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GRAVIDADE FICCIONAL

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GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Empty Re: GRAVIDADE FICCIONAL

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 24th Junho 2020, 11:56

O problema da diferença de tempo em função da aceleração da gravidade pode ser explicada por Galileu, Newton e Einstein de forma cordata:

 
O poço do tempo

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Einlor10

Fotomontagem

Cena Fantástica:
Einstein e seu grande e querido mestre Lorentz, à frente de um "elevador antigo".


Um elevador pode alterar o funcionamento de um relógio cuco !

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Elcuco10

a) Prenda um relógio cuco na parede da cabine de um elevador;

b) Quando o elevador subir de forma acelerada, o pêndulo do relógio cuco andará mais depressa;

c) Quando o elevador descer de forma acelerada, o pêndulo do relógio cuco andará mais devagar;

d) Se o cabo de aço que sustenta o elevador romper-se , o pêndulo do relógio cuco ficará parado enquanto o elevador não bater no fundo do poço.

Frase  atribuída a Einstein:

"Tempo é aquilo que os relógios medem".

Vocês concordam com o bom velhinho Very Happy ?


Leitura complementar, para quem pode perder tempo:

O dilema do relógio quebrado
https://fisica2100.forumeiros.com/t1501-o-dilema-do-relogio-quebrado


Última edição por Jonas Paulo Negreiros em 4th Julho 2020, 11:55, editado 1 vez(es)

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GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Empty Re: GRAVIDADE FICCIONAL

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 25th Junho 2020, 09:35

Como atribuir o princípio newtoniano no qual a massa maior atrai a massa menor, no contexto da gravidade ficcional, na qual não existe massa gravitacional, e sim somente massa inercial em expansão ?

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Atr_eq10

No primeiro caso, acima, temos dois corpos esponjosos de igual massa.
Como tudo cresce na hipótese da gravidade ficcional, a expansão dos corpos é vista como "atração", pura e simples.

No segundo caso, abaixo, embutimos uma esfera de massa elevada no corpo da direita.

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Ms_mo10

Para quem observa essa segunda situação, dirá que os dois corpos continuam em atração mútua, mas têm-se a impressão que o corpo da direita "puxa" mais o corpo da esquerda.

No entanto, é possível observar que a esfera embutida no corpo da direita não muda de lugar.
Por sua inércia elevada, o corpo da direita expande-se pela extremidade direita da figura.

Pronto!
Conseguimos enganar Newton cheers !


Última edição por Jonas Paulo Negreiros em 26th Junho 2020, 11:51, editado 1 vez(es)

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GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Empty Re: GRAVIDADE FICCIONAL

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 25th Junho 2020, 11:14

Anomalias Gravitacionais.

Relembremos uma postagem passada:


Abaixo, podemos ver o mapa de variação gravimétrica em comparação com o mapa altimétrico do Brasil. Essa é a primeira vez que consigo fazer tal análise, nunca feita até então por falta de dados disponíveis.

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Gravbr10

Em uma rápida análise, notamos que os lugares mais altos tem a gravidade menor.
Isso vai frontalmente contra a gravidade ficcional, na qual quanto maior o raio terrestre, maior a aceleração correspondente.

Isso posto, voltemos ao nosso modelo, a fim de explicar a...

Anomalia Gravitacional no Modelo Ficcional

Vamos usar o exemplo do martelo em expansão radial para explicar essa anomalia invertida.

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Marspa11

Ao lançar um martelo no vácuo, este vai girar em torno de seu centro de massa. O objetivo desse teste é apenas localizar o centro de massa (em vermelho) do martelo, pois ainda não temos "provas ficcionais" que demonstrem que a Terra realmente gira.

Em função da expansão radial, inércia e a localização do centro de massa, ocorrerá maior movimento expansional no sentido da ponta do cabo do martelo que do lado da "cabeça" do martelo.

Logo, a aceleração da expansão radial, "erroneamente" conhecida como aceleração gravitacional será maior onde concentração de massa ou densidade for MENOR e não na cabeça do martelo, como prevê o modelo de gravidade newtoniana.

Algo parecido deve ocorrer no contexto "global" da Terra. Apesar de todas irregularidades da superfície terrestre, deve existir um único centro de massa resultante, conhecido pela física oficial  como "centro de gravidade".

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Cgter10

Esse ponto "cg" da Terra pode ter pequenos desvios em função do movimento das marés oceânicas, marés atmosféricas, além da ação de migração de animais e a ação humana, quer por deslocamento de veículos ou construção de barragens, mineração, etc.

Por tudo exposto, no contexto da gravidade ficcional, fica claro por que nos pontos mais altos da Terra a gravidade deve ser MAIOR e nos pontos mais baixos, a gravidade deve ser MENOR.

A imagem abaixo, compilada por medições do Satélites GRACE, corrobora com os argumentos da gravidade ficcional:

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Gravte10

Notar que o levantamento das anomalias medidas pelo Satélites GRACE foram feitas com gravímetro eletrônico, em vez de gravímetros tradicionais usados na superfície da Terra.

Todo levantamento gravimétrico é questionável, pois infelizmente é impossível construir um gravímetro (na verdade acelerômetro) totalmente insensível às interferências de campos elétricos e magnéticos circundantes.


fontes:

https://www.researchgate.net/figure/Figura-3-apresentacao-artistica-dos-satelites-da-missao-GRACE-Fonte-NASA-JPL-2002_fig2_313665186

https://pt.wikipedia.org/wiki/Gravity_Recovery_and_Climate_Experiment

Para terminar, é curioso um programa espacial ter o acrônimo GRACE, afinal a "gravidade" terrestre é um bem precioso e indispensável, pois sem essa "graça" o mundo não teria como funcionar  Very Happy !

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GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Empty Re: GRAVIDADE FICCIONAL

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 26th Junho 2020, 11:12

PROBLEMAS NO MODELO CÓSMICO EM EXPANSÃO RADIAL

Primeira Situação

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Aviao10

Baseados na imagem (acima) do tiro disparado por um avião, podemos supor que a trajetória da bala seria a mesma, quer consideremos a queda acelerada de corpos, quer pela a expansão acelerada do raio da Terra.

Sabemos também que, pelo modelo gravitacional newtoniano, se esta bala partir com uma velocidade crítica, esta entrará em órbita da Terra e assim ficará. A bala ficará dando voltas sobre a Terra até que uma parte crítica de sua energia cinética seja dissipada, fazendo com que a bala caia e entre em choque com o solo terrestre.

