo. Relatividade não é algo simples e intuitivo.

Então esta teoria não presta. Na relatividade tudo é relativo, menos a velocidade da luz.
Deus sabe o quanto me esforcei para entendê-la. Nem por isso sinto-me mais burro que Einstein.
(Afinal tudo é relativo  Razz ).
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

Mensagem por casasanta em 27th Abril 2014, 16:45

Jonas. Os conceitos que a Teoria da Relatividade carrega não são complicados. Basta que você entenda a afirmação de que o espaço, no qual são realizados os movimentos dos corpos, não é determinado como sendo localidades que sempre foram cada uma em seu lugar, e que cada uma sempre estará onde está, pois isto é o conceito do éter.

No conceito do éter é definido o espaço percorrido por uma só nave, enquanto outra fica parada no espaço.

No conceito relativístico, o espaço percorrido pode ser tanto de uma nave quanto de outra, e isso dependendo de onde se mede tal movimento, sendo uma verdade diferente para cada astronauta.

Esta questão relativística da Teoria da Relatividade não foi refutada e nem comprovada. Falta pouco para sabermos. A matemática é bastante completa e muito precisa, mas "eu" suponho que ela não seja verdadeira.
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Re: Sr. Einstein, onde está meu erro?

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