Pois bem, passemos o problema com o esquema abaixo:

Segunda Situação

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Orbita10

Digamos que o canhão do avião disparou a bala paralela ao horizonte, a partir do polo norte da Terra.

À maneira que o raio da Terra vai crescendo, menor será o tempo ou a distância para a Terra atingir o projétil.

Mas se a velocidade de partida da bala for suficientemente alta E SER IGUALMENTE REABASTECIDA COM A ENERGIA ESCURA, a expansão radial não terá velocidade suficiente para o solo terrestre tocar a bala.

No entanto, nesse modelo, a bala nunca ultrapassará o primeiro quadrante da Terra, isto é, nunca ultrapassará a marca de 90 graus de curvatura da Terra e efetivamente não terá condições de "entrar em órbita" sem a efetiva ação da gravidade newtoniana!

O modelo de gravidade ficcional permite que o projétil escape da Terra, mas aparentemente não existe uma velocidade "critica" que permita sua órbita na Terra sem a ação de uma gravidade "verdadeira".

Mas, como é possível o "modelo cosmológico ficcional" reproduzir a primeira situação "perfeitamente" e nunca na segunda situação ?

No modelo ficcional, se houver abastecimento contínuo de energia escura na bala, esta "não cairá", mas nunca sairá do primeiro quadrante da Terra. Se não há como a energia escura abastecer a bala, à maneira que dissipa energia cinética recebida do canhão a bala sempre se chocará com o solo terrestre, antes de sair do primeiro quadrante da Terra.

Não é difícil perceber que o modelo "Terra Globo Newtoniano" põe em xeque o modelo
"Terra Globo de Raio Expansional".

Mas, nem por isso vamos deixar de divagar sobre a hipótese da expansão radial terrestre, a qual promete mais surpresas nas próximas postagens.

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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 28th Junho 2020, 10:15

Pausa para o Recreio  Very Happy ...

O Estratagema de Newton.

Estive a buscar informações dos estudos de Galileu e Newton sobre a queda de corpos.

Galileu começou a estudar sobre a queda de corpos em ambientes públicos.
Diz a lenda que Galileu serviu-se da Torre de Pizza.

Após sua reclusão por problemas políticos, Galileu continuou os estudos em casa, utilizando-se de esferas, parafusos, planos inclinados e relógios de pêndulos, inventados por ele mesmo.

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Planga10

Na ilustração, Galileu faz uso de um relógio de água, a fim de cronometrar o tempo de percurso da esfera sobre o plano inclinado, marcado com escala métrica. Fizemos experimento similar em sala de aula de física, nos bons tempos de colégio técnico. Muito provavelmente Galileu precisou de um assistente para realizar seus estudos.

Newton aperfeiçoou as experiências de Galileu. Utilizou-se de um plano inclinado, um papel quadriculado e um pequeno canhão de mola.

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Planew10

Dentro do canhão havia uma esfera embebida em tinta. Após o disparo da bola, seu rastro foi gravado num gráfico de escala linear. Além de tudo, Newton inventou o princípio da caneta esferográfica.

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Newpla10

A curva obtida no gráfico linear foi passada para uma escala logarítmica. Depois disso, Newton deduziu o resultado final do experimento, baseado em cálculo gráfico.

Sobre a criação do cálculo matemático, tão necessário para a descrição da queda de corpos, há uma disputa pela primazia do feito entre o britânico Newton e o germânico Leibinitz :

https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A1lculo

Britânicos e Alemães, sempre em guerra  Very Happy  !

Outro detalhe interessante é que o valor da aceleração da velocidade de queda dos corpos obtido por Galileu ficou em torno de 5 m/^s2. Newton aproximou-se de 9,8 m/ s^2.

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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 28th Junho 2020, 15:42

Terra Dínamo

O modelo da Terra Bola Molhada Giratória dá uma boa explicação para a origem do magnetismo terrestre. A Terra, para se comportar como um dínamo, precisa que seu núcleo gire numa frequência angular (rotação) diferente de sua superfície.

Siga essa trilha:
https://fisica2100.forumeiros.com/t1326p20-magnetismo-terrestre-origem#12180

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Terrad10

A gravidade ficcional explica o efeito de geração de campo magnético de forma invariável, pois durante a expansão do raio terrestre, a estabilização do movimento angular sofre um atraso em cada camada do globo ficcioanal.

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Vesc10

Por conta da inércia, as camadas inferiores do núcleo da Terra sofrem uma aceleração angular menor que da superfície da terrestre.

Esse fenômeno, aparentemente plausível, pode provocar um atraso no movimento de rotação das camadas inferiores em relação as camadas superiores da Terra.

Assim, poderá ocorrer o efeito dínamo, isto é: a origem de campo magnético pela interação de campos eletromagnéticos material ionizado em movimentos diversos.

A inversão dos polos magnéticos no modelo cósmico ficcional jamais aconteceria.

A não ser que...

... embora possam ocorrer flutuações no campo magnético devido a "respiração" do globo no modelo ficcional, a fim de "explicar" as marés.

... tal qual a origem da matéria cósmica e energia negra, estas serão sempre tratadas como milagres verdadeiros.

... a única forma de ocorrer a mudança nos polos magnéticos no modelo ficcional, seria por uma longa e progressiva alteração na rotina de abastecimento de energia escura ao planeta, o que provocaria novas anomalias magnéticas e "gravitacionais" durante esse processo.

Há um pequeno detalhe que não pode passar desapercebido no modelo ficcional.

No disco superior amarelo há um prumo que aponta para duas direções diferentes.

O prumo "A" representa o modelo gravitacional newtoniano e aponta para o centro de gravidade da Terra.

O prumo "B" representa o modelo gravitacional ficcional. Se, correto o prumo apontará para fora do centro de massa da Terra.

Qual hipótese está correta?

Como saber se o pino dos teodolitos apontam para o prumo falso ou verdadeiro?

Mais:
Ajuste de prumo de teodolito.
http://www2.fsanet.com.br/Professor/Material/Material-de-Apoio/Jose-Machado-Leite-Filho/Bacharelado-em-Engenharia-Eletrica/Topografia/1a.Pratica.pdf

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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 29th Junho 2020, 22:37

Gravidade Eletromagnética não tem sustentação...
...ao menos na Física Oficial

Por que o conceito push gravity (gravidade por impulsão) é considerado inviável pela ciência convencional?

Esse texto foi traduzido automaticamente de  um tópico do prestigioso "Physics Forum",  talvez o mais ativo fórum de física do mundo.

Olá pessoal, gostaria de saber as principais razões pelas quais o conceito de gravidade por pressão não é considerado um conceito viável pela ciência convencional. Eu sei que isso deu origem a numerosos trabalhos publicados, dentre os quais temos os de Lorentz, H.Poincare, F.Brush, Secchi, Leray, V. Thomson, Schramm, Tait, Isenkrahe, Preston, Jarolimek, Waachy, Rynsanek, Darwin, Majorana ... então não pode estar tudo errado

Observe que NÃO estou perguntando sobre a teoria das partículas ultramundanas de Le Sage (que também se enquadra na categoria de gravidade por pressão), que posso facilmente me desacreditar. Estou mais interessado no conceito de pressão de radiação eletromagnética da radiação de alta frequência, atuando como mecanismo gravitacional, e sua sombra criando a lei do quadrado inverso , áreas de baixa pressão. Obrigado, S.Borg.

mais:
https://fisica2100.forumeiros.com/t1507p480-a-verdadeira-natureza-da-gravidade

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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 30th Junho 2020, 11:46

A "respiração" da Terra explica as marés?

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Fases_11

Há um bom tempo, o colega emanuel_pill (do fórum de física do IFUFF) fez uma postagem sobre o interferômetro de Grusenick, uma variação do interferômetro Michelson-Morley.

Pausa para o caso M&M

Diz a história que, apesar de várias tentativas da famosa dupla, o interferômetro de Michelson e Morley simplesmente NEGOU o movimento de translação da Terra. A maior negação na história da física!

Controvérsias à parte, a negação do experimento "inspirou" Einstein  sobre a invariabilidade da velocidade da Luz, independentemente do referencial adotado. Essa inspiração deu origem à desastrosa Teoria da Relatividade Restrita, ao menos na opinião de físicos dissidentes, os quais ainda acreditam na teoria luminosa corpuscular de Newton.

Einstein ficou devendo explicações em relação à gravidade clássica, na qual a velocidade da luz deve ser infinita. Isso o deixou quase louco.

Anos após, Einstein dá "uma explicação" para a gravidade, através distorção espaço-tempo, ponto central na Teoria Geral da Relatividade e "salvação" do Princípio de Galileu no qual é impossível um marujo no porão de um barco ter condições de dizer uma nave está parada ou em movimento uniforme.

Mais sobre o assunto;
https://fisica2100.forumeiros.com/t986-movimento-retilineo-utopico

A Teoria da Relatividade Geral foi bem aceita, graças a verificação do desvio da luz das estrelas pelo campo gravitacional do sol e principalmente ao estranho comportamento do periélio de mercúrio, ambas previstas pela TRG.

Um pequeno problema:

Para que tudo funcionasse como Einstein previa, os grandes matemáticos da época "descobriram" que o tempo teria de ser relativo.

De novo ao assunto dessa postagem...

Voltando ao interferômetro de Grusenik, uma variação do interferômetro de Michelson & Morley.

Nesse filmete mostrado abaixo, o interferômetro de Grusenik não deteta variações movimentos circulares quando na horizontal. O interferômetro adequado para movimentos circulares em qualquer plano é o interferômetro de Sagnac.

Quando Grusenick põe seu interferômetro em giro no plano vertical, uma grande surpresa:



Acione o tradutor automático do Youtube, a fim de entender o inglês do narrador.

Durante o giro, observa-se um movimento de vai-e-vem nas franjas de interferência luminosa.

Observem que a parada do movimento das franjas ocorrem a 180 graus. O que o experimentador não notou que a parada do movimento das franjas acontece a 45 graus em relação ao solo.

Se o movimento de todos os corpos tem origem de um único ponto (origem do big-bang), podemos dizer que esse movimento é absoluto, logo um interferômetro pode medir esse movimento.

O interferômetro de Grusenick, como todos os outros interferômetros dedicados, eles são sensíveis apenas a um tipo de aceleração, não importa qual.

Para quem deseja entender melhor a nossa visão sobre interferômetros, sigam essa trilha:

https://fisica2100.forumeiros.com/t1138-interferometros

Grusenick então pendurou sob molas seu interferômetro na posição vertical:

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Intver10

Mais uma surpresa! Seu interferômetro detetou a passagem da Lua!

Se estamos buscando a variação da leitura de um movimento absoluto, será que isso não acontece no instrumento de Grusenick?

Esse instrumento mediu alguma coisa?

Conforme Grusenick, o interferômetro vertical mediu até variações da passagem da lua!

Seria essa medição a "maré" provocada pela variação de velocidade do raio da Terra?

Seria a Terra o centro do Big-Bang?

Mais sobre Grusenick:
http://blog.hasslberger.com/2009/09/extended_michelsonmorley_inter.html#more

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GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Empty Re: GRAVIDADE FICCIONAL

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 30th Junho 2020, 14:04

Pausa para a filosofia...

Bertrand Russell, reflexões para os foristas de Física2100

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Bertrandrussell

Não se sinta absolutamente certo de nada;

Não acho que valha a pena proceder escondendo evidências, pois as evidências é a certeza de vir à luz;

Nunca tente desencorajar o pensamento de que você tem certeza de sucesso;

Quando você se encontra com a oposição, mesmo que seja de seu marido ou seus filhos, se esforce para superá-la pelo argumento, e não pela autoridade, pois uma vitória dependente da autoridade é irreal e ilusória;

Não tenha nenhum respeito pela autoridade dos outros, pois sempre haverá autoridades contrárias a serem encontradas;

Não use seu poder para suprimir opiniões que você acha perniciosa, pois se você assim fizer, as opiniões irão suprimir você;

Não tenha medo de se parecer excêntrico, para cada opinião agora aceita antes era excêntrica;

Encontre mais prazer em desacordo inteligente do que em concordância passiva, pois, se você valoriza a inteligência como deveria, o primeiro implica um acordo mais profundo que a segunda;

Seja escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois é mais inconveniente quando você tenta escondê-lo;

Não sinta inveja da felicidade daqueles que vivem num paraíso dos tolos, pois apenas um tolo vai pensar que é felicidade.

fonte:

http://www.brainpickings.org/index.php/2012/05/02/a-liberal-decalogue-bertrand-russell/

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GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Empty Re: GRAVIDADE FICCIONAL

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 2nd Julho 2020, 10:22

Qual é a velocidade da gravidade?

Esse foi o maior desafio que encontramos durante os dez anos de especulação sobre a expansão radial da Terra.

A velocidade da gravidade é o grande diferencial entre a visão de Newton e Einstein. E dos defensores da expansão radial, também.

Para entender o problema, vamos tomar o exemplo de David e a funda.
Faça de conta que David é a Terra e a pedra é a Lua:

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Davi10
Quanto à funda, propriamente dita...

Enquanto David gira essa arma, Newton nos diz que a funda representa a ação da gravidade entre a Terra e Lua.

Essa visão pode ser interpretada erroneamente, pois se uma formiga estivesse com os pés presos à pedra, o pequeno inseto, desprezada a velocidade do vento,  sentiria um "puxão constante" em direção oposta ao ombro de David (ou centro do giro da pedra).

Essa força é conhecida como "centrífuga". Na visão de Newton, trata-se de uma força "fictícia".
Ei, Newton: até você também é um adepto da Gravidade Ficcional  Very Happy ?

A formiga não sentiria esse "puxão", se cada  partícula que compõe o corpo do inseto estivesse presa aos incontáveis e necessários "fios" da gravidade newtoniana.
Esses fios que "puxam" todas as partículas da pedra para o ombro de David é a conhecida "força centrípeta", vista por Newton como "uma coisa  verdadeira", embora "inexplicável".

Quando a velocidade circular da pedra atinge velocidade máxima, David solta uma das pontas da funda e a pedra escapa da funda pela tangente do círculo e segue ao encontro ao alvo esperado.

Voltemos ao caso da Terra e Lua e a velocidade da gravidade, pauta dessa postagem.

Na visão de Newton, o que mantém a Lua em movimento circular em relação à Terra é o equilíbrio entre a força gravitacional ou "centripeta" e a força de escape, tangente ao raio do movimento circular.

Para Newton, a Lua está sempre "caindo" numa aceleração de 9,8 m/s^2. A Lua não cai sobre a Terra por que está sempre "fugindo" da Terra à uma velocidade tangencial de 3.200 km/h.

É aí que reside a grande diferença entre as visões de Newton e Einstein.

Se a Terra "desaparecesse" do sistema orbital Terra-Lua, de acordo com Newton, a Lua escaparia pela tangente de sua órbita INSTANTANEAMENTE.

Para isso acontecer, a velocidade da gravidade teria de ser INFINITA.

Esse é o principal ponto de discordância entre a física clássica e moderna.

Na visão de Einstein, a velocidade da gravidade não pode ser maior que a VELOCIDADE DA LUZ.

A Lua como a formiga, "pensam" que estão se movendo em linha reta.

Desta maneira, como a distância entre a Lua e a Terra é estimada em 384.400 km, somente após 1,28 segundos do "sumiço" da Terra, a Lua escaparia da órbita terrestre em linha reta.

A "linha reta" do modelo gravitacional de Einstein torna-se "curva" pela deformação do espaço-tempo provocada principalmente pela massa terrestre.

Quando a Terra "dá o sumiço" a curva espaço-tempo torna-se reta e a Lua segue esse novo caminho, sem "sentir" nenhuma alteração .

Notar que os trabalhos de Newton e Einstein, indistintamente, são puras descrições de movimentos baseados na geometria e matemática. Nenhum dos dois gigantes da física atreveu-se a "explicar" a origem da gravidade.

Einstein tentou explicar a origem da gravidade pela teoria do campo unificado, na qual campos elétricos, magnéticos e gravitacionais seriam descritos por uma única fórmula.

O "bom velhinho" morreu sem conseguir alcançar essa meta. Talvez por que Einstein nunca suspeitou que a gravidade poderia não existir e a soma de qualquer coisa com zero não poderia mudar. Modernamente suspeita-se que a gravidade é apenas um efeito secundário de origem termodinâmica.

Muito bem, terminado esse longo preâmbulo, qual seria a velocidade da gravidade no modelo ficcional?

Bem, em primeiro lugar, no modelo ficcional a gravidade não existe.

Além de tudo, no modelo ficcional o tempo precisa ser absoluto e todas as coisas nunca param de crescer.

Como todas réguas também crescem no mesmo ritmo de expansão, torna-se impossível medir objetivamente o fenômeno. Uma perfeita "teoria sabonete", na qual é impossível prová-la ou negá-la  Very Happy !

A única pista que sustenta a hipótese da expansão  radial (e o próprio modelo do Big-Bang) é o desvio para o vermelho da luz das estrelas distantes.

Não achamos correto estimar a velocidade da gravidade (na "verdade" a velocidade de expansão radial terrestre) nesse momento.

Pretendemos nessa série, analisar à fundo os aspectos da expansão radial qualitativamente, a fim permitir a compreensão do modelo, sem recorrer a linguagem matemática, desnecessária nessa fase de explanação do modelo ficcional.

Sem mais delongas, vamos ao ponto.

Tempo Zero

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Torreb10

Desconsiderem a desproporcionalidade dos elementos em questão.

Em azul, temos a Terra, e em detalhe seu raio.
Acima da superfície da Terra há uma torre.

Sobre a torre há uma bola verde. Essa bola verde representa o corpo a ser abandonado "em queda livre" no tempo zero do experimento.

A bola vermelha representa o mesmo corpo quando "atinge" a superfície da Terra.

Passemos para a figura seguinte:

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Queda110

No tempo zero, quando a bola é solta do topo da torre, ela "conserva" a velocidade da expansão radial terrestre. Notar que daí em em diante a velocidade da bola não muda até o momento de choque com o solo.

Se a expansão radial terrestre cessasse no tempo zero, a velocidade "memorizada" pela bola se apresentaria como uma reta verde dentro do infográfico, no qual o eixo vertical representa o espaço e o eixo horizontal representa o tempo.

Nota-se pelo rastro verde que a bola continuaria a avançar no sentido vertical em função do tempo, mas de forma linear, isto é: sem ganhar ou perder velocidade nessa marcha.

ESSA TRAJETÓRIA EM VERDE REPRESENTA  VELOCIDADE DE EXPANSÃO RADIAL NO TEMPO ZERO, "ERRONEAMENTE ACEITA" COMO VELOCIDADE DA GRAVIDADE.


O rastro na cor preta representa a expansão radial global total (em nosso modelo expansional aTerra é um globo), isto é: o raio da Terra somado a altura da torre.

A expansão radial nunca para de aumentar, de modo que o pico da torre deixa um rastro parabólico na cor preta em função do tempo.

No fim da "queda" da bola verde isto é: quando o solo da Terra toca a bola (não ao contrário),  a bola muda para a cor vermelha e passa a acompanhar com grande exatidão o movimento da expansão radial terrestre.

Podemos considerar esse ponto final da observação como um novo "tempo zero" que passa descrever o movimento de expansão radial terrestre em vermelho.

A descrição matemática do movimento geral da bola será dada no fim dessa série.

Por ora, continuaremos a mostrar as "surpresas" reveladas pelo modelo de gravidade ficcional.

Podemos concluir, filosoficamente que espaço e tempo são "de fato" uma coisa só. Einstein desconfiava disso, a ponto de afirmar que tempo é aquilo que os relógios medem.

Pensamos diferente.

Tempo é aquilo que sem o qual nada pode existir, excepto Deus. O tempo é uma invenção de Deus.
Não sabemos o que é o  tempo. Mas podemos afirmar sem receios que o tempo está sempre começando.

Em qualquer "tempo zero", isto é: início de observação o espaço é finito. Mas, a partir desse ponto, o espaço continua a crescer e a perseguir seu alvo final: o infinito.

P.S.:
Os que acompanharam a tumultuada série "Gravidade - Ação ou Reação" irão notar que o gráfico da "queda da bola" sofreu uma pequena revisão.

https://fisica2100.forumeiros.com/t1237p60-gravidade-acao-ou-reacao#7362

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GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Empty Re: GRAVIDADE FICCIONAL

Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 3rd Julho 2020, 14:30

Os dois grandes trunfos de Einstein

I - Desvio da Luz das Estrelas no Eclipse de Sobral

II - Periélio de Mercúrio

Nessa postagem vamos discutir o primeiro grande trunfo de Einstein:

O desvio da luz de estrelas distantes pelo Sol

Graças a fotografias tiradas durante o evento, foi possível estabelecer uma das primeiras constatações experimentais da VERACIDADE da teoria da Relatividade Geral, de Albert Einstein.

O lobby einsteniano não perde uma oportunidade para louvar seu ídolo  Razz !

Para entender o fenômeno:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Eclipse_solar_de_29_de_maio_de_1919

A maioria não sabe, mas a clássica teoria corpuscular da luz de Newton descreve e prevê esse fenômeno astronômico com boa exatidão. Esse é um importante detalhe que a "Midia Amiga" sistematicamente esconde debaixo do tapete Embarassed .

Os resultados das previsões do Eclipse de Sobral, baseados pela TRG -Teoria Geral da Relatividade, foram verificados por expedições patrocinadas pela RAS - Royal  Astronomical Society  e "provaram" ser mais exatas que as previstas pela física clássica:
A luz das estrelas foram curvadas pela distorção espaço-tempo!

Muitos físicos dissidentes suspeitam de  fraudes nas fotos tiradas pela expedição da entidade em terras africanas e tupiniquins. Outros propõem efeitos de refração da luz das estrelas distantes pela coroa solar.

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 DowdyeCoronaMeme-768x660

"A luz das estrelas curvam-se por que passam através da coroa solar. Sem a coroa, não há encurvamento."
- Dr. Ed Doddie, cientista aposentado da NASA

fonte:
http://www.naturalphilosophy.org/site/

Para deleite dos terraplanistas, a NASA revelou recentemente que há, de fato, atmosfera entre a Terra e Lua. Desta maneira, os planistas dizem que essa descoberta da NASA detonou com a TRG de Einstein.

fonte:
https://super.abril.com.br/ciencia/atmosfera-terrestre-chega-ate-a-lua-e-muito-mais-longe-revela-estudo/

Na ocasião da publicação dos resultados das antigas expedições da Royal Society, acreditava-se que não havia atmosfera entre a Terra e a Lua, isto é: previa-se um "vácuo" de baixíssima pressão gasosa. Se não há vácuo, não há como ocorrer (por refração) o desvio da luz.  

Isso posto, vamos considerar que a refração ou encurvamento da luz das estrelas distantes seja verdadeiro, fora e dentro do contexto da Gravidade Ficcional

a) Eclipse de Sobral sem Expansão Radial Terrestre

a) Eclipse de Sobral sem Expansão Radial Terrestre

Quando fizeram a observação do eclipse em Sobral no início do século 20, a fim de testarem uma das previsões de Einstein, havia poucas evidências de uma possível expansão cósmica acelerada.

fonte:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Desvio_para_o_vermelho

Einstein não aceitava a expansão cosmológica, a ponto de inventar "uma constante cosmológica" para evitá-la  Embarassed ...
https://pt.wikipedia.org/wiki/Constante_cosmol%C3%B3gica


Voltemos ao problema...


Analise a imagem, abaixo:

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Photo227

- Desconsiderar a proporção do Sol, Lua e Terra e a expansão radial correspondente;
- O raio em cor violeta seria de uma estrela que se afasta em velocidade constante;
- O raio em cor verde seria da mesma estrela que se afasta em velocidade acelerada.

Seria possível detetar algum desvio de posição dessa estrela, durante o curto tempo de observação do eclipse?

b) Eclipse de Sobral com Expansão Radial Terrestre

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Tempoz10

Nesta figura acima, temos o tempo zero. O Sol (tamanhos e distâncias fora de proporção) fica à esquerda, a Lua ao meio e a Terra à direita. A luz de uma estrela chega pelo raio violeta. Observar o ângulo da estrela em relação ao Equador da Terra.

Após um tempo de observação, temos os círculos do tempo zero em preto e os círculos do tempo um em laranja, conforme figura abaixo:

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Tempou10

O ponto de centragem da expansão radial é verde, no caso a Lua, por ser o "pivot" do crime.  À esquerda e à direita desse ponto ocorre expansão da matéria e espaço.

Notar que o raio violeta continua cruzando o mesmo ponto da figura anterior e o ângulo formado com a linha horizontal é o mesmo.

No entanto, aqui na Terra, em função da expansão de seu raio e de sua distância do Sol, o raio violeta passa a atingir a Terra abaixo do Equador.

Se fosse feita uma filmagem durante o eclipse, as estrelas ao redor da Lua pareceriam estar mais próximas do centro desse satélite.

Gostaram?
Aguardem pela próxima postagem!

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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 4th Julho 2020, 12:06

A postagem anterior, sobre o primeiro trunfo de Einstein, foi revisada, a fim de dar melhor detalhamento nas ilustrações.

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Photo227

A primeira imagem, acima, exige de maiores esclarecimentos. Caso contrário, invalida toda a explicação do desvio da luz das estrelas no contexto expansão radial.

O raio de luz lilás representa a luz de uma estrela que vem do espaço em velocidade constante, enquanto a luz verde erroneamente representa o raio de luz uma estrela em velocidade acelerada.

ERRATA NUMERO UM:

O ângulo formado pelo raio de luz da estrela distante com a Terra não pode mudar, pois todos os elementos da imagem estão em igualdade de expansão.

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Desvio10

O que muda no raio da estrela é apenas sua cor, pois pela aceleração de fuga da estrela distante ao passar do tempo, seu tom vai deslocando-se para o vermelho.


ERRATA NUMERO DOIS


Após um tempo de observação, temos os círculos do tempo zero em preto e os círculos do tempo um em laranja, conforme figura abaixo:

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Tempou10

O ponto de centragem da expansão radial verde foi mudado para a Lua, por esta ser o "pivot" do crime.  À esquerda e à direita desse ponto ocorre expansão da matéria e espaço.

Notar que o raio violeta continua cruzando o mesmo ponto da figura anterior e o ângulo formado com a linha horizontal é o mesmo.

No entanto, aqui na Terra, em função da expansão de seu raio e de sua distância do Sol, o raio violeta passa a atingir a Terra abaixo do Equador.

O que deve ocorrer no contexto da gravidade ficcional:

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Obtura10

Notar o que acontece com o raio violeta, que não pode mudar seu ângulo de incidência com a Terra, após a passagem pela Lua.

Como durante a eclipse da Lua o raio de luz da estrela observada é obstruído, fica a impressão que esta foi "atraída" pela gravidade solar. Como a gravidade na expansão radial é fictícia, essa explicação relativista deve ser descartada.

MAS, SE DE FATO A COROA SOLAR E ATMOSFERA INTERFEREM NO ÂNGULO DE INCIDÊNCIA DO RAIO DE LUZ DA ESTRELA SOBRE A TERRA, TODA ESSA DIVAGAÇÃO DEIXA DE FAZER SENTIDO Very Happy !

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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 4th Julho 2020, 14:37

Mais sobre o "bom velhinho":

Falsas Citações de Einstein

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 16196313953_0113814035_z


Marianne Williamson adora espalhar citações falsas de Albert Einstein

O início do livro de 2012 de Williamson, A Lei da Compensação Divina, abre com uma citação atribuída a Einstein que diz: "A decisão mais importante que tomamos é se acreditamos que vivemos em um universo amigável ou hostil".

Mas Einstein nunca disse isso.

A citação pode ser encontrada no livro de 2000, The Complete Idiot's Guide to Spiritual Healing, de Susan Gregg, e aparece em muitos livros de treinamento de liderança da última década, mas não há absolutamente nenhuma evidência de que Albert Einstein tenha dito isso.

Como observa Wikiquote, a questão de saber se o universo é "amigável" aparece em um livro de 1912, mas é uma citação muito mais generalizada e não é atribuída a Einstein.

O livro de Williamson de 2008, A Idade dos Milagres: Abraçando a Nova Vida Média também inclui uma citação na página 178 que creditou a Einstein: “Eu não sei com que armas a Terceira Guerra Mundial será travada, mas a IV Guerra Mundial será travada com paus e pedras. "

É uma ótima citação, e provavelmente verdadeira em um sentido geral, com a ideia de que a Terceira Guerra Mundial seria quase certamente uma guerra nuclear e a destruição provavelmente reduziria o mundo inteiro a escombros. Mas Einstein provavelmente não disse isso.

Como Snopes aponta, o ditado parece ter sido uma piada comum depois que as primeiras bombas atômicas foram usadas contra o Japão em 1945, e algo semelhante foi impresso nos jornais de 1946.

Uma pesquisa em um banco de dados online mostra mais de duas dúzias de casos. mesma piada. E na maioria dos casos, isso é creditado a um tenente do Exército no Atol de Bikini, onde muitas bombas atômicas estavam sendo testadas na época.

https://gizmodo.com/marianne-williamson-loves-spreading-fake-quotes-from-al-1836630042

- Einstein creditou em dizer muitas coisas sobre física que nunca parecem ter dito. por exemplo. veja o artigo que diz: "Eu argumento que, ao contrário do folclore, Einstein nunca se importou em geometrizar o campo gravitacional ou (subsequentemente) eletromagnético;

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Gravity_Probe_turning_axis

Falsas Citações de Einstein Gravity_Probe_turning_axis

Na verdade, ele achava que a própria afirmação de que a Relatividade Geral geometriza a gravidade" não está dizendo nada "."

Https://core.ac.uk/download/pdf/148349913.pdf

- Nós fomos alimentados com besteiras de pessoas citando Einstein, e Einstein nunca disse a maior parte disso!

https://www.tapatalk.com/groups/gsjournal/marianne-williamson-loves-spreading-fake-quotes-fr-t10509.html

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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 5th Julho 2020, 10:21

A questão do desvio da luz da estrela distante deixou várias lacunas. No entanto abre-se agora "uma nova perspectiva" para completa compreensão da gravidade ficcional.

Em postagens passadas, adotamos a Lua como "pivot" do crime.

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Obtura10

O resultado foi decepcionante.

Partimos agora a "observar" o efeito do "desvio" da luz da estrela distante, no qual o referencial central da expansão radial é a Terra:

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Cter10

Nessa nova configuração, a Terra (no topo da figura)  é o referencial central da expansão radial. No meio do caminho encontra-se a Lua. Na parte inferior da figura encontra-se o Sol e o raio de luz que vem da estrela distante.

Mais uma vez, nessa nova condição, o raio de luz da estrela distante não sofre "desvio" algum.

Partimos agora para uma nova tentativa, na qual o Sol passa a ser o referencial central da expansão radial:

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Csol10

Bingo! O raio que vem da estrela distante é completamente obstruído pela Lua!

Notar que se esse efeito é "verdadeiro" e comprovável por observações astronômicas "sérias", nosso modelo de gravidade ficcional "irá revelar" novas e contundentes surpresas !

Mas, se o desvio ocorre por refração óptica, iremos seguir mais uma trilha falsa.

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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 5th Julho 2020, 12:24

A última imagem da postagem anterior dá o que pensar.

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Csol10

Em nosso modelo ficcional, admitimos que o espaço sideral deve ser "nada".
No entanto, para que a luz da estrela distante seja bloqueada pela Lua, deve existir "algo expansível" que empurre o espaço Sol-Lua e o espaço Lua-Terra. Afinal, o modelo de gravidade ficcional tem como condição inicial a "gravidade de contacto".

Consideremos que a Terra e a Lua formem um halteres:

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 110

O halteres é lançado de um astronauta em movimento circular. Assim como no espaço, esse fenômeno pode ser observado na Terra, quando o alteres é lançado ao ar. As duas rodas do alteres circulam em torno do centro de massa do conjunto.

Passemos agora para a segunda condição:

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 210

O halteres, num passe de mágica, tem sua barra removida do conjunto. Ficamos surpresos ao verificar que as duas rodas de ferro continuam a fazer o mesmo movimento sem escapar pelas tangentes, desde que a velocidade angular do conjunto permita o equilíbrio entre "força de atração" e velocidade de escape.

Afinal, o que "liga" as duas rodas de ferro?

Façamos agora com que as duas rodas do halteres sem barra girem cada vez mais rápido, de modo que não escapem pela tangente, sob condição de que a distância dos mesmos aumentem também, até o momento em que as rodas aproximem-se da velocidade da luz.

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 410

Einstein intuiu uma velocidade "C" máxima de interação entre corpos, vulgarmente conhecida como velocidade da luz.

O problema somente poderia ser explicado por uma "matriz matemática" em expansão:
O espaço azul é formado por "ZEROS", o espaço ocupado por cada partícula das rodas de Ferro são formados por agrupamentos de  "UMs".

Notar que qualquer zero à direita de qualquer um passa a ter valor significativo!

O tempo de transição (em cinza) entre as rodas em órbita binária e o espaço são formados por "ZEROS MUDAM PARA UMs" ou "UMs QUE MUDAM PARA ZEROS"

Quando chega-se próximo da velocidade "C" essa "Realidade Matricial Exponencial" atinge o limite de processamento matemático, de modo que jamais pode ser superada.

Gostaram da "viagem" Very Happy ?


Última edição por Jonas Paulo Negreiros em 6th Julho 2020, 13:40, editado 3 vez(es)

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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 5th Julho 2020, 14:17

O conceito de cosmos baseados numa matriz computacional é compartilhado por muitos físicos da atualidade.

Sigam o endereço abaixo e saberão por quê:

https://fisica2100.forumeiros.com/t1298-mola-maluca-desafia-a-gravidade#7164

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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 6th Julho 2020, 11:21

Após o devaneio sobre a Cosmologia Matricial e alguns fundamentos da TRG - Teoria da Relatividade Geral, voltemos aos pontos que norteiam a Gravidade Ficcional:

1 - A gravidade ficcional não explica o desvio da imagem das estrelas ocultadas pelo Sol, prevista por Einstein;

2 - A gravidade ficcional só permite ação por contato, de modo que somente a interação elétrica e magnética entre corpos separados é aceita;

3 - No contexto da gravidade ficcional, a ação gravitacional entre corpos, clássica ou moderna, são ilusórias;

4 - Não há como saber, em nenhum modelo gravitacional, se, de fato, o espaço sideral é vazio ou preenchido por gases em baixíssima pressão;

5 - O modelo de gravidade ficcional funciona razoavelmente bem quando a Terra é o centro cósmico;

6- A gravidade ficcional não consegue explicar como satélites artificiais podem orbitar a Terra;

7 - Ao contrário da TRG, a velocidade no contexto ficcional pode crescer indefinidamente, juntamente com as estrelas se afastam da Terra. Como as réguas crescem na mesma progressão, julga-se que a velocidade da Luz medida desde qualquer sítio sideral mantêm-se constante;

8 - O modelo de gravidade ficcional adota tempo absoluto desde a Terra até o limite do espaço cósmico, em constante expansão;

9 - Num determinado momento universal, em perfeita sincronia com eventos terrestres, quando um raio de luz originado de uma estrela distante parte no sentido e direção terrestre, esse raio conserva o comprimento de onda dessa estrela. Desta maneira, a cor do raio luminoso originado de uma estrela distante é visto da Terra afetada pelo efeito Doppler, isto é: em constante desvio para o vermelho e em marcha acelerada.

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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 6th Julho 2020, 12:18

Jonas Paulo Negreiros escreveu:Os dois grandes trunfos de Einstein

I - Desvio da Luz das Estrelas no Eclipse de Sobral

II - Periélio de Mercúrio

Promessa é dívida.

Apesar das grandes dificuldades ficcionais apresentadas no primeiro item, cabe-nos agora a uma "explicação" sobre o periélio de Mercúrio no contexto de gravidade ficcional

O Periélio de Mercúrio

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Permer10

Imagem: Youtube

Fonte :



O periélio de Mercúrio é o ponto mais próximo do Sol da suposta órbita elíptica desse planeta. A mecânica gravitacional de Newton não conseguiu explicar "muito bem" por que a cada ano este fenômeno ocorre num ponto diferente. Einstein conseguiu explicar "melhor" esse efeito, através da construção da Teoria da Relatividade Geral.

A lei da gravitação universal de Isaac Newton permite uma previsão muito precisa da precessão do periélio da órbita do planeta Mercúrio. A órbita é elíptica, com o Sol ocupando um dos focos. A mecânica celeste calcula que, por efeito das atrações gravitacionais dos outros planetas, o ponto em que Mercúrio se encontra mais próximo do Sol (o periélio) avança cerca de 5700 segundos de arco por século (*1). Mas, mesmo com estas considerações, restava ainda uma discrepância de cerca de 43"(*2) por século entre o valor previsto e o valor observado, esta diferença sendo significativamente maior que o erro de observação (0,1" por século).

fonte:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Precess%C3%A3o_do_peri%C3%A9lio_de_Merc%C3%BArio

Os ângulos são medidos em graus (1º) - e as subunidades dos graus são os minutos (1º = 60') e os segundos (1' = 60"). Veja como fazer a conversão entre essas unidades, tarefa que pode ser útil caso você necessite fazer operações com medidas de ângulos.

(*1) 5700 segundos representam um giro de 1,58 graus por século;

(*2) 43 segundos em um século de representam um erro de :

5700 / [5700 - 43] = 0,754%

Percebam que as diferenças de previsão clássicas e modernas sobre a precessão do periélio de Mercúrio, embora cumulativas, são SIMPLESMENTE RIDÍCULAS.

De qualquer maneira, esta é a maior prova da utilidade da famosa TRG - Teoria da Relatividade Geral.

Para simplificar o problema, se considerarmos que a órbita de Mercúrio não é uma elipse e sim uma espiral em função da expansão radial cósmica, teremos um resultado muito interessante:

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Perexp10


Perceberemos que a cada período, a intersecção da suposta órbita do planeta Mercúrio (em verde) com a provável órbita helicoidal (na cor preta), de acordo com a hipótese da expansão radial, perceberemos que estes pontos ocorrerão em setores diferentes, sempre em forma progressiva, como ocorre nas observações astronômicas do planeta Mercúrio, através dos anos.

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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 6th Julho 2020, 13:52

Após o devaneio sobre a Cosmologia Matricial e alguns fundamentos da TRG - Teoria da Relatividade Geral, voltemos aos pontos que norteiam a Gravidade Ficcional:

1 - A gravidade ficcional não explica o desvio da imagem das estrelas ocultadas pelo Sol, prevista por Einstein;

2 - A gravidade ficcional só permite ação por contato, de modo que somente a interação elétrica e magnética entre corpos separados é aceita;

3 - No contexto da gravidade ficcional, a ação gravitacional entre corpos, clássica ou moderna, são ilusórias;

4 - Não há como saber, em nenhum modelo gravitacional, se, de fato, o espaço sideral é vazio ou preenchido por gases em baixíssima pressão;

5 - O modelo de gravidade ficcional funciona razoavelmente bem quando a Terra é o centro cósmico;

6- A gravidade ficcional não consegue explicar como satélites artificiais podem orbitar a Terra;



A última imagem da postagem anterior dá o que pensar.

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 Csol10

Em nosso modelo ficcional, admitimos que o espaço sideral deve ser "nada".
No entanto, para que a luz da estrela distante seja bloqueada pela Lua, deve existir "algo expansível" que empurre o espaço Sol-Lua e o espaço Lua-Terra. Afinal, o modelo de gravidade ficcional tem como condição inicial a "gravidade de contacto".


3) A expansão do espaço entre Terra e Lua teria qual aceleração?
Com base apenas nas afirmações 1 e 2, dá para prever que a Terra aumentaria de tamanho tão rápido que atropelaria a Lua em pouquíssimo tempo.

Resposta:
A aceleração ocorre entre os corpos celestes e a origem do Big-Bang:

GRAVIDADE FICCIONAL - Página 2 209vel10

Cada astro afasta-se de forma acelerada e em linha reta em relação ao Big-Bang. Não posso ser categórico em dizer se existe aceleração de separação da distância entre a Lua e a Terra, pois os vetores de ambos os astros estão apontados para a origem do Big-Bang... "aparentemente", essa aceleração existe...

As três citações acima são necessárias para explicar como é difícil "pensar fora da caixa".

Quando se tece uma teoria nova, vez ou outra "recaímos" sobre conceitos "antigos" de modo que a confusão é formada.

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Mensagem por Jonas Paulo Negreiros em 7th Julho 2020, 09:45

O Pêndulo da Discórdia

Lá se vão mais de nove anos, desde que comecei a especular sobre a possibilidade da gravidade ser apenas reação à expansão cósmica.

Três princípios são considerados nessa hipótese:

- O tempo é absoluto;

- Todos corpos e velocidades dos mesmos aumentam na mesma razão da expansão cósmica;

- A velocidade da luz é a mesma desde o momento de sua origem. Além disso, a luz tem relação métrica com a estrela e o sítio cósmico de onde se origina.

Logo, a velocidade da luz é maior num estrela que se encontra no limite do espaço em construção e praticamente nula no momento zero da origem do big-bang.

Observe que o terceiro princípio é indispensável, a fim de justificar o desvio para vermelho das estrelas distantes. O ruído cósmico de fundo não é só composto de microondas, mas por todo espectro de ondas eletromagnéticas conhecidas, desde as mais curtas até as mais longas.

Todas ondas são originadas de estrelas cada vez mais distantes da Terra.

Globalistas versus Terraplanistas

Há pouco mais de três anos, tomei conhecimento do emergente movimento sobre terraplanismo.

De início, achei pura perda de tempo, mas tive  paciência de analisar a "fenomenologia" por trás desse movimento.

Os argumentos dos planistas não foram suficientes para mudar minha "crença" sobre o formato geoidal terrestre.

No entanto, percebi que por trás desse embate que se arrasta há  séculos, nem tudo é tão "certinho" como a ciência oficial nos apresenta. Um deles diz respeito ao experimento do pêndulo de Foucault.

O pêndulo de Foucault, com certeza, aumenta a amplitude de oscilação durante o alinhamento entre Sol, Lua e Terra. Qualquer um pode provar isso.


fonte:
https://www.youtube.com/watch?v=xPQ5Asktsek

Mas quanto a capacidade pêndulo de Foucault "provar" o movimento da Terra em relação ao seu eixo, os planistas me deixaram em dúvida...


Tycho Brahe, astrônomo do século XVI, fez um longo trabalho de observação do movimento dos astros. Suas conclusões não permitiram "provar" se a Terra realmente gira.

Bem, Brahe morre de forma suspeita e seu auxiliar Keppler disse que a Terra gira, sim senhor!

Deixando essa contenda de lado, venho propor uma interpretação nova para o experimento com o experimento do pêndulo de Foucault.

Deem uma olhada na complexa matemática que envolve a descrição do movimento de um pêndulo:

Equação do Pêndulo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Equação_do_pêndulo

Todo esse trabalho é baseado numa aceleração gravitacional de origem "misteriosa".

Imaginem agora, tentar explicar os movimentos do pêndulo no contexto da gravidade radial:


1 - A altura do prédio (energia potencial) que sustenta o pêndulo, somada ao raio da Terra, não param de crescer;

2- O comprimento da corda não para de crescer;

3 - O comprimento do arco descrito pelo pêndulo (embora em oscilação amortecida) também não para de crescer;

4 - A  velocidade do pêndulo (energia cinética) é abastecida continuamente por energia escura, a fim de manter a mesma frequência de oscilação do pêndulo.


Para ter satisfeitas todas essas condições, acredito que a matemática necessária para descrever essa situação deverá mais complexa que a produzida para descrever o movimento do pêndulo no contexto da "física clássica".

E uma grande pergunta fica para o fim:

As anomalias do movimento pendular aconteceriam mesmo se a Terra estivesse completamente parada?

Mais:

https://en.wikipedia.org/wiki/Foucault_pendulum


Última edição por Jonas Paulo Negreiros em 7th Julho 2020, 11:54, editado 13 vez(es)

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Gráviton, onde tu estás que não te encontro Razz ?
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